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AR – Regata Parque Pontal Seis Horas de Laser será neste sábado 15/12/2018

O Veleiros do Sul realizará a Regata Parque Pontal 6H de Laser no sábado (15). A competição é um desafio para os velejadores por ser de longa duração. Por isso cada barco conta com dois tripulantes que se revezam durante a regata, o que a torna ainda mais emocionante. A troca de timoneiros é obrigatória a cada número de voltas determina pela CR e será feita em um flutuante colocado na orla do Parque Pontal e próximo à raia na baía do Cristal. Continuar lendo AR – Regata Parque Pontal Seis Horas de Laser será neste sábado 15/12/2018

Estaduais das classes Soling e Hobie Cat 16 encerraram neste domingo. Confira a classificação final

Os Campeonatos Estaduais das classes Soling e Hobie Cat 16 encerraram neste domingo no Veleiros do Sul.

As duas classes tiveram sete regatas realizadas cada uma e em duas etapas. Continuar lendo Estaduais das classes Soling e Hobie Cat 16 encerraram neste domingo. Confira a classificação final

Ideal olímpico une Yacht Club Paulista e EC Pinheiros

Regata organizada pelo YCP (Douglas Moreira / Fisheye Image)

Convênio firmado entre os dois tradicionais clubes tem como meta atrair esportistas para a Represa Guarapiranga e fortalecer a vela de formação

São Paulo (SP) – A vocação náutica do Yacht Club Paulista (YCP) e a tradição olímpica do Esporte Clube Pinheiros (ECP) leva os dois clubes a aliarem suas forças em favor da vela. A modalidade que soma 18 medalhas olímpicas, sendo sete de ouro, contará com a parceria do Pinheiros, reforçando a sólida estrutura e da credibilidade adquiridas pelo YCP ao longo dos 85 anos de uma vitoriosa história dentro e fora da água.

Após ter sido oficialmente referendado na reunião do Conselho Deliberativo do Yacht Club Paulista em 7 de agosto, o convênio será apresentado de modo mais efetivo aos associados do YCP em 19 de agosto, sábado, quando o clube receberá em sua sede, na Represa Guarapiranga, campeões e principais velejadores que ajudaram a construir a história do YCP.

Pier do YCP na Guarapiranga (YCP / Divulgação)

Passam pelas conquistas do YCP, esportistas consagrados como, Bruno Prada, tetracampeão mundial de Star e ganhador de duas medalhas olímpicas na mesma classe; Jorge Zarif, o mais jovem campeão mundial de Finn da história, e o lendário Joerg Bruder, tricampeão mundial de Finn. O Pinheiros, ratificando sua força olímpica, levou 62 atletas e 12 técnicos à última edição dos Jogos, no Rio de Janeiro, em 2016.

A aproximação entre ambos os clubes vem se aprimorando desde 2014 com a meta de se contemplar a vela. O comodoro do YCP, José Francisco Agostini Roxo, prevê uma promissora relação esportiva. “O Pinheiros trará o apoio necessário para o fomento da vela, formação de equipes e desenvolvimento da escola infantil. Conciliaremos os interesses dos clubes, preservando-se, porém, a identidade e a soberania do YCP”, afirma Roxo. Os clubes ainda se dispõem a trabalhar juntos em projetos e editais destinados a verbas de incentivo ao esporte.

Classe Optimist: base e formação (Douglas Moreira / Fisheye Image)

A mais completa estrutura náutica entre os clubes da Guarapiranga estará à disposição dos esportistas do Pinheiros. São três hangares com área total de 2.600 m² e capacidade para abrigar centenas de barcos. O YCP inaugurou em dezembro o piso em concreto intertravado, favorecendo os usuários de veleiros, lanchas, barcos a remo, canoas, caiaques, pranchas de sup e até esquis. Oito quadras de tênis, piscina, lanchonete e restaurante também contemplam a parceria entre os clubes, assim como a prática do wakeboard.

Complexo de tênis do YCP (YCP / Divulgação)

Base e alto rendimento – O diretor de Vela, Alberto Hackerott, assíduo praticante da classe Snipe, saúda os novos frequentadores e projeta uma fase de ascensão para a vela. “O convênio renderá muitos frutos para ambos os clubes. O Pinheiros terá acesso a uma nova modalidade olímpica enquanto o YCP terá um fluxo de centenas de crianças de 8 a 14 anos. Com a iniciativa, o YCP terá que se estruturar para uma nova era na vela, tanto na base quanto competitiva”.

A possibilidade de levar seus associados para a Represa Guarapiranga e conhecer de perto um esporte que é sinônimo de medalhas para o País, empolga a diretoria do Pinheiros. “Atualmente desenvolvemos 16 modalidades olímpicas e agora plantaremos mais uma semente para nossos associados. Possuímos três mil crianças com idades entre 4 e 14 anos e potencial para serem beneficiadas pela parceria que certamente irá mobilizar seus pais”, considera Mário Gasparini, diretor Comercial e de Marketing do Pinheiros.

O diretor de Esporte Olímpico e Formação, Arnaldo Queiroz, acredita que o convênio ampliará a vocação esportiva do Pinheiros. “O convênio com o Yacht Club Paulista é um incentivo para a iniciação à vela e oferecerá aos nossos associados mais uma oportunidade nos esportes náuticos, além do remo e canoagem já praticados na raia da USP”, comemora Queiroz.

Vista panorâmica do YCP (YCP / Divulgação)

Recentemente, em outubro de 2016, o YCP estabeleceu parceria com o Iate Clube de Santos (ICS), favorecendo o intercâmbio de velejadores entre Baixada Santista e Capital. As parcerias do YCP se estendem ainda ao gaúcho Veleiros do Sul (VDS), um dos mais tradicionais clubes náuticos do País e exemplo na elaboração de projetos com verba de incentivo ao esporte.

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com

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Equipe Equilibirum de Nelson Ilha venceu o Brasileiro de Soling

Crédito: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul
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Competição realizada no Veleiros do Sul teve a participação de nove barcos

 

Depois de disputas apertadas entre as tripulações, o 46º Campeonato Brasileiro de Soling encerrou neste domingo com a vitória da equipe Equilibrium formada por Nelson Ilha, Manfredo Flöricke e Gustavo Ilha. Em segundo lugar ficou o barco Don’t Let Me Down, de Cicero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard, seguido pelo Calidris, de Rio Grande, tripulado por Henrique Horn Ilha, Fernando Ilha e Felipe Ilha.

Vice-campeã mundial em setembro no Canadá, a Equilibirum mostrou seu entrosamento na raia ao velejar sempre entre os primeiros na flotilha. Das cinco regatas realizadas a equipe do do Veleiros do Sul venceu três. O pior resultado do time foi o sexto lugar na quarta regata por ter largado escapado e precisou voltar à linha. Nelson Ilha conquistou pela segunda vez o Brasileiro de Soling. A primeira vez foi em 2013 acompanhado dos velejadores Paulo Lemos e Felipe Ilha.

“A pressão da turma do Soling foi grande, pois eles diziam que iriam carimbar o meu vice-campeonato mundial. Gozação à parte, nós fizemos um ótimo campeonato, as condições de vento superaram nossa expectativa e, como sempre, regatas muito disputadas. A nossa flotilha é muito parelha e de nível alto. Isso fica evidente pelo revezamento constante na liderança das regatas”, comentou Nelson Ilha, 59 anos.

As duas regatas realizadas neste domingo foram com vento clássico para velejar no Guaíba. A intensidade média foi de 12 nós e direção variada de sul a sudeste. E também foi o dia dos Ilhas. A equipe Candris, do Rio Grande Yacht Club, formada pelos irmãos do Nelson, Henrique e Fernando e pelo seu filho Felipe, venceu a quarta regata e na quinta a disputa na linha de chegada foi familiar com Nelson cruzando em primeiro e Henrique em segundo.  O Brasileiro de Soling teve a participação de nove tripulações e o apoio da Água de Arcanjo.

 

Mais fotos do campeonato em alta: https://www.flickr.com/photos/veleirosdosul/albums/72157672541283484

 

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C’est la vie é o hexacampeão do 25º Circuito Conesul

Foto: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul
Foto: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul

A edição do tradicional evento da vela de oceano gaúcha encerrou neste feriado de terça-feira no Veleiros do Sul. C’est la vie foi o campeão na ORC Internacional, Abaquar na BRA – RGS e Batucada na Microtoner 19

Os jovens comandantes foram os destaques neste ano nas classes medidas da competição. Henrique Dias, 28 anos, do barco C’est la vie, do Veleiros do Sul, venceu na ORC Internacional e agora ostenta o título de hexacampeão do Circuito Conesul de Vela de Oceano (2004, 2011, 2012, 2014, 2015 e 2016). Ele chegou em primeiro em três regatas e duas em segundo. E a vitória foi mais significativa ainda por ter ganho o 45º Troféu Seival e se tornado pentacampeão da regata longa de 68.5 milhas de distância.

Há 12 anos quando Henrique estreou com o barco C’est la vie no Circuito Conesul não imaginava de uma trajetória tão bem-sucedida. Apesar de jovem já começa a fazer história na classe Oceano gaúcha. Comemorou a sua sexta vitória e apontou alguns fatores do seu bom desempenho, assinalando a sua tripulação composta por Vilnei Goldmeier, Marília Bassoa, Alexis Knebel, Frederico Sidou e Isaak Radin.

– Estava muito motivado para disputar o Circuito, e para isso fiz algumas mudanças no barco, ajustes para facilitar as manobras. Não ficaram como eu desejava, porque foi uma corrida contra o tempo, mas sem dúvida melhorou, tanto que andamos mais próximos de barcos que antes eram mais velozes do que o meu. Dedico o título ao meu pai que faleceu esse ano e foi meu grande incentivador, ele meu deu o C’est la vie – um Fast 30 pés – quando eu tinha apenas 15 anos. Isso não é comum de se ver. Na segunda colocação ficou o San Chico, de Francisco Freitas, do Clube dos Jangadeiros.

Na classe Bra RGS o título também ficou com um jovem comandante, Lucas Mazim de 23 anos, do Clube dos Jangadeiros, que estreou no leme do Abaquar no Circuito. Ele também foi o vencedor da Regata Farroupilha, de percurso longo da classe, na distância de 50 milhas. Acostumado mais a velejar nas classes Laser e Snipe, Lucas gostou muito da motivação da tripulação.

– Foi muito bacana ver todos empenhados em fazer o melhor a bordo. A integração da gurizada. Nós procuramos deixar o barco bem ajustado para as regatas, a experiência do Paulo Ribeiro e do Rene Garrafielo, foi importante neste trabalho. Este é meu primeiro título no Circuito Conesul e estou muito satisfeito com o resultado. No Abaquar também fizeram parte da tripulação Júlio Borela, Guilherme Suarez, Iam Paim, Luiz Eduardo Solkonik e Fábio Ribas. Em segundo lugar na BRA –RGS ficou o barco Taz de Augusto Moreira, do Veleiros do Sul. E na classe Microtoner 19 o campeão do Circuito Conesul foi o Batucada, de José Eduardo Araújo (SAVA) e em vice o 14 Bis, de Humberto Blattner (SAVA). Confira aqui os resultados finais.

O 25º Circuito Conesul terminou neste feriado de terça-feira (20), comemoração da Revolução Farroupilha, com apenas uma regata barlasota, devido a entrada do vento quase no fim tarde. A competição teve a organização do Veleiros do Sul e apoio Delta Yachts e Equinautic contou com a participação de 25 barcos dos clubes de Porto Alegre: Veleiros do Sul, Clube dos Jangadeiros, Iate Clube Guaíba e SAVA e do Iate Clube Saldanha da Gama, Pelotas.

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Disputas acirradas no primeiro fim de semana do Circuito Conesul

Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul
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Campeonato conta com os principais clubes do Estado e segue no próximo final de semana com o Troféu Seival

 

A primeira etapa do 25º Circuito Conesul de Vela de Oceano foi concluída no Veleiros do Sul neste fim de semana com a realização de três regatas: uma de percurso médio e duas de barlasota. A disputa esquentou entre os competidores e a expectativa se volta para as regatas longas que largam no próximo sábado (17).

O barco C’est La Vie, de Henrique Dias (VDS) lidera a classe ORC Internacional, seguido pelo Hobart, de Airton Schneider (CDJ). O pentacampeão do Conesul Henrique Dias irá em busca do quinto título no Seival. “É minha regata preferida, no ano passado não deu, mas vamos ver se conseguimos dessa vez”. A equipe do C’est la Vie já mostrou neste fim de semana que continua afinada.

“A regata média foi difícil por causa do vento fraco e hoje as condições estavam melhores. Velejamos de forma conservadora, acertamos mais que erramos nos bordos e de maneira geral foi positivo”, disse Henrique

O Abaquar, de Lucas Mazim (CDJ) venceu as duas regatas de hoje e está em primeiro lugar na classificação geral e em segundo o Taz, de Agusto Moreita (VDS). E na classe Microtoner o Batucada, de José Eduardo Araújo (SAVA) manteve a liderança. As duas regatas de percurso barlasota realizadas neste domingo foram com vento sul de intensidade média de 15 nós. Veja os resultados provisórios.
O Circuito continua no próximo fim de semana com as regatas de longo percurso, o 46º Troféu Seival, a mais tradicional prova da vela gaúcha de Oceano, e 27º Troféu Farroupilha com largadas no sábado às 11 horas. O 25º Circuito Conesul conta com a participação 25 barcos dos clubes de Porto Alegre: Veleiros do Sul, Clube dos Jangadeiros, Iate Clube Guaíba e SAVA e do Iate Clube Saldanha da Gama, Pelotas.

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Lucas Stolf vence e VDS é tetracampeão no Sul-brasileiro de Optimist

Foto: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul
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O 38º Campeonato Sul-brasileiro da classe Optimist encerrou nesta quarta-feira no Veleiros do Sul. O ciclone extratropical que atingiu o estado não permitiu a realização de regatas nos dois últimos dias em Porto Alegre por excesso de vento que chegou aos 42 nós de intensidade nas rajadas. Mas a série de cinco regatas disputadas no domingo e segunda-feira no Guaíba validou a competição.

O título do Sul-brasileiro ficou com Lucas Stolf, do Veleiros do Sul, na classe Veteranos e Luíza Moré, do Clube dos Jangadeiros, no feminino. Depois de competir no Europeu de Optimist, em julho na Itália, Lucas 14 anos, voltou à raia para o Sul-brasileiro.

“O campeonato foi de nível alto e teve reforço dos velejadores argentinos e uruguaios. Como ganhei peso o vento de intensidade mais forte na segunda-feira me favoreceu e consegui andar com mais velocidade”, disse Lucas.  Máximo Videla, do Yacht Clube Argentino, foi o vencedor geral e o campeão Nacional Ricardo Coutinho, do Iate Clube da Bahia.

O timoneiro argentino não venceu nenhuma das cinco regatas realizadas, mas devido a excelente média de resultados vinha liderando a classificação. “Muita boa competição, mas uma lástima que não teve mais regatas”, comentou Videla 12 anos. Já o baiano Ricardo, 12 anos, destacou a participação das flotilhas de países vizinhos. “Acho legal a integração do Veleiros do Sul com os clubes da Argentina e Uruguai. Agradeço o VDS pela organização e excelente campeonato”.  A gaúcha Luiza Moré, 12 anos, teve seu primeiro título em campeonato de maior porte. “O nível estava difícil porque havia muitos bons velejadores”.

Na classe Estreante Mário Carvalho, da Escola de Vela de Ilhabela (SP) ficou com o título Sul-brasileiro e Nacional e Clara M. Cardoso, do Iate Clube de Santa Catarina no feminino. Bicampeão paulista na OP Estreante, Mário, 13 anos, considerou “um campeonato muito disputado” e por ser de peso leve o vento fraco no primeiro dia estava dentro da sua condição. A catarinense Clara, 10 nos, foi campeão geral e Mirim na feminina e comemorou a vitória. “Foi um campeonato legal e consegui velejar muito bem”.

O Veleiros do Sul ganhou o seu quarto título consecutivo do Sul-brasileiro: Gabriel Lopes (2013), Tiago Quevedo (2014 e 2015) e Lucas Stolf (2016). O VDS também conquistou o melhor troféu de melhor flotilha e o Rio Grande do Sul (VDS e CDJ) o troféu de melhor estado. Veja todos os premiados no Sul-brasileiro

O Campeonato Sul-brasileiro da classe Optimist teve apoio da Jimo e da Confederação Brasileira de Vela e contou com a participação de 139 velejadores – 82 veteranos e 57 Estreantes de cinco estados: RS, SC, PR, SP, RJ e BA, e da Argentina e Uruguai.

Mais fotos do campeonato em: https://www.flickr.com/photos/veleirosdosul/albums/72157672348842122

 

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AR – 38º Campeonato Sul-brasileiro Optimist – 3 a 7/09

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Neste sábado (03) o Veleiros do Sul dá a largada no 38º Campeonato Sul-brasileiro da classe Optimist com a participação de 100 velejadores (60 Veteranos e 40 Estreantes) do Brasil (RS, SC, SP e RJ), da Argentina e do Uruguai.

A abertura do campeonato ocorre no domingo após a reunião de timoneiros às 11h e as regatas começam no domingo, a partir das 13h.

Com grande número de inscritos, a organização já comemora o sucesso e avisa que as inscrições seguem abertas. O programa prevê 12 regatas para os veteranos e oito para os Estreantes. O campeonato conta com apoio da Jimo e da Confederação Brasileira de Vela.

 

Programa

03/09, sábado, das 09h até 18h: Inscrições e Medições

04/09, domingo, das 09h até 11h: Inscrições e Medições

04/09, domingo, 10h30min: reunião de timoneiros no salão social.

Regatas

04/09, domingo, 13h: Regatas Veteranos e Estreantes.

05/09, 2ª feira, 13h: Regatas Veteranos e Estreantes.

06/09, 3ª feira, 13h: Regatas Veteranos e Estreantes.

07/09, 4ª feira Regatas Veteranos e Estreantes. Cerimônia de Encerramento e Premiação após as regatas.

Inscrições e informações:

Aviso de Regatas (Notice of Race)

Apresentação do Alojamento VDS

Ficha de Inscrição e Autorização

Formulário de Cadastro dos Técnicos

Veleiros do Sul (VDS):

http://vds.com.br

Avenida Guaíba, 2941
Bairro Vila Assunção
CEP 91900-420 – Porto Alegre/RS
Brasil

Regata Troféu Manfred Flöricke levou 22 barcos até à ilha Chico Manoel

Crédito: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul
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A edição 2016 da Regata Troféu Comodoro Manfred Flöricke – ilha Chico Manoel foi realizada neste fim de semana pelo Veleiros do Sul em Porto Alegre com a participação de 22 barcos das classes Hobie Cat 16, Soling e Laser. A competição foi composta por duas pernas com percurso de 12.5 milhas de distância cada uma. A largada de ida até a ilha Chico Manoel, subsede do clube, foi no sábado (12) às 10h10min em frente ao VDS na baia do Cristal. A esposa Walkiria e a filha Cláudia do ex-comodoro Manfred Flöricke, incentivador da regata e falecido 2010, acompanharam o procedimento de largada da Comissão de Regata.

Os barcos seguiram rumo sul num contravento de 10 a 12 nós de intensidade, mas que durante o trajeto variou de velocidade. O primeiro barco a cruzar a linha de chegada montada nas proximidades da ilha Chico Manoel foi da classe HC 16 tripulado por Ricardo Lowy e Jaqueline Jardim às 11h45min20s.

Na perna de retorno realizada no domingo (13) a largada da ilha ocorreu às 11h45min20 com vento a favor de direção sul e rajadas que chegaram até 22 nós provocando de vez em quando capotadas dos HC durante o percurso. O primeiro a cruzar a linha foi a dupla do HC 16, com Eduardo Ekman e Francisco Ekman, às 12h40min. Algumas tripulações erraram a chegada (Veja a súmula: http://bit.ly/1XqOAkw).

De visita a Porto Alegre, o paulista Ricardo Lowy foi convidado pela flotilha do VDS para correr a regata. Com barco emprestado e velejando pela primeira vez com a gaúcha Jaqueline Jardim, o timoneiro de 45 anos foi o vencedor e gostou muito da regata. Na classe Soling a tripulação vencedora foi do barco Equilibrium com Nelson Ilha, Gustavo Ilha e Regis Silva. Na classe Laser Standard o título ficou com Augusto Moreira e na Radial com Henrique Dias.

Na ilha Chico Manoel os competidores se reuniram no Galpão da Ilha no sábado à noite para confraternizarem num churrasco. O evento de encerramento foi neste domingo na sede do Clube com a presença da família Flöricke. No final da premiação Ricardo Lowy fez questão de falar sobre a competição: “Foi excelente participar desta regata de percurso longo e conhecer a ilha. Eu também achei muito interessante a união da flotilha gaúcha. Todos estão de parabéns”, disse o timoneiro de 45 anos.

Além dos prêmios foi instituído o Troféu Rotativo, no qual ficam gravados os nomes dos campeões, edição realizada a cada dois anos. É uma taça que pertenceu a Manfred Flöricke pela conquista do Campeonato Brasileiro da classe Sharpie de 1964, doação de Walquiria Flöricke, viúva do Comodoro Manfred.

Fotos: https://www.flickr.com/photos/veleirosdosul/albums/72157665699244962

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Escola de Vela Minuano retoma atividades no Veleiros do Sul

Aula inaugural atraiu 90 crianças no último final de semana

A Escola de Vela Minuano do Veleiros do Sul retomou suas atividades. A aula inaugural da escola marcou o início do semestre. O evento que já se tornou conhecido não só por recepcionar os alunos, mas também por receber quem quer conhecer o esporte da vela. Com caráter descontraído, serve de interação entre as crianças que já velejam e aqueles que pela primeira vez experimentam a sensação de navegar num barco a vela.

Créditos: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul
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O “Aulão da EVM” foi realizado no sábado, 06 de março, pelo professor Mauro Ferreira que explicou aos país e crianças sobre a pedagogia do ensino da vela adotada pela escola, pioneiro no Brasil, de identificação de cores dos níveis das flotilhas. Ele apresentou o time de experientes instrutores formado por Caroline Boening, Marcelino Rodrigues, Samuel Konig, Tiago Abreu, Laís Gliesch e Ricardo Titoff.

O Diretor da EVM Eduardo Scheidegger Jr. falou aos presentes sobre a contribuição do esporte da vela no desenvolvimento físico e mental das crianças e ainda de como poderá servir de orientação para a vida delas. Ele salientou que a escola possui um padrão de segurança e a forma de velejar pode ser destinada tanto para a competição como lazer, dependo do gosto da criança. O diretor também fez uma explanação dos convênios que o Clube mantém com a Confederação Brasileira de Clubes e Ministério do Esporte para os seus Projetos de Formação de Atletas que possibilitaram a aquisição de barcos novos completos em várias classes. E destacou os campeões da Optimist que foram oriundos da escola. “Estamos entre as melhores escolas do país, não só pela qualidade dos equipamentos oferecidos aos alunos, mas também pelo valor do corpo de professores”, lembrou Dudi.

Os participantes nesta edição superaram o número de 45 do ano passado. Entre sábado e domingo foram 90 crianças que velejaram na classe Optimist. Outra novidade desse ano, a Turma Jovem no “Aulão” com foco nos adolescentes, teve com a participação de 15 alunos. Os professores da EVM fizeram uma preleção de como seria a aula para os alunos e visitantes e depois seguiram para água. A turma foi dividida em duplas, formadas por quem já sabia velejar e quem iria experimentar, nos barcos da classe Optimist. A Turma Jovem velejou em barcos das classes 420 e Laser.

O fim de semana de sol contribuiu para os participantes velejarem numa boa no Guaíba. Devido a intensidade do vento, que se mostrou um pouco forte para as crianças que estavam velejando pela primeira vez, fez a equipe montar uma raia dentro da marina do Clube, por ser abrigada das ondas. Foi um fim de semana de novas descobertas para muitas delas.

Créditos: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul
Créditos: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul

Canoa havaiana

Para os adultos, a novidade para os amantes dos esportes aquáticos são as novas aulas de Canoa Havaiana, oferecidas pela Escola de Vela Minuano. Nos dias 13 e 20 de março a escola apresenta o Projeto Va’a, novo curso de Canoa Havaiana no horário das 10h às 13h com o instrutor Paulo Gatti.

Depois da onda do Stand Up Paddle, a Canoa Havaiana surge como uma nova proposta para remadores e amantes dos esportes náuticos, com um diferencial: o trabalho em equipe e o espírito de grupo é o mais marcante na modalidade que também é uma grande opção de treino físico no Guaíba. A canoa utilizada pelo do instrutor Paulo Gatti é o modelo OC6 ou Canoa Polinésia de 06 lugares. Va’a é o nome original dado ao esporte.

 

A Escola de Vela Minuano

Fundada em julho de 1975 e funcionando ininterruptamente desde então, a Escola de Vela Minuano do Veleiros do Sul é especializada no ensino da vela e responsável pela formação de gerações de velejadores em Porto Alegre. Nela as crianças aprendem as primeiras noções de vela, mas também são estimuladas ao convívio social e ao contato com a natureza. Embora o ingresso na vela de competição não seja obrigatório, as crianças podem ingressar na Flotilha Minuano da classe Optimist após concluírem a iniciação. A Escola de Vela Minuano também oferece iniciação e aprimoramento na vela para jovens e adultos, além cursos preparatórios para as habilitações da Marinha do Brasil como Arrais e Capitão Amador.

 

Créditos: Ricardo Pedebos/Veleiros do Sul

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