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Com 14 medalhas olímpicas, Brasil estreia na SSL Finals em Nassau

Robert e Maguila: treino em Nassau (Marc Roullier / SSL)

Robert Scheidt, Torben Grael, Bruno Prada e Lars Grael estão entre os oito brasileiros que competem nas Bahamas a partir desta terça (5/12)

São Paulo (SP) – A vela brasileira estreia na Star Sailors League Finals nesta terça-feira, 5 de dezembro com força máxima em Nassau, nas Bahamas.  Entre os oito velejadores do Brasil, o peso de 14 medalhas olímpicas ratifica o respeito adquirido pelos atletas do País no cenário mundial. Robert Scheidt, Torben Grael, Bruno Prada e Lars Grael são os responsáveis pelos pódios brasileiros. Ao todo, são 25 medalhistas olímpicos entre 50 velejadores.

Torben com Guilherme (Martinez Studio / SSL)

Os bicampeões olímpicos Scheidt e Torben possuem cinco medalhas olímpicas cada, em suas coleções. Prada e Lars chegaram duas vezes ao pódio. Henry Boening (Maguila), Samuel Gonçalves, Arthur Lopes e Guilherme de Almeida completam o time dos brasileiros ampliando a lista de campeões mundiais, continentais e nacionais entre as 25 duplas da quinta edição da SSL Finals. A premiação geral é de 200 mil dólares.

Desde a edição inaugural em 2013, com o título da dupla Scheidt e Prada, o Brasil só ficou fora do pódio no Nassau Yacht Club em 2014, quando Jorge Zarif e Maguila terminaram em quarto lugar. Em 2015 Prada foi vice-campeão ao lado do neozelandês Hamish Pepper, enquanto Scheidt e Maguila ficaram com as medalhas de bronze em 2016.

Lars e Samuca: participação inédita (Divulgação / SSL)

“A SSL Finals é sempre um evento fortíssimo. Além dos melhores do mundo, vários medalhistas olímpicos são convidados. Tivemos um bom resultado em 2016 e queremos repetir neste ano, mantendo a regularidade na fase de classificação para ficarmos entre os dez”, projeta Scheidt, há uma semana treinando na Baía de Montagu, raia das regatas, ao lado do proeiro Maguila. “Espero ventos de médios a fortes”.

Pela preparação da dupla, o parceiro de Scheidt também acredita em boa campanha novamente neste ano, apesar da força dos adversários. “Vencemos há alguns dias a Taça Royal Thames no Rio de Janeiro e desenvolvemos um programa de treinos com Lars e Samuca (Samuel Gonçalves), o que nos ajudou muito. Acho que estamos bem preparados, mas a maioria das duplas pode vencer. Esta é a mais forte das cinco edições, principalmente depois do reconhecimento da World Sailing”, acredita Maguila.

Formato exclusivo – Estão previstas 11 regatas classificatórias de 5 a 8 de dezembro com os 25 barcos na raia. Os dez primeiros seguem para o último dia de competição, sábado (9) para as disputas eliminatórias de quartas de final, semifinal e final, com oito, seis e quatro barcos respectivamente. O vencedor da primeira fase passa diretamente à final, enquanto o segundo colocado entra apenas na semifinal.

Robert e Maguila: bronze em 2016 (Martinez Studio / SSL)

A emoção da SSL Finals será transmitida ao vivo pelo site: starsailors.com, incluindo-se as participações de comentaristas especializados e convidados especiais no estúdio. Na água, câmeras de alta tecnologia e o sofisticado sistema “Virtual Eye 3D Graphics”, alternarão imagens reais da Baia de Montagu com a telemetria das regatas, apontando distância, velocidade e classificação dos barcos em tempo real.

Os brasileiros na SSL Finals

Robert Scheidt / Henry Boening

Torben Grael / Guilherme de Almeida

Lars Grael / Samuel Gonçalves

Freddy Loof (SWE) – Bruno Prada

Hubert Merkelbach (GER) – Arthur Lopes

 

Rachele Vitello – rachele.vitello@starsailors.com

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com

MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044

 

Lars Grael e Samuel Gonçalves: campeões brasileiros de Star

Bellotti e Bueno: medalha de prata (Aline Bassi / Balaio de Ideias)

No embalo do vice-campeonato mundial, a dupla obteve cinco vitórias nas sete regatas disputadas em Brasília (DF), válidas pelo ranking da Star Sailors League

São Paulo (SP) – A dupla do Rio de Janeiro, Lars Grael e Samuel Gonçalves, dominou com absoluta supremacia o Campeonato Brasileiro da Classe Star disputado até domingo (30/7) em Brasília (DF). Nos quatro dias de competição, Lars e Samuca venceram cinco das sete regatas no Lago Paranoá, com vento de sueste a leste sempre entre 15 e 20 nós (perto de 40km/h), o que contribuiu para ratificar o talento da dupla recém-chegada da Dinamarca, onde conquistou o vice-campeonato mundial de Star há duas semanas.

O evento organizado pelo Iate Clube de Brasília reuniu 19 duplas e atribuirá 250 pontos na próxima atualização do ranking da Star Sailors League (SSL), criada pelos próprios velejadores da classe considerada como a mais nobre da vela entre os monotipos. O Mundial distribuiu 2.500 pontos. “Estou realmente feliz com este título. Brasília nos surpreendeu positivamente com ventos fortes e constantes durante toda a semana. A flotilha estava muito forte e foram merecidos  também o segundo lugar de Marcelo Bellotti e o terceiro de Admar Gonzaga. Velejaram muito bem”, enalteceu Lars Grael.

Largada na classe Star (Edu Grigaitis / Balaio de Ideias)

A dupla campeã nem precisou correr a sétima regata. O título já estava assegurado por antecipação após a sexta prova. O proeiro Samuel constatou a eficiência da dupla campeã, mais bem entrosada a cada competição. “Estamos muito bem afinados, principalmente depois do Mundial. Tivemos apenas dois dias para treinar em Brasília, mas acertamos as regulagens do barco e mantivemos a atenção em cada detalhe da raia”, conta Samuca, campeão mundial de Star com Lars Grael em 2015 na Argentina.

“O que me impressionou foi a força do vento. Nunca vi isso em Brasília. Era Recon (bandeira adotada para retardamento de largada devido ao vento superior a 20 nós) todos os dias. Impressionante!”, destacou Samuca, satisfeito pela conquista em meio a expressivos adversários. “Além do pódio, grandes nomes da vela como, Alessandro Pascolato, Henry Boening (Maguila), Marcelo Fuchs e Reinaldo Conrad, valorizaram o campeonato”. Conrad foi o primeiro brasileiro a conquistar medalha olímpica na vela, com o bronze na classe Flying Dutchman nos Jogos do México em 1968.

Vice com sabor de título – A dupla vice-campeã fez uma campanha de recuperação e conseguiu manter a regularidade após dois resultados ruins no primeiro dia em Brasília. Marcelo Bellotti e Maurício Bueno, do Yacht Club Paulista (YCP), também vinham embalados pelo título de Star conquistado há sete dias na Semana de Vela de Ilhabela. Os terceiros colocados, Admar Gonzaga Neto e Alexandre Figueiredo, de Brasília, venceram as duas únicas regatas que não tiveram Lars e Samuca na primeira colocação.

“Chegamos a Brasília bastante motivados pelo resultado de Ilhabela. A partir do segundo dia acertamos a regulagem do mastro e conseguimos dar ao barco a velocidade que desejávamos. A medalha de prata é uma grande conquista”, considerou o bicampeão brasileiro de Star, Bellotti, que finalizou: “Quero agradecer à BBS Blindagens pela confiança em nosso trabalho e ao meu fiel parceiro Maurício Bueno. Além de excelente velejador, ele ainda tem que me aturar. O Iate Clube de Brasília também está de parabéns”.

Classificação final do Brasileiro de Star – 2017      

  1. Lars Grael e Samuel Gonçalves (RYC): 2+1+1+ 1+1+1+(20) = 7 pontos perdidos
  2. Marcelo Bellotti e Maurício Bueno (YCP): (8)+6+2+2+4,5+3+3 = 20,5 pp
  3. Admar Gonzaga Neto e Alexandre Figueiredo (ICB): 1+2+5+8+(9)+5+1 = 22 pp
  4. Marcelo Fuchs e Ronald Seifert (YCSA): 11+4+(20)+3+4+2+2 = 26 pp
  5. Alessandro Pascolato e Henry Boening (ICRJ): 3+3+3+7+(9)+9+8 = 33 pp

Ranking SSL de timoneiros após o Mundial de Star

1 – Xavier Rohart (FRA) – 10.357 pontos

2 – George Szabo (EUA) – 10.064  3 – Diego Negri (ITA) – 9.299

6 – Lars Grael (BRA) – 7.903

14 – Robert Scheidt (BRA) – 3.489

15 – Torben Grael (BRA) – 3.480

 

Ranking SSL de proeiros após o Mundial de Star

1 – Pierre-Alexis Ponsot (FRA) – 9.664 pontos

2 – Sergio lambertenghi (ITA) – 9.300

3 – Joshua Revkin (EUA) – 8.486

5 – Bruno Prada (BRA) – 8.040 7 – Samuel Gonçalves (BRA) – 7.888

9 – Henry Boening (BRA) – 5.318

 

 

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com

MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044

Exposição: Grael – Amor pelo mar – dia 05 de Agosto

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Exposição interativa no Espaço Cultural Correios de Niterói homenageia família Grael durante as Olimpíadas e Paraolimpíadas

No dia 5 de agosto, mesma data da abertura dos Jogos Olímpicos, estreia a exposição Grael – Amor pelo mar, em homenagem à família Grael, de Lars e Torben Grael, atletas consagrados da vela brasileira. Será no Espaço Cultural Correios – Niterói, cidade onde ambos vivem desde a infância e que será representada pelos irmãos na passagem da tocha olímpica, três dias antes.

A escolha da família Grael como homenageada se dá justamente pela contribuição ao esporte brasileiro, que não começou com os famosos irmãos velejadores que reúnem sete medalhas – sendo cinco para Torben e duas para Lars. Seus tios maternos, Axel e Erik Schmidt, além de terem sido os primeiros brasileiros tricampeões mundiais, também foram atletas olímpicos na Cidade do México (1968) e em Munique (1972) e, este ano, Martine e Marco, filhos de Torben, também estão na disputa pela medalha. Portanto, hoje já são seis membros da família Schmidt Grael a competir em Olimpíadas.

ATRAÇÕES: A história dessa ligação familiar tão estreita com a vela é o panorama da primeira sala da exposição, que, de forma lúdica e interativa, conta ao público a trajetória dos Grael até chegar à sala dedicada às Olimpíadas. Lá, é possível ver as medalhas que Torben e Lars conquistaram. Torben, um dos maiores medalhistas brasileiros, foi ouro em Atlanta (1996) e Atenas (2004), prata em Los Angeles (1984) e bronze em Seul (1988) e Sydney (2000). Já Lars conquistou duas medalhas de bronzes, em Seul e em Atlanta. Além dos depoimentos de grandes atletas como Robert Scheidt, Gustavo Kuerten, o Guga, e o nadador Gustavo Borges, transmitidos em televisores interativos, o público poderá “brincar de ser campeão”. Através de um equipamento de realidade aumentada, um holograma é produzido diretamente no peito de quem quiser tirar uma foto usando as medalhas de Torben e Lars. O retrato é enviado automaticamente para o e-mail do visitante.

“… o público poderá “brincar de ser campeão”. Através de um equipamento de realidade aumentada, um holograma é produzido diretamente no peito de quem quiser tirar uma foto usando as medalhas de Torben e Lars”.

Na sala central, o foco está na relação que os irmãos Grael têm atualmente com a vela. Lars, depois do acidente que o fez amputar parte da perna, hoje compete na categoria Star, tendo vencido o campeonato mundial em 2015. Torben disputa regatas oceânicas e já deu a volta ao mundo duas vezes – em 2005/2006 ficou em terceiro lugar com a equipe brasileira tripulante do barco Brasil 1 e, em 2008/2009, como convidado da equipe sueca Ericsson 4, ficou em primeiro lugar. A sala também mostra o Projeto Grael, que em 2016 completa 18 anos de atividades dedicadas a crianças e jovens da rede pública, que têm aulas de esportes náuticos e acesso a cursos profissionalizantes.

A última sala é dedicada à Baía de Guanabara, considerada berço e potência nacional da vela. Se fosse um país, a Baía de Guanabara teria mais medalhas olímpicas do que muitos outros; na América Latina, por exemplo, ela só perderia para o Brasil, Cuba e México. Como recurso interativo, nesta sala também há um óculos que simula uma velejada em realidade virtual: o visitante vislumbra a baía e a vela sob o olhar de Torben, Lars e Martine, em um vídeo gravado através de uma câmera Go Pro.

Se fosse um país, a Baía de Guanabara teria mais medalhas olímpicas do que muitos outros; na América Latina, por exemplo, ela só perderia para o Brasil, Cuba e México.

Grael – Amor pelo mar possui a chancela oficial do Celebra, fazendo parte do Programa de Cultura Rio 2016. A exposição, que é produzida pela Rapsódia Empreendimentos Culturais e tem patrocínio dos Correios e Águas de Niterói, revela outras surpresas que poderão ser conferidas até o dia 24 de setembro das 11 até às 18 horas, de segunda a sábado (exceto feriados). O Espaço Cultural Correios – Niterói fica na Avenida Visconde do Rio Branco, 481 – Centro. A entrada é gratuita. Mais informações em: (21) 2622-3200.

Fonte: Site do Lars Grael

ORC e IRC

  • Prezados amigos da Vela de Oceano do ICRJ,

O Circuito Rio tem tudo para repetir e até superar o sucesso das últimas edições.

Eu considero que a decisão de fazer uma sequência de Minicircuito Rio + Santos Rio + Circuito Rio, contabilizando tudo como um grande evento, uma decisão acertada. No final, teremos um somatório grande de barcos e sem o conflito de interesses se barcos menor de 30 pés poderão correr Santos Rio e o Circuitão!!!

Na tentativa de contribuir com o debate, envio abaixo, uma série de questões para serem avaliadas e decididas.

Largada de regata Santos - Foto: Max Gorissen
Largada de regata Santos – Foto: Max Gorissen

Espero que julguem da minha relativa isenção no debate, uma vez que:

  • Presido a entidade nacional com jurisdição da Vela de Oceano – ABVO, e com total apoio e engajamento de vocês.
  • Ser sócio do ICRJ e com barco de Oceano no clube.
  • Não ter barco no patamar e, portanto, estar isento destes interesses.
  • O fato de que infelizmente não poderei correr a Santos-Rio e Circuito-Rio deste ano, uma vez que coincidirá com os Campeonatos Sul-Americanos e Mundial da classe Star a realizar-se em Buenos Aires.

Desta forma, não tenho interesses individuais a defender, há não ser de torcer pelo sucesso do evento:

  • Santos-Rio / Fazer parte ou não do Circuito-Rio. Por questão de tradição histórica; para preservar o caráter de um Circuito que tem uma verdadeira regata de Oceano; por não ter mais a confusão de barcos menores de 30 pés que não podiam correr a santos-Rio, mas podiam o Circuito, acho que a Santos-Rio deve sim fazer parte do Circuito-Rio. Pode ser descartada para permitir que aqueles que tenham limitações de tempo, dinheiro e logística de irem para Santos, ainda possam prestigiar o Circuito-Rio. Foi assim no ano passado e deu certo.
  • Santos-Rio / Segurança: Combinar com a Marinha e ICS, quanto a largada em Santos; escolta de navio da Marinha e comunicação de segurança por rádio. Sou favorável ao uso obrigatório de Spots, todos devidamente cadastrados e monitorados. Funcionou muito bem na REFENO. Mais do que isto, salvou vidas. ABVO pode ser parceira do ICS e ICRJ em dispor de medidor para checar questões de medição e itens de segurança. Avaliar quanto a necessidade de balsa salva-vidas.
  • Santos-Rio / Percurso: Manter a obrigatoriedade de passagem por fora da Ilha de São Sebastião.
  • Classes: IRC; ORC; RGS certo. Clássicos (Medidos na RGS), Mini Transat e Multicascos (MOCRA), somente, se houver inscrição paga de 4 ou mais barcos de cada uma destas classes.
  • Brasileiro de IRC: Notar que o Circuito Rio será o campeonato brasileiro da regra IRC. Temos que dar ênfase e visibilidade a regra IRC. ABVO doar Troféu Transitório. ABVO e ICRJ obterem alvará da CBVela. Vocês precisam decidir com Pierre se a IRC vai correr junto com a ORC, ou, se vai ser obrigatório escolher entre IRC ou ORC. No caso de ter que escolher uma ou outra, seriam largadas separadas? Percursos distintos? Sei que esta matéria é pra lá de polêmica e jamais obterá unanimidade. Ilhabela correu tudo junto e esta é a recomendação da ABVO.
  • Campeonato por Equipes: O ICRJ já adotou isto no passado no Circuito Rio. Inspirado na Admiral`s Cup e Commodore`s Cup que tinham em disputa os títulos individuais e por equipe. Ilhabela adotou isto em 2014 e 2015 e foi muito disputado e animado. O critério da ISW era que a equipe fosse constituída de 2 barcos ORC ou IRC (a maioria era da ORC) e 2 da RGS. Minha sugestão, é que a equipe seja de 3 barcos (1 da IRC; 1 da ORC; 1 da RGS obrigatoriamente). Fica mais simples e garante distribuição equânime nas 3 regras. As equipes se formam na seguinte ordem de prioridade possível: #1- Representação por clube. #2 Por cidade. #3 Por flotilha (no caso Baia de Guanabara que une Rio e Niterói). #4 Por estado. #5 Por país (se for o caso). Notem que a equipe do ICRJ formada pelos seguintes barcos, foi a campeã da ISW em 2015:
    • Seu Tatá” – ORC – Paulo Haddad – ICRJ
    • Magia V / Energisa” – ORC – Torben Grael – RYC (sócio honorário do ICRJ; patrocinador do ICRJ; vários tripulantes do ICRJ)
    • Kalymera” – RGS – Antonio Paes Leme – ICRJ/RYC
    • Kybyxu” – RGS – Carlos Samuel – ICRJ
  • Eventos Sociais: A programação de 2014 estava perfeita. Só repetir o feito

Durante o Circuito-Rio e respeitando os preceitos do Estatuto da ABVO, deverá haver assembleia da entidade para eleição e posterior posse do novo Comodoro e Diretoria da entidade.

A ABVO fará convocação respeitando o estatuto e os preceitos da Nova Lei Pelé.

Terminarei meu mandato de Comodoro, seguro que serei sucedido de um grupo que fará ainda melhor para a Vela de Oceano. Agradeço o apoio de TODOS nesta gestão que teve seu início em maio de 2012 e voltarei a militar como fiel associado da entidade.

O ICRJ e seus velejadores de Oceano, foi e é, um grande fiador deste processo.

Bons Ventos,

Lars Grael

Menos!

Foto: Lourenço Ravazzano
Foto: Lourenço Ravazzano

Na matéria do Fantástico da TV Globo de ontem (03/05/2015), vimos o esforço do Secretário de Ambiente do Estado do RJ, de tentar provar que a baía já está limpa como as águas de Ipanema e da Barra.

A imagem de um mergulho na entrada da Baía de Guanabara, no momento da maré enchente (quando as águas mais limpas do mar, entram pela Baía) e em dia de lua cheia (maior amplitude de marés), é uma tentativa de confundir com uma realidade mostrada pela mesma emissora numa série de matérias.

Seria como mostrar a foto (anexo acima) tirada neste mesmo final de semana pelo Lourenço Ravazzano na mesma entrada da barra em momento de maré vazante (quando as águas fétidas da baía saem para o mar), fosse o padrão normal.

Muito pior que a magnitude do problema, é negar sua existência.

Sabemos que o Secretário André Correa está empenhado na busca de uma solução à curto prazo, e que impeça uma vergonha olímpica para a Vela e para a Maratona Aquática, daqui há pouco mais de um ano.

Por outro lado tentar provar que a Baía está limpa e o problema é apenas o lixo flutuante “comum a qualquer outra baía”, é menosprezar a inteligência coletiva.

Dados do Instituto Trata Brasil divulgados na semana passada, mostram a realidade do percentual de esgoto tratado (segundo dados oficiais). O percentual de esgoto tratado do município do Rio de Janeiro, é pouco superior a 49%. Acontece que se considerarmos de toda região metropolitana que contribui com 55 rios nos 16 municípios do entorno da Baía de Guanabara, o percentual é de pouco mais de 36%. Muito distante dos 80% prometidos como legado dos Jogos Olímpicos, não é verdade?

Mais de um 1,5 Milhão de moradias não possuem coleta de esgoto. Esta é a realidade. Negá-la é abdicar da busca da solução para o problema.

Até mesmo as águas de Ipanema que por vias de regra possuem aspecto claro e límpido, são vítimas do volume de esgoto jorrado pelo emissário de esgoto de Ipanema.

O conceito de que a diluição é a solução da poluição (sem trocadilhos), é superado no mundo desenvolvido. O emissário de Ipanema contamina todo o litoral carioca e ainda reforçado pela vazante da Baía de Guanabara e pelo canal de Marapendi.

O que a Federação de Vela Internacional – ISAF sugere, é aumentar a proporção de raias de competição das provas de Vela para fora da Baía de Guanabara. Proposta muito lógica na medida que a solução da poluição da nossa baía não é solucionada, pior, NEGADA!!!

Vamos enfrentar a realidade. Para esta tarefa, estaremos unidos em favor do bem comum.

Bons Ventos (e águas limpas)

Fonte: Lars Grael

Preciso, Lars Grael vence o Brasileiro de Star e fica perto da marca do irmão

Premiação do Campeonato Brasileiro da classe star (Foto: Edu Grigatis/Balaio)
Premiação do Campeonato Brasileiro da classe star (Foto: Edu Grigatis/Balaio)

Lars Grael não se cansa de ser campeão. O velejador conquistou neste domingo o seu sexto título do Campeonato Brasileiro da classe star. As regatas aconteceram na raia do Yacht Club Paulista, em São Paulo. Ao lado do proeiro Samuel Gonçalves, Lars já era favorito desde que resolveu colocar o barco “Come Together” na disputa da competição na Represa Guarapiranga.

– A competição foi uma das mais equilibradas de todos os tempos. Foram mais de 20 barcos correndo e uma disputa excelente. A nova geração está em alto nível e eles estão se somando aos demais, trazendo um grande impulso para a classe – disse Lars, que se aproxima do seu irmão Torben, vencedor sete vezes do Brasileiro.

O campeão olímpico levou a melhor sobre nomes também experientes, como Bruno Prada e o timoneiro Alexandre Paradeda. Eles ficaram em segundo, seguidos de perto por Alexandre Pascolato e Henry Raul Boening.

– O Lars mostrou muita superioridade, andando bem, com folga. Não é nada fácil chegar nesse nível e ele sempre surpreende – disse Dino Pascolato.

Por GloboEsporte.com
São Paulo

Fonte: Lars Grael

Em busca do Hexa: Lars Grael disputa Brasileiro da classe Star

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Ícone do esporte brasileiro, o velejador Lars Grael disputará, mais uma vez, o Campeonato Brasileiro de Star 2015. O evento, marcado para o feriado de Páscoa, promete ser um dos mais equilibrados da história. Além do medalhista olímpico, outros campeões da modalidade estarão na raia do Yacht Club Paulista, incluindo Bruno Prada e Reinaldo Conrad. “O Campeonato Brasileiro de Star é um dos mais tradicionais da vela brasileira”, disse Lars Grael, que terá como proeiro Samuel Gonçalves. Os dois têm o objetivo de subir ao pódio novamente, depois da prata do ano passado em Brasília (DF).

Apenas o irmão dele, Torben Grael – atual campeão com Gustavo Almeida – tem mais conquistas na classe. O bicampeão olímpico foi medalha de ouro no Brasileiro de Star por sete vezes, incluindo uma como proeiro.

O velejador Lars Grael destacou a importância do campeonato ser realizado na Represa do Guarapiranga, em São Paulo (SP). “A represa da Guarapiranga é um dos berços da vel

Ícone do esporte brasileiro, o velejador Lars Grael disputará, mais uma vez, o Campeonato Brasileiro de Star 2015. O evento, marcado para o feriado de Páscoa, promete ser um dos mais equilibrados da história. Além do medalhista olímpico, outros campeões da modalidade estarão na raia do Yacht Club Paulista, incluindo Bruno Prada e Reinaldo Conrad. “O Campeonato Brasileiro de Star é um dos mais tradicionais da vela brasileira”, disse Lars Grael, que terá como proeiro Samuel Gonçalves. Os dois têm o objetivo de subir ao pódio novamente, depois da prata do ano passado em Brasília (DF).

Apenas o irmão dele, Torben Grael – atual campeão com Gustavo Almeida – tem mais conquistas na classe. O bicampeão olímpico foi medalha de ouro no Brasileiro de Star por sete vezes, incluindo uma como proeiro.

O velejador Lars Grael destacou a importância do campeonato ser realizado na Represa do Guarapiranga, em São Paulo (SP). “A represa da Guarapiranga é um dos berços da vela brasileira e local de formação de grandes velejadores nacionais como Robert Scheidt, Alex Welter, Reinaldo Conrad e Jorg Bruder”.

A primeira flotilha de Star na Guarapiranga foi a Flotilha São Paulo (SP) que foi oficializada pela ISCYRA em 1949. Posteriormente em 1960, fundou-se a Flotilha Guarapiranga (GuB).

Serviço

Local: Yacht Club Paulista

Endereço: Estrada do Itupu, 1077- Chácara Vista Alegre – Guarapiranga – São Paulo

Horários: As regatas da série estão programadas para as 14h para o dia da estreia. No sábado (4) serão às 13h e no domingo (5) às 12h.

O Campeonato Brasileiro de Star 2015 tem organização da ARNOVA Design Thinkers, Yacht Club Paulista – YCP, 7º distrito da Classe Star e Confederação Brasileira de Vela – CBVELA. Os apoiadores são Wine, Água Mineral Frescca, Fogo de Chão, Santa Constancia, Honey Stinger.a brasileira e local de formação de grandes velejadores nacionais como Robert Scheidt, Alex Welter, Reinaldo Conrad e Jorg Bruder”.

A primeira flotilha de Star na Guarapiranga foi a Flotilha São Paulo (SP) que foi oficializada pela ISCYRA em 1949. Posteriormente em 1960, fundou-se a Flotilha Guarapiranga (GuB).

Fonte: OnBoard Sports