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Scheidt volta a competir na classe laser na Copa Brasil, em Florianópolis

Após conquistar o título sul-americano de star, no final de semana, no Rio de Janeiro, bicampeão olímpico retorna a classe que o consagrou. Mas já avisa, seu objetivo é ‘curtir o prazer da velejada’ Continuar lendo Scheidt volta a competir na classe laser na Copa Brasil, em Florianópolis

Robert Scheidt conquista o título sul-americano da classe Star no Rio de Janeiro

Bicampeão olímpico venceu a primeira regata e foi vice na segunda disputa deste domingo (11) para sair da quarta colocação na classificação geral para o lugar mais alto do pódio. Mas a conquista só veio no critério de desempate com Lars Grael Continuar lendo Robert Scheidt conquista o título sul-americano da classe Star no Rio de Janeiro

Scheidt luta pelo título Sul-Americano da classe Star neste domingo, no Rio de Janeiro

Bicampeão olímpico cruzou em terceiro na única regata deste sábado (10), terminou o dia na quarta colocação na classificação geral e entra no último dia de disputas com chances de ser campeão nas águas cariocas Continuar lendo Scheidt luta pelo título Sul-Americano da classe Star neste domingo, no Rio de Janeiro

Robert Scheidt disputa o Campeonato Sul-Americano da Classe Star no Rio de Janeiro

Bicampeão olímpico vai em busca do título da competição, a qual também servirá de preparação para a SSL Finals, em dezembro, nas Bahamas. Regatas nas águas cariocas começam nesta quinta-feira (8) Continuar lendo Robert Scheidt disputa o Campeonato Sul-Americano da Classe Star no Rio de Janeiro

Scheidt conquista medalha de prata na classe Star da Bacardi Cup

Robert e Fatih em Miami (Tim Wilkes / Divulgação)

Bicampeão olímpico cruzou a linha de chegada em 2º na última regata da competição, neste sábado (10), em Miami. Brasileiro velejou ao lado do proeiro norte-americano Brian Fatih e se mostrou satisfeito com o resultado na disputa de alto nível e que envolveu 80 barcos

São Paulo (SP) – Robert Scheidt é medalha de prata na edição 2018 da Classe Star na Bacardi Cup. Neste sábado (10), em Miami, nos Estados Unidos, o bicampeão olímpico cruzou a linha de chegada em 2º lugar na última regata da competição. Com isso, ganhou uma posição no pódio, subindo do 3º para 2º na classificação geral. O título não ficou com o velejador brasileiro e seu proeiro, o norte-americano Brian Fatih, por dois pontos. Os campeões, os italianos Diego Negri e Sergio Lambertenghi terminaram com 14 pontos perdidos, contra 16 de Scheidt/Fatih.

Scheidt e Fatih, vice-campeões (Tim Wilkes / Divulgação)

Scheidt se mostrou satisfeito com o resultado. “Largamos muito bem neste sábado, lideramos praticamente a regata inteira, mas no final, próximo da linha de chegada, o Iain Percy, da Inglaterra, nos ultrapassou e cruzamos na segunda colocação. Com isso, terminamos com a medalha de prata. Pesou um pouco a corrida do 15º lugar, pois, se tivéssemos um descarte melhor, as coisas poderiam ter sido diferentes. Mas no geral, foi ótimo ter vindo para Miami. Fizemos uma competição consistente e conseguimos um bom resultado. Foi ótimo ter velejado na Bacardi Cup, com tantos barcos em um nível tão alto”, analisou o maior medalhista do Brasil, com cinco pódios, e que tem patrocínio do Banco do Brasil, Rolex e apoio do COB e CBVela.

O grande objetivo de Scheidt na Star, em 2018, é a SSL Finals, em dezembro, nas Bahamas, competição a qual conquistou a medalha de prata em 2017, ao lado do proeiro Henry Boenning, o Maguila. Antes, deve disputar o Campeonato Paulista, em Guarapiranga, na Páscoa. “No segundo semestre, vou encaixar o Campeonato Sul-Americano, no Rio de Janeiro, em novembro. Mas pode ser que eu ainda entre em mais competições. Tudo vai depender da agenda”, conta Robert.

Largada da Classe Star (Tim Wilkes / Divulgação)

Além de Robert Scheidt, o Brasil teve mais barcos na disputa da Bacardi Cup. Lars Grael e Samuel Gonçalves terminaram na quarta posição e os demais velejadores brasileiros conseguiram os seguintes resultados finais: Alessandro Pascolato/Henry Boening (27º lugar), Admar Gonzaga Neto/Alexandre Figueiredo de Freitas (32º), Fabio Prada/Cristiano Ruschmann (40º), Marcelo Fuchs/Ubiratan Matos (76º). O proeiro brasileiro Bruno Prada, que veleja com o norte-americano Augie Diaz, ficou na 12º colocação.

Vela oceânica – Scheidt está se dividindo entre um amor antigo e uma nova paixão em 2018. O bicampeão olímpico traçou os objetivos para a nova temporada ancorado em dois pilares, a Classe Star e a Vela Oceânica. Fora do ciclo para os Jogos do Japão, em 2020, o velejador de 44 anos se mostra animado com o desafio de se manter competitivo em duas categorias diferentes do iatismo.

“A temporada 2018 está sendo bem interessante, pois estou mesclando competições na Star, uma de minhas maiores paixões, com a novidade que será a campanha no TP 52, uma das grandes competições de Vela Oceânica do mundo”, revela Scheidt. O novo projeto ratifica suas palavras do velejador ao anunciar, no fim de 2017, a desistência de lutar por uma vaga nos Jogos do Japão, quando garantiu que não se aposentadoria.

Scheidt vai integrar a equipe Phoenix na TP 52 e está animado. “É um projeto brasileiro, com tripulação quase integralmente nacional, boa parte composta por velejadores olímpicos. Serei o tático do barco e estou bem empolgado. É uma oportunidade legal de voltar a competir na classe oceânica em alto nível, retornar para esse mundo de barcos grandes em um dos melhores circuitos do mundo”, revela. Em 2001, como timoneiro do barco ESPN Brasil, ele ganhou o Campeonato Brasileiro, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em 2009 e 2010, integrou a tripulação do italiano Luna Rossa na TP 52.

A primeira disputa na TP 52 será em maio, em uma regata preparatória em Palma de Mallorca, na Espanha. Depois, serão cinco etapas da 52 Super Series 2018: Sibenik 52 Super Series Sailing Week – 22 a 27 de maio – Sibenik, Croácia; 52 Super Series Zadar Royal Cup –19 a 24 de junho – Zadar, Croácia; Rolex TP52 World Championship Cascais 2018 – 16 a 21 de julho- Cascais, Portugal; Puerto Portals 52 Super Series Sailing Week –2 0 a 25 de agosto – Mallorca, Espanha; 52 Super Series Valencia Sailing Week – 17-22 de setembro – Valencia, Espanha.

Carreira vitoriosa – Robert Scheidt tem duas medalhas de ouro olímpicas (Atlanta/96 e Atenas/2004 e uma prata (Sidney/2000) na classe Laser, mais uma prata e um bronze na Star (Pequim/2008 e Londres/2012). Ao todo, são 11 títulos mundiais na Laser e três na Star. Na Rio/2106, terminou na quarta colocação. Scheidt tem patrocínio do Banco do Brasil e Rolex e apoio do COB e CBVela.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:
Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
Bronze : Londres/2012 (Star)

177 títulos – 86 internacionais e 91 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016. Em novembro de 2017, pela Star, conquistou a Taça Royal Thames.

Laser
– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013
*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt
– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star
– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*
*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe
– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

Mais informações:
Site: www.robertscheidt.com.br
Twitter: @robert_scheidt
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ZDL – Rafael De Marco / Doro Jr. – Mtb 13209
E-mail: rafael@zdl.com.br
Tels: (11) 3285-5911
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Scheidt mantém regularidade, segue no top 3 e luta pelo título

Scheidt (centro) em ação em Miami (Divulgação)

Bicampeão olímpico cruzou a linha de chegada em 3º na regata desta sexta-feira (9), em Miami. Brasileiro veleja ao lado do proeiro norte-americano Brian Fatih na competição que reúne alguns dos melhores velejadores do mundo em Miami

São Paulo (SP) – Robert Scheidt manteve a regularidade na edição 2018 da Classe Star na Bacardi Cup. Nesta sexta-feira (9), em Miami, nos Estados Unidos, o bicampeão olímpico cruzou a linha de chegada em 3º lugar e se manteve no top 3 na classificação geral. Neste sábado (10), o velejador brasileiro e seu proeiro, o norte-americano Brian Fatih, lutam pelo título na regata final da competição norte-americana, que conta com 80 barcos.

“Fizemos a regata inteira em terceiro. Tivemos uma possibilidade de atacar os italianos (Diego Negri/Sergio Lambertenghi), que estavam em segundo, mas não conseguimos passar. A vitória foi do Lars Grael e Samuel Gonçalves. Já os noruegueses Eivind Melleby e Joshua Revkin, que lideravam a competição, ficaram em 9º. Com isso, as coisas embolaram um pouco. Agora, os italianos estão na frente, com quatro pontos de vantagem, e depois aparecem três times empatados com 14 pontos perdidos, nós, o Lars e o Melleby. Esses quatro têm a chance de levantar o título e vamos brigar com tudo na regata final”, analisou o maior medalhista do Brasil, com cinco pódios, e que tem patrocínio do Banco do Brasil, Rolex e apoio do COB e CBVela.

Scheidt e Fatih (Divulgação)

Além de Robert Scheidt e Lars Grael, o Brasil tem mais barcos na disputa em Miami: Alessandro Pascolato / Henry Boening (24º lugar), Admar Gonzaga Neto / Alexandre Figueiredo de Freitas (31º), Fabio Prada / Cristiano Ruschmann (42º), Marcelo Fuchs / Ubiratan Matos (74º). O proeiro brasileiro Bruno Prada, que veleja com o norte-americano Augie Diaz, está na 9º colocação.

Temporada 2018 – Scheidt está se dividindo entre um amor antigo e uma nova paixão em 2018. O bicampeão olímpico traçou os objetivos para a nova temporada ancorado em dois pilares, a Classe Star e a Vela Oceânica. Fora do ciclo para os Jogos do Japão, em 2020, o velejador de 44 anos se mostra animado com o desafio de se manter competitivo em duas categorias diferentes do iatismo.

“A temporada 2018 está sendo bem interessante, pois estou mesclando competições na Star, uma de minhas maiores paixões, com a novidade que será a campanha no TP 52, uma das grandes competições de Vela Oceânica do mundo”, revela Scheidt. O novo projeto ratifica suas palavras do velejador ao anunciar, no fim de 2017, a desistência de lutar por uma vaga nos Jogos do Japão, quando garantiu que não se aposentadoria.

Scheidt vai integrar a equipe Phoenix na TP 52 e está animado. “É um projeto brasileiro, com tripulação quase integralmente nacional, boa parte composta por velejadores olímpicos. Serei o tático do barco e estou bem empolgado. É uma oportunidade legal de voltar a competir na classe oceânica em alto nível, retornar para esse mundo de barcos grandes em um dos melhores circuitos do mundo”, revela. Em 2001, como timoneiro do barco ESPN Brasil, ele ganhou o Campeonato Brasileiro, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em 2009 e 2010, integrou a tripulação do italiano Luna Rossa na TP 52.

A primeira disputa na TP 52 será em maio, em uma regata preparatória em Palma de Mallorca, na Espanha. Depois, serão cinco etapas da 52 Super Series 2018: Sibenik 52 Super Series Sailing Week – 22 a 27 de maio – Sibenik, Croácia; 52 Super Series Zadar Royal Cup –19 a 24 de junho – Zadar, Croácia; Rolex TP52 World Championship Cascais 2018 – 16 a 21 de julho- Cascais, Portugal; Puerto Portals 52 Super Series Sailing Week –2 0 a 25 de agosto – Mallorca, Espanha; 52 Super Series Valencia Sailing Week – 17-22 de setembro – Valencia, Espanha.

Na Star, o grande objetivo de Scheidt é a SSL Finals, em dezembro, nas Bahamas, competição a qual conquistou a medalha de prata em 2017, ao lado do proeiro Henry Boenning, o Maguila. Antes, vai disputar o Campeonato Paulista, em Guarapiranga, na Páscoa. “No segundo semestre, vou encaixar o Campeonato Sul-Americano, no Rio de Janeiro, em novembro. Mas pode ser que eu ainda entre em mais competições. Tudo vai depender da agenda”, conta Robert.

Carreira vitoriosa – Robert Scheidt tem duas medalhas de ouro olímpicas (Atlanta/96 e Atenas/2004 e uma prata (Sidney/2000) na classe Laser, mais uma prata e um bronze na Star (Pequim/2008 e Londres/2012). Ao todo, são 11 títulos mundiais na Laser e três na Star. Na Rio/2106, terminou na quarta colocação. Scheidt tem patrocínio do Banco do Brasil e Rolex e apoio do COB e CBVela.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:
Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
Bronze : Londres/2012 (Star)

177 títulos – 86 internacionais e 91 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016. Em novembro de 2017, pela Star, conquistou a Taça Royal Thames.

Laser
– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013
*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt
– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star
– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*
*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe
– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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