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AR – Copa Vela Máster Brasil: talento e experiência na Guarapiranga

Competição abrirá espaço para os velejadores mais experientes, até com mais de 80 anos, das classes Laser, Snipe e Finn em 29 e 30 de setembro na represa paulistana

São Paulo (SP) – O último fim de semana de setembro (29 e 30) na Represa Guarapiranga estará reservado para o talento dos mais experientes velejadores das classes Laser (Standard e Radial), Snipe e Finn. A Copa Vela Máster Brasil já recebeu mais de 40 inscrições e deverá alcançar cerca de 60 barcos com tripulantes distribuídos em categorias a partir de 35, 40 e 45 anos conforme a classe, chegando a ultrapassar a idade de 80 anos. Continuar lendo AR – Copa Vela Máster Brasil: talento e experiência na Guarapiranga

Talk Sail do Yacht Club Paulista é pré-largada para regatas na Guarapiranga

Xandi Paradeda e a filha Melissa no YCP (APJ Esportes)

palestra de Alexandre Paradeda reuniu dezenas de velejadores no YCP antes das regatas de ranking da Federação de Vela do Estado de São Paulo

São Paulo (SP) – O Sail Talk idealizado pelo Yacht Club Paulista (YCP) é a atração fora da água nas regatas organizadas pelo clube nesta temporada. O palestrante deste domingo (4/3) foi o campeão dos Jogos Pan-Americanos na classe Snipe, Alexandre Paradeda, também ganhador de 12 títulos nacionais e dois sul-americanos na classe. O gaúcho de 45 anos foi medalha de ouro no Pan do Rio em 2007 e prata nos Jogos de Winnipeg, em 1999. Disputou ainda as Olimpíadas de Sydney e Atenas na classe 470.

Xandi e Anna Júlia: campeões paulistas de Snipe na Guarapiranga (Douglas Moreira/Fisheye)

“A Snipe é uma excelente escola antes de se optar por uma classe olímpica. Proporciona ritmo para se evoluir porque você compete com 40, 50 ou 60 barcos. O mesmo ocorre com a Laser. No Brasil, são as duas classes que mantêm o velejador ativo. Não adianta o guri chegar voando da Optimist e depois ‘emburrecer’ nas classes destinadas à vela jovem correndo regatas com meia dúzia de barcos”, afirma Paradeda, campeão brasileiro de Optimist aos 15 anos.

Xandi, como é conhecido na vela, responsabiliza a CBVela pelos eventuais desperdícios de talentos entre os jovens velejadores. “Cerca de 90% do trabalho da entidade é voltado para a vela olímpica. A CBVela virou uma sucursal do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que só visa a medalha. É preciso investir na base, formar o atleta, independentemente dos interesses do COB”, ressalta Paradeda.

O experiente velejador correu de Snipe neste fim de semana em dupla com sua filha Melissa, de nove anos. Xandi ofereceu aos participantes do Sail Talk oportuna aula teórica de regulagens móveis para mastro e velas, útil para todas as classes, com foco principalmente na condição de ventos rondados, típica da Represa Guarapiranga. Atentos às informações, os velejadores lhe fizeram uma série de perguntas antes do embarque para a largada de domingo.

Flotilha de Snipe na represa paulistana (Douglas Moreira/Fisheye)

“Importante sabermos que neste ano precisamos nos preparar muito bem para o Brasileiro de Snipe que será disputado em janeiro de 2019 na Guarapiranga, com cerca de 100 barcos. A preparação não deve ficar restrita à represa, é necessário adquirir bagagem velejando em outras raias, principalmente no mar”, recomenda Xandi. O Campeonato Brasileiro será seletivo para o Mundial de Snipe do próximo ano, previsto para outubro em Ilhabela.

O Sail Talk do YCP é organizado pelo diretor de Vela, Alonso López. A vice-comodoro Paola Prada Lorenz enaltece a criação do evento. “Agradeço muito aos palestrantes que estão nos oferecendo um rico aprendizado com temas sempre relevantes. O YCP cumpre a missão de congregar os velejadores antes e depois das regatas”. Xandi foi o terceiro convidado. Antes dele, apresentaram-se os velejadores Raymond O’Keefe e José Hackerott. Os próximos serão: Paulo Pêra (10/3) e Marcelo Bellotti (17/3).

 

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Acampamento Náutico de Férias do YCP incentiva novos velejadores

Tripulação mirim (Divulgação/YCP)

Encerrado nesta semana, o tradicional evento do Yacht Club Paulista levou as crianças duas vezes por dia para velejar em várias classes na Guarapiranga

São Paulo (SP) – Nas férias de verão, a água é o meio de diversão indispensável para a maioria das crianças. Aquelas que participaram do tradicional Acampamento Náutico do Yacht Club Paulista (YCP) aproveitaram ao máximo a Represa Guarapiranga para velejar, assim como a piscina do clube, para o aprendizado inicial sobre o manuseio do barco.

Durante seis dias, crianças de 8 a 14 anos participaram de forma intensa das ações de esporte e lazer, sendo que as atividades náuticas ficaram sob responsabilidade da Escola de Vela do YCP. “Foi um acampamento sensacional. Os jovens velejaram duas vezes por dia nas classes Optimist, Snipe e Microtoner, primeiro em equipes e depois sozinhas”, relata a vice-comodoro do YCP, Paola Prada Lorenzi, organizadora do evento, realizado desde 1975.

Aprendizado na Optimist (Divulgação/YCP)

“Velejar é um esporte técnico e desafiador, o que permitiu aos acampados, interagir com a água e o vento, aprendendo a respeitar a natureza e a tirar o melhor proveito de ambos”, afirma Paola. “Iniciamos as atividades náuticas com o ‘vira-vira’, capotando e desvirando o barco na piscina do clube, uma forma segura e divertida de as crianças adquirirem a confiança necessária. Neste ano tivemos como novidade, o stand up paddle, para aprimorar o equilíbrio sobre a água”.

Recreação na água e na terra (Divulgação/YCP)

Além de associados do YCP e seus amigos, o Acampamento Náutico recebeu grupos de crianças do parceiro Esporte Clube Pinheiros e também do Paulistano. No último dia do evento foi organizada uma apresentação náutica com brunch para os pais. Todos os participantes receberam certificado de curso de vela, medalhas e convite para retornarem ao clube e se manterem em desenvolvimento na vela.

Preparação na piscina
(Divulgação/YCP)

Alegria de filhos e pais – A satisfação dos filhos costuma ser extensiva aos pais, sempre atentos e carinhosos em oferecer às crianças merecida diversão nas férias. Fã da vela, Frederico Pasquini, associado do Pinheiros, foi voluntário nos Jogos Rio 2016 e ajudou a erguer o barco 49er FX de Martine e Kahena na Marina da Glória para comemorar a medalha de ouro brasileira. Frederico inscreveu o filho Tomás no acampamento. “O YCP ofereceu ao meu filho o que de melhor poderia proporcionar. Sou muito grato”.

Sentimento semelhante foi expressado pela mãe de Bruno, do Paulistano. “Ele amou o acampamento e disse que gostaria que houvesse outro no inverno para retornar nas férias de julho. Fala o tempo todo sobre os barcos em que velejou e o que aprendeu no YCP. Percebi que o trabalho com as crianças foi feito com muito carinho”, elogiou Priscila Varella.

O pai de Alfredo, associado do próprio YCP, apesar de acostumado às atividades náuticas, enalteceu a participação de seu filho. “Tivemos retorno muito positivo do Alfredo sobre o aprendizado na vela, a harmonia na turma e a eficiência dos monitores. Somos gratos à dedicação do YCP às nossas crianças”, resumiu Waldir Menezes.

 

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Copa Paulista de Vela encerra o ano com 250 barcos nas raias

Classe Snipe, a mais ativa (Douglas Moreira / Fisheye Images)

Criada há três anos pelo Yacht Club Paulista, competição resgata a vela na Guarapiranga e registra em 2017 crescimento de 40% sobre edição anterior

São Paulo (SP) – O ano de 2017 foi promissor para a vela no Estado de São Paulo devido à evolução da Copa Paulista, criada em 2015 pelo Yacht Club Paulista e organizada exclusivamente pelo clube com regatas apenas na Represa Guarapiranga nas duas primeiras edições como Copa YCP. Nesta temporada, somadas as 12 etapas, 251 barcos diferentes competiram, contra 180 de 2016, aumento de 40% nas inscrições.

Diversão nas duplas mistas (Douglas Moreira / Fisheye Images)

A temporada movimentou 407 velejadores de 20 classes em 35 regatas, números que deixaram os organizadores gratificados. “Chegamos ao final do ano com entusiasmo diante da participação massiva de clubes e velejadores, não apenas da Guarapiranga. Estamos no caminho certo”, comemorou a vice-comodoro do YCP, Paola Prada Lorenzi, também velejadora e idealizadora do grupo feminino Divas da Snipe.

Optimist: primeiro degrau (Douglas Moreira / Fisheye Images)

Atendendo à proposta da Copa Paulista, de disseminar a vela no estado, neste ano foram incluídas etapas em Santos e Ilhabela, e outros três clubes passaram a dividir com o YCP a responsabilidade de organizar e receber o campeonato: Yacht Club Santo Amaro (YCSA), Clube de Campo São Paulo (CCSP) e Iate Clube de Santos (ICS).

Associado do YCP desde a infância, o veterano velejador Luis Borba disputou a Copa Paulista ao lado do jovem Leonardo Lorenzi, de Snipe, com o barco Pasta. “A copa proporcionou a retomada da vela na represa para todas as classes. A Snipe, especificamente, foi a que mais aderiu ao movimento e se tornou a classe mais ativa”, observou Borba.

Paola e Georgia Bruder: Divas da Snipe (Douglas Moreira / Fisheye Images)

Afastado das raias durante 15 anos, Borba encontrou na copa a motivação para voltar a praticar o esporte que mais admira. “Retornei às regatas no Classic Sailing Festival, organizado pelo Yacht Club Paulista em 2016 e vi na copa a oportunidade de permanecer velejando. Além de atrair novos velejadores, a competição teve o mérito de resgatar muitos dinossauros, como eu”, diverte-se Borba.

Copa em família – Quem também se divertiu nas raias da Guarapiranga e de Ilhabela, foi Marcelo Sestini, principalmente por ter optado pela classe HPE 25, para quatro tripulantes, o que lhe permite competir ao lado dos filhos Thiago e Bruno, de 15 e 12 anos. “Além de manter a família unida, a classe é muito competitiva. O primeiro objetivo, motivá-los para a vela, foi atingido. A tendência agora é que passem a velejar de Snipe e assim vamos formando novos velejadores”, prega o comandante do Ubuntu.

A HPE 25 registrou relevante evolução nesta temporada ao longo da Copa Paulista, fechando o ano com uma flotilha de 17 barcos na represa e perspectiva de novos adeptos. O YCP terá em 2018 um barco da classe exclusivo para aprendizagem. “Teremos um HPE 25 para a formação de jovens e adultos durante pelo menos um ano. Os alunos irão sentir com mais intensidade a emoção de velejar”, revela Richard Andersen, responsável pela escola de vela Dick Sail, instalada no YCP.

Paola e Georgia Bruder: Divas da Snipe (Douglas Moreira / Fisheye Images)

O sucesso da Copa Paulista passa pelas mãos de Alberto Hackerott, ex-diretor de vela do YCP e um dos criadores da competição em 2015. “A copa neste ano fez com que os velejadores da represa fossem para o mar e que os do mar conhecessem a represa, o que proporcionou aprendizado a todos. Precisamos motivar a base amadora da vela, para que os mais novos se espelhem nos mais experientes”, sugere Beto, vice-campeão de Snipe em 2017, em dupla com a esposa Eloah.

Troféu Joerg Bruder (coordenador da classe mais ativa em 2017)

Alonso Lopez – YCP – Snipe

Campeões das classes mais numerosas na Copa Paulista 2017

Snipe – Enrico e Frederico Francavilla – YCSA

Day Sailer – Arno Buchli Jr. e Silvio Faleiros – ASBAC

Optimist – Olívia Franco – YCSA

Star – Alessandro Pascolato e Henry Boening – YCP

Finn – Ricardo Santos – YCSA

Dingue – Guilherme Menezes e Yasmin Cardoso – ICS

Laser 4.7 – Felipe Fonseca – YCSA

Laser Standard – André Scwarz – YCSA

Laser Radial – Christine Reimer – YCSA

HPE 25 – Espetáculo – Luis Fernando Staub – YCSA

 

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Campeões sul-americanos do YCP comemoram título na Copa Paulista

Bellotti e Bueno na Star (Edu Grigaitis / Balaio de Ideias)

Marcelo Bellotti e Maurício Bueno retornam da Argentina para celebrar no Yacht Club Paulista o inédito título continental da classe Star, neste sábado (2)

São Paulo (SP) – Marcelo Bellotti e Maurício Bueno, estão retornando de Buenos Aires após a conquista do Campeonato Sul-Americano da classe Star. A dupla do Yacht Club Paulista (YCP) vai comemorar o título inédito no quintal da casa deles, a Represa Guarapiranga, aproveitando a 12ª Etapa da Copa Paulista, a última da temporada, neste sábado, 2 de dezembro, com a primeira regata às 13h00.

Deslizando na Guarapiranga
(JMendes / YCP)

Ao longo do ano Copa Paulista movimentou assiduamente a represa com as participações de mais de 400 velejadores e cerca de 200 barcos de 18 classes diferentes, motivo que faz os campeões sul-americanos considerarem o YCP como cenário ideal para as comemorações. “Foi na represa que iniciei minha carreira na vela, na Escola BL3. É praticamente minha casa, e o Yacht Club Paulista é onde estão os meus amigos”, justificou Bellotti. São esperados mais de 50 barcos.

Antes de chegar ao topo do pódio no Club Nautico Olivos, às margens do Rio da Prata, Bellotti já havia conquistado prata e bronze no Sul-Americano de Star. “Desde 2015 eu e Maurício temos treinado muito na Guarapiranga e em Ilhabela, mas o que nos fortaleceu foi a amizade sincera construída há três anos. Não vemos a hora de chegarmos ao YCP para festejarmos com os amigos”, desejou Bellotti. A dupla ainda tem parceria com o Iate Clube de Santos e apoio da BSS Blindagens.

Eficiência na água e no asfalto – Além das 35 milhas velejadas nas turvas águas do Rio da Prata, com duas vitórias em sete regatas e apenas 13 pontos perdidos, a “epopeia do ouro” ainda incluiu 4.600 quilômetros de asfalto entre São Paulo e Buenos Aires, amenizados pela conquista. “Ainda bem que vencemos. Já pensou retornar tudo isso sem o título? Seria muito mais desgastante”, afirmou Bellotti, enquanto atravessava o Estado do Paraná rebocando em seu carro o barco campeão, Capatosta.

Classe Snipe na Copa Paulista (Douglas Moreira / Fisheye Images)

Destacada por Bellotti como principal fator de resgate da vela na Guarapiranga, a Copa Paulista, criada em 2015 como Copa YCP, tem como maior atração nesta última etapa, pontuação dobrada nas regatas para o Ranking Anual. À noite, a premiação da temporada será feita durante jantar de confraternização no YCP. A classe mais ativa do ano vai receber o Troféu Joerg Bruder, em homenagem ao tricampeão mundial de Finn.

Será entregue também a premiação da 11ª Etapa, que teve entre os vencedores, Arno Buchli Jr, e Silvio Faleiros (ASBAC) na classe Day Sailer, André Schwarz (YCSA) na Laser, Enrico e Frederico Francavilla (YCSA) na Snipe, Mauro Arruda e Maria Violeta Gaspar (Sailing Center) na MT19’ e o barco Bond Girl, de Rique Wanderley (YCSA), na HPE 25. Além do YCP, Também organizaram a Copa Paulista neste ano, YCSA, CCSP e ICS.

 

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Regata homenageia tricampeão mundial do YCP no Rio de Janeiro

Geórgia e Paola na Taça Bruder (Fred Hoffmannn / ICRJ)

Iate Clube do Rio de Janeiro homenageou Jorg Bruder, tricampeão mundial de Finn, do Yacht Club Paulista, com a filha dele, Geórgia, na raia

São Paulo (SP) – Passaram-se 44 anos desde o acidente aéreo de Orly, na França, que vitimou Jorg Bruder, tricampeão mundial e bicampeão pan-americano da classe Finn, mas o talento do atleta olímpico do Yacht Club Paulista (YCP) mantém-se vivo para os velejadores. A percepção ficou nítida na Taça Bruder, realizada pelo Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ) neste fim de semana, 11 e 12 de novembro.

A filha de Jorg, Geórgia Bruder, disputou pela primeira vez uma regata no Rio de Janeiro e ficou sensibilizada pela homenagem ao pai. “Ele faleceu em 1973 e é impressionante como o pessoal ainda lembra dele com tanta reverência. Fui muito bem recebida no clube. Falei com Murilo Borges e Ivan Pimentel, que velejaram com meu pai e tive o prazer de entregar o prêmio a Robert Scheidt e Henry Boening, vencedores da Taça Royal Thames, na classe Star”, declarou a velejadora de Snipe do YCP. Geórgia ainda contemplou o pódio da Star com duas duplas do YCP: Bellotti/Bueno e Bruggioni/Sansone, prata e bronze respectivamente. 

Dupla do YCP no Rio (Fred Hoffmann / ICRJ)

Incentivada a velejar pela parceira Paola Prada, vice-comodoro do Yacht Club Paulista e irmã do tetracampeão mundial de Star, Bruno Prada, Geórgia é integrante das Divas da Snipe, grupo criado no YCP para promover a vela feminina. “Comecei a velejar neste ano na Guarapiranga e agora, no Rio, tive a oportunidade de levar pela primeira vez água salgada na cara. A experiência foi sensacional e não vejo a hora de repetir”. Geórgia e Paola ficaram sexto lugar entre dez barcos. Pedro Madureira e Felipe Novello, do ICRJ, venceram.

Largada na Taça Flovor de OP na Guarapiranga (Divulgação / YCP)

Taça Flovor de OP na Guarapiranga – Simultaneamente às regatas no Rio de Janeiro, o Yacht Clube Paulista organizou a Taça Flovor, uma das principais competições da classe Optimist (OP), com a participação de 44 barcos. A presença maciça de crianças  e adolescentes reforça o compromisso do YCP no incentivo à vela de base. Theo Garcia, do Yacht Clube Santo Amaro (YCSA) foi campeão, seguido pelo colega de clube, Henrique Lowy, ambos com duas vitórias. Alex di Francesco, da Escola de Vela de Ilhabela (EVI) completou o pódio em terceiro lugar.

 

Taça Bruder – Snipe – RJ (2 regatas)

1 – Pedro Madureira e Felipe Novello (ICRJ) – 4 pontos perdidos

2 – Flávio Castro e Roberto Blum (ICRJ) – 5 pp

3 – Nick Pellicano e Renata Grael – 6 pp

Taça Royal Thames – Star – RJ (3 regatas)

1 – Robert Scheidt e Henry Boening (YCSA) – 6 pontos perdidos

2 – Marcelo Bellotti e Maurício Bueno (YCP) – 7 pp

3 – Fábio Bruggioni e Marcelo Sansone (YCP) – 11 pp

Taça Flovor – Optimist – SP (5 regatas, 1 descarte)

1 – Theo Garcia Chao (YCSA) – 9 pontos perdidos      

2 – Henrique Lowy (YCSA) – 10 pp

3 – Alex di Francesco (EVI) – 21 pp  

 

Geórgia com Scheidt e velejadores do YCP no pódio (Paola Prada / YCP)

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Yacht Club Paulista é homenageado pela Marinha do Brasil

Oficiais da Marinha no YCP (Luhan Grolla/YCP)

Personalidades civis, militares e instituições recebem Medalha Amigo da Marinha, no Comando do 8º Distrito Naval, em São Paulo

São Paulo (SP) – O 8º Distrito Naval condecorou nesta semana (6/11), em São Paulo, personalidades e entidades que atuam na disseminação da mentalidade marítima e contribuem para a Marinha do Brasil. Representando o Yacht Club Paulista (YCP), o comodoro José Agostini Roxo recebeu a Medalha Amigo da Marinha, do vice-almirante Guerreiro, comandante do 8º Distrito Naval.

Velejadora da Marinha em regata do YCP (Luhan Grolla/YCP)

Também paraninfo na cerimônia, o capitão de mar e guerra, Souza, participou da entrega das medalhas aos homenageados. “Para a Marinha é um conforto constatar nos clubes e marinas, ações que nos ajudam a zelar pela segurança. Quando verificamos que o clube é realmente um parceiro, como o Yacht Club Paulista, reconhecemos por meio da Medalha Amigo da Marinha, destacou o comandante Souza.

O presidente da Soamar (Sociedade Amigos da Marinha) de São Paulo, Paulo Marinheiro, ratificou em seu discurso de abertura a finalidade do evento. “Essa condecoração foi instituída para agraciar instituições e personalidades, civis e militares sem vínculo com a Marinha do Brasil, mas com serviços relevantes para difundir a importância do mar no desenvolvimento de nossa pátria”.

Comandante Guerreiro e comodoro Roxo (Divulgação/Marinha do Brasil)

Respeito e disciplina – Ao longo de seus 85 anos, o Yacht Club Paulista sempre esteve ao lado da Marinha, em favor dos ideais e da disciplina que regem os esportes náuticos, condição que ratificou a homenagem ao comodoro. “A Marinha representa a alma de qualquer Iate Clube no mundo e nada mais justo do que reverenciar e promover sua existência, seus conceitos e suas tradições”, enalteceu Roxo após ser condecorado.

A Marinha tem participado de forma efetiva dos principais momentos do YCP, inclusive levando sua equipe de velejadores para a regata do Classic Sailing Festival em 2016. “É uma honra para o Yacht Club Paulista ter o atual comandante do 8º Distrito Naval como sócio honorário. Nós e a Marinha possuímos interesses comuns, como os projetos de segurança para a navegação consciente na Represa Guarapiranga”, afirmou Roxo.

Ainda estiveram presentes à condecoração, o vice-almirante Zanella, contra-almirantes Bernardo e Médici, além dos presidentes da Soamar de Santos, Sorocaba e Campinas. Ao final do evento, foi realizado o Cerimonial à Bandeira, tradição naval acompanhada pelos 74 agraciados, demais convidados e oficiais da Marinha do Brasil.

 

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