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Robert Scheidt disputa o Campeonato Sul-Americano da Classe Star no Rio de Janeiro

Bicampeão olímpico vai em busca do título da competição, a qual também servirá de preparação para a SSL Finals, em dezembro, nas Bahamas. Regatas nas águas cariocas começam nesta quinta-feira (8) Continuar lendo Robert Scheidt disputa o Campeonato Sul-Americano da Classe Star no Rio de Janeiro

SSL Finals: Proeiros do Brasil entre os melhores do mundo nas Bahamas

Bruno Prada em Hamburgo (Marc Roullier / SSL)

Brasil terá cinco proeiros entre as 25 duplas da final mundial da Star Sailors League a partir de 4 de dezembro no Nassau Yacht Club

São Paulo (SP) – A quinta edição da Star Sailors League Finals reunirá os melhores velejadores do mundo de 4 a 9 de dezembro em Nassau, nas Bahamas. Serão oito brasileiros disputando a premiação de 200 mil dólares: cinco proeiros e três timoneiros entre as 25 duplas selecionadas ou convidadas conforme o ranking anual da SSL, a exemplo do que acontece no tênis em relação ao ATP Finals.

Arthur Lopes em Hamburgo (Marc Roullier / SSL)

Os rankings consideram cerca de 200 regatas disputadas ao longo do ano em todos os continentes e são elaborados individualmente. Os brasileiros ocupam as seguintes posições entre os proeiros: Bruno Prada (3), Samuel Gonçalves (8), Henry Boening (9), Arthur Lopes (18) e Guilherme de Almeida (42). Na lista dos timoneiros aparecem: Lars Grael (7), Robert Scheidt (12) e Torben Grael (20).

Bruno Prada, o brasileiro mais bem colocado, venceu a primeira edição da SSL Finals em 2013 com Scheidt e foi vice-campeão em 2015 com o neozelandês Hamish Pepper. Neste ano, o tetracampeão mundial de Star terá um parceiro inédito: o sueco Freddy Loof. “Ele é um amigo e rival de longa data. Velejador de primeira linha foi nosso parceiro nos pódios olímpicos de Star dos Jogos de 2008 e 2012, com bronze e ouro”, elogiou Prada, prata e bronze com Scheidt nas duas olimpíadas, respectivamente.

Maguila com Scheidt nas Bahamas (Studio Martinez/SSL)

Velejador do Yacht Club Paulista (YCP) e integrante da Comissão de Atletas da CBVela, Prada vê uma vantagem relevante em formar dupla neste ano com Loof. “Ele foi vice-campeão da SSL Finals em 2014 e já conhece o formato da competição, o que ajudará muito. Vamos treinar em Nassau uma semana antes do evento para ajustarmos o barco e nos entrosarmos”. Nesta temporada Prada traz desempenho consistente: campeão norte-americano, terceiro colocado no Europeu, quinto na Bacardi Cup e sétimo no Mundial.

O brilho de Arthur Lopes – Embalado pela conquista do título europeu de Star ao lado de Torben Grael, há um mês em San Remo, Itália, Arthur Lopes, o Tutu, tem consciência do que é preciso fazer em Nassau. “A meta é manter a regularidade nos quatro dias da fase de classificação para ficar entre os dez que passam às quartas de final”. Tutu irá correr ao lado do alemão Hubert Merkelbach, com quem treinou e competiu recentemente no Lago de Garda, Itália.

Regata eliminatória da SSL Finals (Studio Martinez/SSL)SSL

“A vitória no Europeu traz confiança, principalmente porque o Torben não velejava de Star há quase um ano, mas na SSL Finals tudo pode acontecer. Mesmo os velejadores de outras classes estrão muito bem preparados. A maioria é profissional e tem condição de fazer um treino intensivo de dois ou três meses antes de competir nas Bahamas”, relata Tutu, grato por ter iniciado na vela com os amigos Bruno Prada, Jorge Zarif, Fábio Bodra, e outros velejadores que o inspiraram.

Também com Torben, Tutu venceu o Brasileiro de Star de 2016 em Cabo Frio (RJ). Além de Arthur Lopes e Bruno Prada, com timoneiros de outros países, o Brasil terá neste ano mais três barcos integralmente nacionais com, Scheidt e Boening (Maguila), bronze em 2016; Lars e Samuel, estreantes na SSL FInals, e ainda Torben e Guilherme, que alcançaram a sexta colocação no SSL Lake Grand Slam da Suíça em 2015, entre 80 barcos.

 

Rachele Vitello – rachele.vitello@starsailors.com Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044

 

 

World Sailing eleva status da Star Sailors League

Brasil x EUA na SSL Finals nas Bahamas (Marc Rouiller/SSL)

Conferência anual em Puerto Vallarta, México, atribui à SSL nível de Evento Especial, até hoje só conferido a outras seis competições

São Paulo (SP) – A World Sailing, o órgão máximo da vela mundial, anunciou em sua conferência anual em Puerto Vallarta, México, neste mês, que a Star Sailors League (SSL) foi reconhecida com status de Evento Especial, condição até hoje atribuída apenas a outras seis regatas: Volvo Ocean Race, America’s Cup, Extreme Sailing Series, World Match Racing Tour, PWA World Tour e World’s Kitesports Association’s Freestyle Tours.

SSL Finals de 2016 (Martinez Studio / SSL)

O status de Evento Especial garante ao órgão mundial reconhecer e sancionar as competições da SSL. A World Sailing também passará a apoiar a Liga com atividades promocionais e de marketing, além de fornecer juízes e oficiais internacionais de regata. Como parte do acordo, os eventos também serão realizados sob as Regras de Navegação e Regulamentos da World Sailing, não impedindo, porém, que a Star Sailors League altere certas regras.

Largada da SSL em Hambugo (APJ Esportes)

Idealizador e proprietário da Star Sailors League, o suíço Michel Niklaus enalteceu a atitude da entidade mundial. “A notícia vem no momento em que estamos nos preparando para a quinta edição da SSL Finals, a partir de 4 de dezembro, em Nassau, nas Bahamas. Ficamos extremamente satisfeitos pelo reconhecimento da World Sailing”, agradeceu o fundador da Star Sailors League.

Niklaus acredita que a forma de disputa seja um dos fatores de sucesso da SSL, entidade dirigida pelos próprios atletas. “Nosso sistema de classificação é inspirado no ranking ATP, do tênis, o que atrai medalhistas olímpicos, estrelas da América’s Cup, campeões mundiais de várias classes e os melhores velejadores de oceano, competindo uns contra os outros em condições de igualdade”, justifica o dirigente suíço. “A Star Sailors League celebra não apenas os atuais heróis da vela, mas as lendas que fizeram a história do nosso esporte”.

Líderes do ranking SSL, Rohart e Ponsot (FRA) (Marc Rouiller / SSL)

Reverências do mandatário – O presidente da World Sailing, com sede em Londres, o dinamarquês Kim Andersen, acrescentou: “Os eventos especiais da World Sailing mostram a variedade e a profundidade do nosso esporte, desde as máquinas de regata de alta performance da Volvo Ocean Race e da America’s Cup, até as disputas mais dinâmicas e criativas como, PWA World Tour e World’s Kitesports Association’s Freestyle Tour”.

“A Star Sailors League oferece às lendas da vela, oportunidade de competir e continuar mostrando suas habilidades. Estamos muito satisfeitos por terem se juntado à seleta família de Eventos Especiais, e ansiosos para trabalhar com Michel e sua equipe”, afirmou Andersen. O brasileiro Torben Grael é um dos vice-presidentes da World Sailing, chamada de ISAF (Federação Internacional de Vela) até 2015.

Sobre a Star Sailors League – Por iniciativa dos melhores velejadores do mundo, um circuito internacional de regatas foi lançado em janeiro de 2013, após o último ano da Star como classe olímpica, nos Jogos de Londres. Com o nome de Star Sailors League (SSL), adotou-se os rankings de timoneiros e proeiros, incluindo-se todas as regatas da classe Star, cerca de 200 por ano, com classificação mundial unificada, a exemplo do ATP World Tour criado pelos próprios jogadores em 1972.

Como no tênis, a SSL distribui prêmios em dinheiro para seus atletas e planeja organizar quatro Grand Slams e uma final mundial entre os anos 2020 e 2022. A premiação total para a SSL Finals nas Bahamas é de 200 mil dólares. A competição é realizada anualmente desde 2013 na primeira semana de dezembro com organização do Nassau Yacht Club. Em 2015 a Suíça recebeu o SSL Lake Grand Slam e no ano seguinte foi realizado o SSL City Grand Slam em Hamburgo, Alemanha. Cada um dos eventos reuniu 80 barcos da classe Star.

 

Rachele Vitello – rachele.vitello@starsailors.com

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Lars Grael entre os medalhistas olímpicos na SSL Finals nas Bahamas

Lars e Samuca: disputa inédita (Divulgação / SSL)

A 40 dias da competição, mais lendas da vela confirmam presença; para Lars Grael e Samuca, regatas de dezembro em Nassau serão inéditas

São Paulo (SP) – A lista de convidados ainda está em formação e vai ganhando peso a cada nome incluído. A Star Sailors League Finals 2017, de 4 a 9 de dezembro nas Bahamas, reunirá 25 duplas e terá nível de campeonato mundial ou olimpíada, com premiação de 200 mil dólares. Entre os brasileiros, estão confirmados Lars Grael e Samuel Gonçalves, Robert Scheidt e Henry Boening (Maguila), além de Bruno Prada, que correrá com Freddy Loof (SUE), e de Torben Grael que estará ao lado de Guilherme de Almeida.

Freddy Loof, novo parceiro de Bruno Prada (Divulgação/SSL)

Entre os medalhistas olímpicos confirmados recentemente estão os brasileiros Robert Scheidt e Lars Grael. Scheidt tem cinco pódios, sendo dois ouros e uma prata na Laser, uma prata e um bronze na Star. Lars conquistou dois bronzes na classe Tornado nos Jogos de 1988 e de 1996. Será a primeira participação de Lars e de seu proeiro Samuca na SSL Finals. Lars é o brasileiro mais bem colocado no ranking dos timoneiros da SSL, com a quinta posição. Bruno Prada é o terceiro entre os proeiros. O Brasil ainda terá o proeiro Arthur Lopes (Tutu).

Campeão olímpico Paul Goodison: (Divulgação/SSL)

Lars e Samuca estão em San Remo, Itália, disputando o Campeonato Europeu de Star. Neste ano a dupla conquistou o Brasileiro, em Brasília, e foi vice-campeã mundial na Dinamarca. “A Star Sailors League sempre nos convidou, mas a agenda profissional impediu nossa participação. Neste ano será um prazer disputar um evento tão bem organizado e que projeta não apenas a classe Star, mas a vela internacional”, afirma Lars Grael.

O campeão mundial de Star em 2015 demonstra que está entusiasmado com a inédita disputa organizada pelo Nassau Yacht Club. “A presença de vários atletas do País na SSL Finals, reflete quanto os brasileiros são respeitados e admirados na vela. Será uma experiência única. Eu e Samuel faremos o melhor possível em favor da imagem da classe”, enfatiza o presidente da ISCYRA (International Star Class Yachting Racing Association), Lars Grael.

Outros medalhistas olímpicos confirmados nesta semana são europeus. O sueco Freddy Loof foi bronze em Pequim (2008) e ouro em Londres (2012), rivalizando com Scheidt e Prada, além de um bronze na classe Finn em Sydney (2000). Georgy Shaydoku será o primeiro russo na SSL Finals. Foi vice-campeão olímpico de Soling em Atlanta (1996). O britânico Paul Goodison conquistou o ouro na Laser nos Jogos de Pequim e, assim como Loof, acumula experiência na lendária America’s Cup.

Bronze para Robert e Maguila em 2016 (Divulgação / SSL)

Emoção ao vivo – Durante quatro dias, as 25 tripulações brigarão por dez vagas para o dia decisivo, sábado (9/12), quando serão disputadas quartas de final, semifinal e final. O primeiro colocado da fase de classificação irá direto à final, o segundo, à semifinal. Assim, os barcos posicionados entre terceiro e décimo lugares correm as quartas de final. As três regatas eliminatórias serão disputadas por oito, seis e quatro duplas sucessivamente, com a eliminação dos três últimos nas quartas e na semifinal.

A emoção da SSL Finals será transmitida ao vivo pelo site: starsailors.com, incluindo-se as participações de comentaristas especializados e convidados especiais no estúdio. Na água, câmeras de alta tecnologia e o sofisticado sistema “Virtual Eye 3D Graphics”, alternarão imagens reais da Baia de Montagu com a telemetria das regatas, apontando distância, velocidade e classificação dos barcos em tempo real.

 

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Scheidt conquista medalha de bronze na sua volta à classe Star

Medalha de bronze na SSL Finals (Troels Lykke/SSL)
Medalha de bronze na SSL Finals (Troels Lykke/SSL)
São Paulo (SP) – Robert Scheidt é medalha de bronze na Star Sailors League (SSL), em Nassau, nas Bahamas. Em seu retorno à classe Star após dois anos dedicados ao ciclo olímpico da Rio 2016 na Laser, velejou ao lado Henry Boenning, o Maguila, e subiu ao pódio logo na primeira competição. “Foi um ótimo resultado. Eu não velejava de Star há muito tempo e logo no meu primeiro campeonato com o Maguila chegamos ao pódio”, disse o bicampeão e maior medalhista brasileiro em Olimpíadas.

A decisão da SSL foi no sábado, 3 de dezembro, e não faltou emoção com as disputas em sistema de eliminatórias. Scheidt e Maguila ganharam as quartas de final e chegaram em segundo na semi para, na sequência, conquistar o bronze. A dupla brasileira chegou a liderar a primeira das quatro pernas da regata final, mas foi ultrapassada pelos norte-americanos Mendelblat e Fatih e pelos franceses Rohart e Ponsot, campeões e vice, respectivamente. “Tivemos a chance de vencer, mas em uma regata decisiva é preciso escolher um dos lados da raia, não adianta ficar no meio. Tomamos a decisão que achamos correta. Mas o importante é chegar ao pódio”, analisou o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

As regatas deste sábado (3) foram disputadas com vento nordeste entre 12 e 14 nós na Baía de Montagu e a eliminação de três tripulações a cada regata garantiu uma dosa extra de dramaticidade às quartas de final e semifinal, que reuniram oito e seis barcos, respectivamente. A final contou com quatro duplas. Os vencedores da primeira fase, Negri e Lambertenghi, da Itália, juntaram-se aos três primeiros da semifinal, os timoneiros Scheidt, Rohart e Mendelblat. Os italianos dominaram a fase de classificação e mais uma vez acabaram em quarto lugar, a exemplo de 2013 em Nassau e do SSL City Grand Slam de Hamburgo (ALE) deste ano.

Robert e Maguila comemoram em Nassau (Troels Lykke/SSL)
Robert e Maguila comemoram em Nassau (Troels Lykke/SSL)

A SSL Finals 2016 distribuiu premiação geral de US$ 200 mil, sendo US$ 40 mil para os campeões, US$ 30 mil para os segundos colocados e US$ 25 mil para os terceiros. Neste ano, a competição reuniu 25 duplas, incluindo 16 medalhistas olímpicos, campeões mundiais, além de vencedores de America’s Cup e Regata Volta ao Mundo. Os campeões somaram quatro mil pontos no ranking da SSL.

Classificação da SSL Finals 2016

  1. Mendelblat/Fatih (USA)
  2. Rohart/Ponsot (FRA)
  3. Scheidt/Maguila (BRA)
  4. Negri/Lambertenghi (ITA)
  5. Polgar/Koy (ALE)
  6. Szabo (EUA)/Natucci (ITA)
  7. Kuznierewicz/Zycki (POL)
  8. Christensen/Milrie (DEN)
  9. Stipanovic/Sitic (CRO)
  10. Fantela/Arapovic (CRO)

 

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser

Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Brasil é bronze na Star Sailors League Finals nas Bahamas

Scheidt e Maguila com o bronze (Troels Lykke/SSL )
Scheidt e Maguila com o bronze (Troels Lykke/SSL )

Campeão na primeira edição em 2013 com Bruno Prada, neste ano Robert Scheidt retorna ao pódio em Nassau ao lado de Henry Boening , o Maguila

Nassau (BAH) – Scheidt e Maguila venceram a regata das quartas de final, chegaram em segundo na semi e conquistaram o bronze na prova decisiva, garantindo assim, o pódio na Star Sailors League Finals (SSL) nas Bahamas. Mendelblat e Fatih (EUA) sagraram-se bicampeões (2014 e 2016), enquanto os franceses Rohart e Ponsot ficaram com a medalha de prata. As regatas deste sábado (3) foram disputadas com vento nordeste entre 12 e 14 nós na Baía de Montagu.

Contravento na regata final (Troels Lykke/SSL )
Contravento na regata final (Troels Lykke/SSL )

A eliminação de três tripulações a cada regata garantiu a emoção nas quartas de final e semifinal disputadas respectivamente por oito e seis barcos. A final reuniu quatro duplas: os vencedores da primeira fase, Negri e Lambertenghi (ITA), juntaram-se aos três primeiros da semifinal, os timoneiros Scheidt, Rohart e Mendelblat. Os italianos dominaram a fase de classificação e mais uma vez acabaram em quarto lugar, a exemplo de 2013 em Nassau e do SSL City Grand Slam de Hamburgo (ALE) deste ano.

Scheidt e Maguila chegaram a liderar a primeira das quatro pernas da regata final, mas acabaram ultrapassados por Mendelblat e Rohart. “Tivemos a chance de vencer, mas em uma regata decisiva é preciso escolher um dos lados da raia, não adianta ficar no meio. Tomamos a decisão que achamos correta. Foi um ótimo resultado. Eu não velejava de Star há muito tempo e logo no meu primeiro campeonato com o Maguila chegamos ao pódio”, analisou Scheidt, maior medalhista olímpico do País.

O bicampeão em Nassau, Mark Mendelblatt, comemorou o título de 2016 e não poupou elogios ao parceiro. “A batalha foi muito dura, a exemplo de nossa vitória há dois anos. Eu disse ao Brian: ‘vamos manter os pés no chão e continuar tentando, pensando em uma regata por vez’. Ele (Brian Fatih) fez um ótimo trabalho na proa do barco, principalmente na semifinal e final”.

Brasileiros antes da regata decisiva (Troels Lykke/SSL )
Brasileiros antes da regata decisiva (Troels Lykke/SSL )

A SSL Finals 2016 distribuiu premiação geral de 200 mil dólares, sendo 40 mil para os campeões, 30 mil para os segundos colocados, 25 mil para os terceiros e assim sucessivamente. Neste ano, a competição reuniu 25 duplas, incluindo 16 medalhistas olímpicos, campeões mundiais, além de vencedores de America’s Cup e Regata Volta ao Mundo. Os campeões somaram quatro mil pontos no ranking da SSL.

Mais informações: finals.starsailors.com

Classificação da SSL Finals 2016

  1. Mendelblat/Fatih (USA)
  2. Rohart/Ponsot (FRA)
  3. Scheidt/Maguila (BRA)
  4. Negri/Lambertenghi (ITA)
  5. Polgar/Koy (ALE)
  6. Szabo (EUA)/Natucci (ITA)
  7. Kuznierewicz/Zycki (POL)
  8. Christensen/Milrie (DEN)
  9. Stipanovic/Sitic (CRO)
  10. Fantela/Arapovic (CRO)

 

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Scheidt e Boenning estão mais perto da decisão da SSL

Scheidt e Boenning buscam classificação para as finais (Marc Roullier / SSL)
Scheidt e Boenning buscam classificação para as finais (Marc Roullier / SSL)

Dupla brasileira disputa as duas últimas regatas da fase de classificação nesta sexta-feira (2) já focada nas finais de sábado (3). Nesta quinta-feira, Scheidt e Boenning tiveram um dia difícil em Nassau e caíram da liderança para a terceira posição

São Paulo (SP) – Robert Scheidt segue no top 3 rumo às finais da Star Sailors League (SSL), em Nassau. Nesta sexta-feira (2), duas regatas encerram a primeira fase e os 10 barcos mais bem classificados avançam para a decisão, sábado (3), quando acontecem as quartas-de-final, semifinal e final, sempre em disputas eliminatórias. Ao lado Henry Boenning, o Maguila, o maior medalhista olímpico do Brasil luta pelo bicampeonato nas Bahamas.

A quinta-feira (1) reservou as maiores dificuldades para Scheidt/Maguila nesta edição da SSL. Nas três regatas do dia, a dupla não conseguiu velejar na frente. Com isso, obteve um 16º, 11º e 5º lugares e caiu da liderança geral para o terceiro lugar, com 33 pontos perdidos. A ponta da tabela agora é ocupada pelos norte-americanos Mark Mendelblatt e Brian Fatih, com 24 pontos perdidos, seguidos pelos Diego Negri e Sergio Lambertenghi, com 30. Os demais brasileiros na disputa estão fora do top 10. Torben Grael e Guilherme de Almeida estão em 17º (111 pontos perdidos), enquanto Jorge Zarif e Bruno Prada aparecem em 18º lugar (127 pontos perdidos).

Apesar de ter permanecido dois anos afastado da classe Star em função do ciclo olímpico na Laser para a Rio 2016, Scheidt prova que não ‘perdeu a mão’ na Star. Tanto que segue na firme na briga pelo bicampeonato. Em 2013, venceu a primeira edição da SSL Finals ao lado de Bruno Prada. “Vamos lutar, neste último dia da classificação, pelo segundo lugar geral, o que garante a passagem diretamente para a semifinal. Seria uma grande vantagem, porém, o mais o importante é passar de fase. Com previsão de vento fraco, tudo é possível. São apenas três pontos de diferença para os italianos. Dá para buscar”, disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A Star Sailors League reúne os 25 melhores timoneiros e proeiros da temporada de 2016. Todos estão em busca da premiação geral de 200 mil dólares (cerca de 650 mil reais). Entre as 25 duplas que formam a flotilha, estão 16 campões mundiais e seis medalhistas de ouro em Olimpíada.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser

Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Dupla brasileira rumo às finais da SSL nas Bahamas

Tensão na largada em Nassau (Martinez Studio / SSL)
Tensão na largada em Nassau (Martinez Studio / SSL)

Scheidt e Maguila estão em terceiro lugar na classificação geral e fecham a primeira fase da Star Sailors League com mais duas regatas nesta sexta (2/12)

Nassau (BAH) – Uma brisa leve que não passou de nove nós (17 km/h) impulsionou as três regatas desta quinta-feira (1º/12), penúltimo dia da fase de classificação da Star Sailors League Finals em Nassau nas Bahamas. Largar bem e se manter em espaço livre na raia foi fundamental nessas condições. A qualidade e o equilíbrio da flotilha faz com que os barcos cheguem praticamente juntos na primeira marca de contravento. Foi necessário adquirir velocidade para fugir do enrosco entre os cascos no contorno das boias ao final da primeira perna de cada regata.

Mark Mendleblatt e Brian Fatih (EUA) correram sem problemas para obter quarto, quinto e primeiro lugares, assumindo a liderança da fase. Diego Negri e Sergio Lambertenghi (ITA) começaram o dia marcando um modesto 19º lugar. No entanto, recuperaram-se com segunda e terceira colocações e mantiveram a vice-liderança. Robert Scheidt e Henry Boening (BRA) não conseguiram repetir o excelente desempenho de quarta-feira (30). Cruzaram a chegada em 16º e 11º lugares, para fechar o dia com uma quinta colocação que lhes deixam na terceira posição geral.

Mendelblat e Fatih (EUA) (Martinez Studio / SSL)
Mendelblat e Fatih (EUA) (Martinez Studio / SSL)

Os franceses Xavier Rohart e Pierre-Alexis Ponsot tiveram ótimo desempenho com dois segundos e um sexto lugares, saltando para o quarto lugar na classificação geral. Sime Fantela e Antonio Arapovic (CRO) formam agora a principal equipe convidada vip. Conquistaram vitória convincente na primeira regata do dia. Subiram do 11º para o quinto lugar na tabela. Torben e Madá estão em 17º, Zarif e Prada enfrentam os problemas provocados pela quebra do mastro no segundo dia e ocupam a 19ª posição.

Fantela chegou à Nassau como campeão olímpico da classe 470 nos Jogos Rio 2016. “Foi um dia perfeito para mim. O vento leve nos ajudou porque nossa tripulação também é leve. A primeira regata foi incrível. Tínhamos boas táticas, boa velocidade e controlávamos os adversários. Talvez um caminho para as finais, mas ainda faltam duas regatas e tudo é possível”, considerou o croata.

Negri e Lambertenghi (ITA) (Martinez Studio / SSL)
Negri e Lambertenghi (ITA) (Martinez Studio / SSL)

Paul Cayard e Joshua Revkin (EUA) obtiveram três colocações entre os dez primeiros, assim como Augie Diaz e Arnie Baltins, também dos EUA. Robert Stanjeck e Frithjof Kleen (GER) venceram uma regata. “Navegamos muito bem, porém, com o vento mais fraco quando você faz boa largada fica mais fácil manter a liderança e a ‘pista livre’ para ampliar a distância”, avaliou o alemão Stanjeck.

O medalhista de bronze da Laser nos Jogos do Rio, Sam Meech, da Nova Zelândia, não teve a melhor sorte nas regatas do dia. Os problemas com as velas aumentaram suas dificuldades ao lado do vencedor da América’s Cup Craig Monk. Os Kiwis ainda chegaram em oitavo lugar na última regata e recuperaram o ânimo. “É um evento fantástico, com grandes velejadores em cenário excepcional. Ambos estamos encantados com a SSL Finals em Nassau”, afirmou Monk.

Vela ao vivo na internet – As regatas decisivas desta sexta-feira começam às 14h de Brasília, com transmissão ao vivo no finals.starsailors.com . Apenas as dez primeiras equipes seguirão para as eliminatórias neste sábado: quartas de final, seminal e final em sequência. A premiação geral do campeonato é de 200 mil dólares. Primeiro e segundo colocados entre as 25 tripulações terão o privilégio de seguir para final e semifinal respectivamente.

A SSL Finals transmite as regatas ao vivo, na íntegra, pela Internet com comentários de especialistas e convidados especiais, incluindo Dennis Conner, quatro vezes vencedor da America’s Cup. Na água, a mais recente tecnologia em câmera de alta definição, bem como o Virtual Eye 3D, garantem emoção e completa visualização da raia aos fãs da vela. Em 2015, as transmissões diretamente de Nassau atingiram 100 mil acessos de audiência.

Os brasileiros Zarif e Prada (Martinez Studio / SSL)
Os brasileiros Zarif e Prada (Martinez Studio / SSL)

Classificação após nove regatas (um descarte)

1. Mendelblat/Fatih (USA) – 24 pontos perdidos

2. Negri/Lambertenghi (ITA) – 30 pp

3. Scheidt/Maguila (BRA) – 33 pp

4. Rohart/Ponsot (FRA) – 51 pp

5. Fantela/Arapovic (CRO) – 74 pp

6. Kuznierewicz/Zycki (POL) – 74 pp

7. Polgar/Koy (ALE) – 78 pp

8. Stipanovic/Sitic (CRO) – 80 pp

9. Olezza/Melo (ARG/POR) – 81 pp

10. Christensen/Milrie (DEN) – 85 pp

17. Torben/Guilherme (BRA) – 111 pp

18. Zarif/Prada (BRA) – 127 pp

Rachele Vitello – rachele.vitello@gmail.com

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Scheidt e Boenning assumem a liderança da SSL nas Bahamas

Scheidt e Boenning: regularidade no segundo dia (Martinez Studio / SSL)
Scheidt e Boenning: regularidade no segundo dia (Martinez Studio / SSL)

Bicampeão olímpico mantém regularidade no segundo dia de competições em Nassau para assumir a ponta

São Paulo (SP) – Robert Scheidt é reconhecido como um dos maiores velejadores da história. E não é por acaso. Após dois anos afastado da classe Star em função do ciclo olímpico na Laser para a Rio 2016, o brasileiro protagoniza um retorno em grande estilo. Ao lado Henry Boenning, o Maguila, o bicampeão olímpico lidera Star Sailors League (SSL), disputada em Nassau, nas Bahamas, e segue ao sabor do vento em busca do título.

Scheidt/Boenning assumiu a ponta na tabela da SSL com os resultados obtidos nas quatro regatas da quarta-feira (30), segundo dia de disputas. Após um 1º e um 7º lugares na estreia, na terça-feira (29), a dupla brasileira mostrou regularidade extrema e completou as provas seguintes em 2º, 3º, 3º e 1º lugares. Com isso, tem 10 pontos perdidos e está à frente dos italianos Negri/Lambertenghi (12 pontos perdidos) e dos norte-americanos Mendelblat/Fatih (14), segundo e terceiro colocados na classificação geral, respectivamente. Nesta quinta-feira (1), os atletas voltam ao mar para a sequência da competição que termina sábado (3).

Robert está em Nassau em busca do bicampeonato. Ao lado de Bruno Prada, venceu a primeira edição da SSL Finals, em 2013, também nas Bahamas. “Conseguimos administrar bem a pressão dos adversários e fizemos escolhas acertadas ao longo das regatas. Vamos trabalhar para seguir assim até o final. Nesta primeira etapa da disputa, nosso objetivo é nos mantermos entre os dez primeiros para garantirmos vaga nas quartas de final”, disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Além de Scheidt/Boenning, o Brasil é representado por mais duas duplas em Nassau. Torben Grael/Guilherme de Allmeida está em 14º, enquanto Jorge Zarif/Bruno Prada ocupa o 16º lugar. Depois de 11 regatas (um descarte), previstas até sexta-feira (2), apenas dez dos 25 barcos que iniciaram a disputa seguirão às quartas de final da Star Sailors League, que reúne os melhores timoneiros e proeiros da temporada de 2016. Todos estão em busca da premiação geral de 200 mil dólares (cerca de 650 mil reais). Nessa flotilha, estão 16 campões mundiais e seis medalhistas de ouro em Olimpíada.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser

Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Bahamas dá a largada para Star Sailors League Finals

Brasileiros treinam em Nassau (Marc Roullier / SSL )
Brasileiros treinam em Nassau (Marc Roullier / SSL )

Velejadores olímpicos, campeões mundiais, vencedores de Regata Volta ao Mundo e de America’s Cup representam 17 países a partir desta terça (29) em Nassau

Nassau (BAH) – A fase de classificação da Star Sailors League (SSL) Finals começa nesta terça-feira (29) com sede no Nassau Yacht Club, nas Bahamas, pelo quarto ano consecutivo, após abertura oficial do evento na Casa do Governo das Bahamas. São 25 tripulações reunindo os melhores velejadores do mundo, não apenas da classe Star, considerada a mais nobre entre os monotipos. Os três medalhistas olímpicos da Laser nos Jogos Rio 2016 competem na SSL Finals com premiação de 200 mil dólares e transmissão ao vivo pela internet (www.finals.starsailors.com) a partir das 16h de Brasília (13h local).

Apenas o Brasil, terá 12 medalhas olímpicas na raia com as cinco de Robert Scheidt e de Torben Grael, mais duas de Bruno Prada. Seus respectivos parceiros são: Henry Boening (Maguila), Guilherme de Almeida (Madá) e Jorge Zarif. Nesta quarta edição do SSL Finals, todos os vencedores dos eventos SSL estarão presentes: George Szabo (EUA) ganhou o SSL Lake Grand Slam em Grandson, Suíça, e a SSL Finals em 2015; Robert Scheidt venceu a primeira edição da SSL Finals em 2013; Mark Mendelblatt (EUA) ganhou em 2014; Xavier Rohart (FRA) foi campeão no primeira SSL City Grand Slam em Hamburgo, Alemanha, em maio deste ano.

Scheidt e Maguila (Marc Roullier / SSL )
Scheidt e Maguila (Marc Roullier / SSL )

Além dos brasileiros, mais heróis da vela competem em Nassau: Jochen Shümann (ALE) com três ouros olímpicos e uma prata nas classes Finn e Soling mais dois títulos de America’s Cup; Mateusz Kusznierewicz (POL), um ouro e um bronze olímpico na Finn; Paul Cayard (EUA), campeão mundial de Star e vencedor da Louis Vuitton Cup e Volvo Ocean Race; o presidente da SSL Xavier Rohart (FRA), bronze na Star em Atenas. O croata Sime Fantela, ouro na 470 nos Jogos Rio 2016, também está entre os campeões.

Duelo entre Torben e Scheidt (Marc Roullier / SSL )
Duelo entre Torben e Scheidt (Marc Roullier / SSL )

Cerimônia de abertura na Casa do Governo das Bahamas – As cortinas se abriram oficialmente para a SSL Finals nesta segunda-feira (28) na Casa do Governo das Bahamas, em Nassau, na presença de Sua Excelência, Dama Marguerite Matilda Pindling. Uma delegação de 20 representantes da SSL se reuniu com o Governador Geral em “Chamada de Cortesia”. As 25 duplas foram apresentadas para 300 convidados.

É a primeira vez que a Star Sailors League e a Secretaria de Regata do Ministério da Agricultura e Recursos Marinhos das Bahamas trabalham em conjunto com o objetivo de aproximar os campeões da SSL dos velejadores locais e dos barcos a vela típicos da região. No domingo (4) será organizada a “Best of The Best Regatta, depois de conhecidos os vencedores da SSL Finals 2016.

Robert e Maguila em Nassau (Marc Roullier / SSL )
Robert e Maguila em Nassau (Marc Roullier / SSL )

A SSL desenvolveu um novo formato de corrida em colaboração com alguns dos velejadores mais experientes e qualificados do mundo. A ideia principal é criar pressão sobre os atletas e levar emoção ao público pela internet, garantindo ao mesmo tempo que a competição mantenha a essência da vela, em relação à técnica e à tática. As 25 tripulações correm 11 regatas, todos contra todos, de terça a sexta-feira. No sábado, as dez mais bem classificadas disputam quartas de final, semifinal e final em formato eliminatório.

16 Medalhistas olímpicos

Jochen Schümann (3 ouros e 1 prata) – ALE

Torben Grael (2 ouros, 1 prata, 2 bronzes, 1VOR e 1 LVC) – BRA

Robert Scheidt (2 ouros, 2 pratas e 1 bronze) – BRA

Mateusz Kusznierewicz (1 ouro e 1 bronze) – POL

Sime Fantela (1 ouro) – CRO

Tom Burton (1 ouro) – AUS

Vasilij Zbogar (2 pratas e 1 bronze) – SLO

Xavier Rohart (1 bronze) – FRA

Jonas Høgh-Christensen (1 prata) – DEN

Bruno Prada (1 prata e 1 bronze) – BRA

Pascal Rambeau (1 bronze) – FRA

Ingo Borkowski (1 prata) – ALE

Tonci Stipanovic (1 prata) – CRO

Caleb Paine (1 bronze) – EUA

Sam Meech (1 bronze) – NZL

Craig Monk (1 bronze e 2 America’s Cup) – NZL

Campeões mundiais de Star

Robert Scheidt – BRA

Bruno Prada – BRA

Paul Cayard – EUA

Robert Stanjek – ALE

George Szabo – EUA

Augie Diaz – EUA

Campeões europeus ou norte-americanos de Star

Johannes Polgar – GBR

Diego Negri – ITA

Mark Mendelblatt – EUA

Hubert Merkelbach – ALE

 

Rachele Vitello – rachele.vitello@gmail.com

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com

MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044