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Vela Show 2019 acontece de 19 a 21 de abril em Itajaí

Nos dias 19, 20 e 21 de abril de 2019, a cidade de Itajaí, em Santa Catarina, será palco do Vela Show, o 1º Salão Náutico Brasileiro voltado inteiramente para vela e afins. O evento será realizado no Centreventos Governador Luiz Henrique da Silveira, local propício para a realização de eventos náuticos, contando com área de exposição coberta, área externa, auditório para palestras, deck para ancoragem de veleiros, amplo estacionamento e praça de alimentação. Continuar lendo Vela Show 2019 acontece de 19 a 21 de abril em Itajaí

Finalmente teremos no Brasil um evento só para os amantes da vela e dos veleiros… é o VelaShow, que acontece em Abril de 2019… fique ligado!

A Vela Show nasce com o propósito de criar para expositores e visitantes a primeira plataforma de comunicação e negócios exclusivamente voltada para o mercado da vela no Brasil.

Entre os dias 19 e 21 de abril de 2019, Itajaí será palco de um encontro de tendências, inovações e tudo aquilo que o setor tem de melhor em produtos, serviços e treinamentos para velejadores e apaixonados pelo mar. Continuar lendo Finalmente teremos no Brasil um evento só para os amantes da vela e dos veleiros… é o VelaShow, que acontece em Abril de 2019… fique ligado!

Joca Signorini vai correr a Volvo Ocean Race em equipe holandesa

IAN ROMAN/Volvo Ocean Race

– Carioca se torna o brasileiro com maior número de participações na regata, com quatro edições – Joca foi campeão da edição 2008-09 e foi treinador na temporada anterior – Team AkzoNobel anuncia equipe completa com velejadores experientes e outros vencedores da regata – Brasil terá parada em Itajaí pela terceira vez seguida

 O Team AkzoNobel anunciou, nesta segunda-feira (15), a contratação do brasileiro Joca Signorini para defender a equipe holandesa na regata Volvo Ocean Race 2017-18, que começa em outubro e terá um percurso de 45 mil milhas náuticas pelos mares do mundo. O carioca de 40 anos, que representou o País na Olimpíada de Atenas 2004 e já foi campeão do evento, disputará sua quarta Volta ao Mundo como atleta. O velejador será o brasileiro com maior número de participações na prova. 

”Minha primeira memória da regata é de ter assistido em VHS. As imagens que eu via dos barcos velejando nos mares do Sul me marcaram. Era impressionante a velocidade que os barcos atingiam e o tempo que eles passavam no mar. Eu me via um dia num desses veleiros”, disse Joca Signorini sobre a principal regata de volta ao mundo do planeta.

Joca Signorini destacou os desafio da Volvo Ocean Race. ”A regata de volta ao mundo é muito longa. São nove meses de duração. Todas as equipes querem largar melhor preparadas possível. Porém, no decorrer das regatas todas têm altos e baixos. A diferença do time vencedor para os outros é ter consistência e manter a calma nos momentos ruins para reagir”, falou o atleta, que tem experiência em várias regatas internacionais.

O velejador brasileiro Joca Signorini terá a função de chefe de turno a bordo do barco holandês comandando pelo holandês Simeon Tienpont e se juntará a outros atletas experientes para compor o Team AkzoNobel, incluindo três outros vencedores de edições anteriores da Volvo Ocean Race: Brad Jackson (Nova Zelândia), Chuny Bermudez (Espanha) e Jules Salter (Grã-Bretanha). O grupo é formado também pela medalhista de prata olímpica Annemieke Bes (Holanda), Luke Molloy (Austrália), o capitão de match race Nicolai Sehested (Dinamarca) e a jovem revelação Brad Farrand (Nova Zelândia).

”Por causa do conceito de design único da Volvo Ocean Race com todas as embarcações iguais, a responsabilidade de fazer o barco andar rápido agora é do velejador. E nossa equipe tem experiência pra isso e é bastante forte. Muitos de nós já competimos em diferentes tripulações, cada uma com abordagens distintas. Espero que possamos combinar o melhor de nossas experiências para apresentar uma estratégia vencedora ao Team AkzoNobel”.

Joca Signoroni fez sua estreia como velejador na regata Volvo Ocean Race em 2005-06 com o barco nacional Brasil 1, único veleiro do País na história de mais de 40 anos da Volta ao Mundo. Na temporada seguinte, a de 2008-09, o carioca entrou para a história ao se tornar campeão com a equipe do Ericsson 4, comandada pelo compatriota Torben Grael. Em 2011-12, o velejador fez parte do Telefónica (Espanha) e na edição de 2014-15 mudou de função, passando a ser técnico da tripulação feminina Team SCA.

O Brasil teve ao todo oito atletas na Volvo Ocean Race. O primeiro velejador a correr a Volta ao Mundo foi Fernando Peres, integrante do barco La Barca Laboratorio em 1981-82. A regata terá novamente a cidade de Itajaí (SC) como parada.

 

Velejadores brasileiros na Volvo Ocean Race:

André ‘Bochecha’ Fonseca

  • 2005-06 Brasil 1 | 2008-09 Delta Lloyd | 2014-15 MAPFRE

Fernando Peres

  • 1981-82 La Barca Laboratorio

Horácio Carabelli (nascido no Uruguai)

  • 2005-06 Brasil 1 | 2008-09 Ericsson 4

Joca Signorini

  • 2005-06 Brasil 1 | 2008-09 Ericsson 4 | 2011-12 Telefónica | AkzoNobel

Kiko Pellicano

  • 2005-06 Brasil 1

Lucas Brun

  • 2005-06 ABN AMRO TWO

Marcelo Ferreira

  • 2005-06 Brasil 1

Torben Grael

  • 1997-98 Innovation Kvaerner | 2005-06 Brasil 1 | 2008-09 Ericsson 4

 

Paradas brasileiras na Volvo Ocean Race:

  • 1973-74:  Rio de Janeiro (RJ)
  • 1977-78: Rio de Janeiro (RJ)
  • 1997-98: São Sebastião (SP)
  • 2001-02: Rio de Janeiro (RJ)
  • 2005-06: Rio de Janeiro (RJ)
  • 2008-09: Rio de Janeiro (RJ)
  • 2011-12: Itajaí (SC)
  • 2014-15: Itajaí (SC)
  • 2017-18: Itajaí (SC)

 

Para mais informações sobre a Volvo Ocean Race favor acessar o site: www.volvooceanrace.com

Para informações de Mídia da Volvo Ocean Race, favor contatar:

Imprensa: press@volvooceanrace.com

Flavio Perez – Relações com a Mídia em Português

flavio.perez@volvooceanrace.com

               

a Volvo Ocean Race

A Volvo Ocean Race, principal regata de volta ao mundo do planeta, coloca os melhores atletas da vela oceânica uns contra os outros numa maratona pelos oceanos mais difíceis. A lendária regata, que começou em 1973, volta a ser disputada em outubro de 2017, partindo de Alicante, na Espanha, passando por vários países e terminando em Haia, na Holanda, em junho de 2018. Os barcos vão percorrer a maior distância da história do evento: 45.000 milhas náuticas, com passagem pelos quatro oceanos, seis continentes e 12 cidades. Lisboa, Portugal, e Itajaí, no Brasil, estão no roteiro. Nessa temporada, os veleiros vão navegar três vezes mais pelo Oceano Antártico do que na edição anterior.

A Volvo Ocean Race tem o patrocínio principal global do Volvo Group e Volvo Car Group desde 1999. A Volvo Ocean Race é uma organização sem fins lucrativos.

 

Itajaí Sailing Team tenta vitória na Regata Tripulação neste sábado

Foto: Itajaí Sailing Team
Foto: Itajaí Sailing Team

O velejador Marcelo Gusmão vai comandar a tripulação do Itajaí Sailing Team – time de vela que representa Itajaí em competições oficiais – na luta pelo troféu da Regata Tripulação, que faz parte da Copa Flotilha de Oceano, em Florianópolis. A competição, com largada ao meio-dia do dia 4 de junho, será disputada em Jurerê, na capital catarinense. Na regata, que tem organização do Iate Clube de Santa Catarina, a equipe terá o reforço do velejador André Fonseca, o Bochecha.

Apesar de ser o treinador do time itajaiense, Bochecha nem sempre está a bordo do veleiro Itajaí Sailing Team – um Soto 40, considerado um dos mais rápidos da classe Oceano. O currículo de Bochecha é extenso na modalidade com participações em Olimpíadas, mundiais e regatas oceânicas pelo mundo. Foram três campanhas na Volvo Ocean Race. Em 2005-2006, o velejador esteve no inédito barco Brasil 1. Anos depois, em 2008-2009, fez parte do holandês Delta Lloyd e em 2014-2015, integrou o time espanhol da Mapfre.

Foto: Itajaí Sailing Team
Foto: Itajaí Sailing Team

Desde o começo do ano, o time do Itajaí Sailing Team está disputando o circuito nacional de vela na categoria IRC. A IRC é uma regra de classificação que permite que diferentes projetos de barcos de oceano possam participar da mesma regata. O “rating” de cada barco é calculado levando-se em conta as medidas do barco, seu comprimento, peso, calado e área de vela. O corretor de tempo resultante, o chamado “TCC”, é o handicap do barco. Depois da regata, o tempo real decorrido para completar o percurso de cada veleiro é multiplicado pelo seu TCC, resultando no tempo corrigido. O barco com o menor tempo corrigido é o vencedor da regata.

De acordo com Marcelo Gusmão, como o time está treinando há dois meses, chegou a hora de participar de uma competição e colocar em prática o que aprenderam durante os treinamentos. Além disso, a participação na competição faz parte dos preparativos para a disputa da 1ª etapa do Catarinense de Vela que será disputado nos dias 18 e 19 de junho, também em Florianópolis.

 

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Itajaí Sailing Team fica em 3º lugar na Regata Volta a Ilha

Regata Volta a Ilha, em que o Itajaí Sailing Team - Foto: Itajaí Sailing Team
Regata Volta a Ilha, em que o Itajaí Sailing Team – Foto: Itajaí Sailing Team

Primeiro a cruzar a linha de chegada na categoria ORC, o time do  Itajaí Sailing Team – equipe que representa a cidade nas competições de vela em nível nacional – ficou na terceira colocação na classe, na 47ª edição da Regata Volta Ilha. Após a correção de tempo, o Melody quinto colocado acabou com a vitória, seguido pelo Catuana Kim. Em uma chegada extremamente equilibrada, a embarcação do comandante Cesar Gomes cruzou a linha de chegada próximo das 22h20, um minuto à frente do Itajaí Sailing Team, da classe ORC, garantindo a fita azul da Regata Volta a Ilha. A regata encerrou o calendário de atividades náuticas do Iate Clube de Santa Catarina.

Regata Volta a Ilha, em que o Itajaí Sailing Team - Foto: Itajaí Sailing Team
Regata Volta a Ilha, em que o Itajaí Sailing Team – Foto: Itajaí Sailing Team

Em um dia que variou entre ventos fracos no início do dia e muito fortes no decorrer da prova, a 47ª Regata Volta a Ilha tornou-se um desafio de aproximadamente 12 horas para os primeiros colocados. Sol, chuva, momentos de calmaria e condições adversas exigiriam muito das equipes ao longo do percurso de 65 milhas (120 KM), em um cenário muito parecido com a edição do ano passado.

Na parte final da regata, já na Baía Norte, a equipe de Itajaí começou a tirar a diferença para os adversários, ultrapassando o Zeus e Corta Vento. Em um final emocionante, o veleiro da classe ORC tentou de tudo, mas por pouco mais de um minuto não conseguiu superar o Katana.

Regata Volta a Ilha, em que o Itajaí Sailing Team - Foto: Itajaí Sailing Team
Regata Volta a Ilha, em que o Itajaí Sailing Team – Foto: Itajaí Sailing Team

De acordo com Alexandre dos Santos, coordenador do Itajaí Sailing Team,   o time de Itajaí fez uma competição excelente, tendo lutado até o final da prova para tentar assegurar o primeiro lugar. O projeto é patrocinado pelas empresas Brasfrigo, JBS, APM Terminals Itajaí e Anasol.

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Itajaí Sailing Team quer o título da Regata Volta a Ilha

Foto: Itajaí Sailing Team
Foto: Itajaí Sailing Team

Competição será neste sábado, 5 de dezembro, e encerra as atividades do Iate Clube de Santa Catarina em 2015

O time de velejadores do Itajaí Sailing Team – equipe de vela que representa a cidade em competições nacionais – quer garantir uma boa posição na 47ª edição da Regata Volta à Ilha, que será disputada neste sábado, dia 5 de dezembro, em Florianópolis, na categoria ORC. A regata encerra as atividades do calendário do Iate Clube de Santa Catarina em 2015 e a expectativa deste ano é de que dezenas de barcos participem do evento.

Com um percurso de aproximadamente 75 milhas náutica, equivalente a 120 quilômetros, a regata contorna a Ilha de Santa Catarina por bombordo, ou seja, sempre mantendo-a à esquerda do barco e largando no sentido Sul. Nos últimos anos, os veleiros Catuana e Mano´s Champs têm dominado a regata.

Foto: Itajaí Sailing Team
Foto: Itajaí Sailing Team

De acordo com Alexandre dos Santos, coordenador do Itajaí Sailing Team, o time itajaiense vai em busca de uma boa colocação na competição. “É muito importante para o Itajaí Sailing Team encerrar o ano com uma vitória”, pontua Alexandre. O projeto é patrocinado pelas empresas Brasfrigo, JBS, APM Terminals Itajaí e Anasol.

A largada será na Sede Central do Iate Clube Santa Catarina

Rua Silva Jardim, 838 – José Mendes – Florianópolis

Horário: 10:00

 

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Transat Jacques Vabre 2015 termina com recorde de quebras

 

Regata  (Jean-Marie Liot)
Regata
(Jean-Marie Liot)

Edição mais difícil da regata transatlântica teve 17 abandonos. Inédito barco brasileiro fez história

Comemoração  (Jean-Marie Liot)
Comemoração
(Jean-Marie Liot)

A Transat Jacques Vabre 2015 terminou, nesta sexta-feira (27), com a chegada do último barco em Itajaí (SC), destino final da maior regata transatlântica do mundo. O barco CRENO Moustache solidarire cruzou a linha de chegada após 33 dias de prova. Todos os 25 dos 42 barcos que conseguiram completar a regata até o Brasil percorreram 10 mil quilômetros desde Le Havre, na França. A edição atual – que largou em 25 de outubro – bateu o recorde de desistências com 17, duas a mais do que em 2011. As frentes frias no Golfo de Biscaia – entre o Norte da Espanha e o Nordeste da França – causaram os maiores estragos às duplas. ”A regata foi bastante difícil, principalmente no Golfo de Biscaia. Pegamos três grandes tempestades, um batismo e tanto para o nosso time. Posso dizer que agora estamos preparados para outro desafio desse porte na vela oceânica”, contou o brasileiro Renato Araújo, que fez dupla com o campeão olímpico Eduardo Penido a bordo do Zetra. Foi o primeiro barco do País na história do evento. ”Pegamos 10 dias de tempo ruim, comemos mal, tive um problema no joelho, velas e equipamentos quebrados e muito mais. A primeira tempestade foi difícil, a segunda mais fraca e a terceira quebrou o enrolador da vela de proa. Sem contar outros problemas que surgiram e fomos solucionando no percurso”.

Velejadores  (Jean-Marie Liot)
Velejadores
(Jean-Marie Liot)

 

Reunidos  (Jean-Marie Liot)
Reunidos
(Jean-Marie Liot)

A regata Transat Jacques Vabre contou com dois resgates de velejadores por helicóptero no Atlântico Norte e um barco que bateu em um contêiner e teve de abandonar. As outras desistências foram causadas por quebras diversas. A tradicional prova foi dividida em quatro categorias entre monocascos e multicascos. Do primeiro a chegar ao Brasil, que foi o trimarã MACIF, até o lanterninha CRENO, a diferença de tempo foi de quase 21 dias.

 

Em Itajaí  (Jean-Marie Liot)
Em Itajaí
(Jean-Marie Liot)

Tempos e chegadas:

Classe: Ultime – até 102 pés

Vencedor: Macif

Data: 06/11/2015

Tempo: 12 dias, 17 horas e 29 minutos

Classe: IMOCA 60 pés

Vencedor: PRB

Data: 11/11/2015

Tempo: 17 dias e 22 minutos

Classe: Multi50

Vencedor: FenêtréA Prysmian

Data: 11/11/2015

Tempo: 16 dias, 22 horas e 29 minutos

Classe: Class40 – 40 pés

Vencedor: Le Conservateur

Data: 18/11/2015 Tempo: 24 dias, 8 horas e 10 minutos

Brasileiros  (Jean-Marie Liot)
Brasileiros
(Jean-Marie Liot)

Sobre a TJV2015

A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa foi a segunda vez que a competição teve a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

Mais informações no site www.transat-jacques-vabre.com/br

Facebook: https://www.facebook.com/Transat.Jacques.Vabre

Twitter: https://twitter.com/TransatJV_br

Contatos: Flávio Perez e Raquel Cruz

flavio@onboardsports.net

Tel: +5511999498035 +554788161509

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Brasileiros completam maior desafio transatlântico do mundo

Zetra  (Jean-Marie Liot)
Zetra
(Jean-Marie Liot)

O campeão olímpico Eduardo Penido e Renato Araújo finalizam Transat Jacques Vabre em 28 dias

A vela brasileira escreveu mais um capítulo na sua história! O primeiro barco 100% nacional completou, na noite deste domingo (22), a Transat Jacques Vabre, maior regata transatlântica do mundo. Batizado de Zetra, o veleiro comandado pelo campeão olímpico Eduardo Penido e pelo empresário Renato Araújo fez o percurso de 10 mil quilômetros entre Le Havre, na França, e Itajaí, em Santa Catarina, em 28 dias, 10 horas e 37 minutos, terminando a categoria Class40 na sexta colocação. A dupla foi recebida no píer ao som de uma batucada de escola de samba e pelos familiares.

Brinde  (Jean-Marie Liot)
Brinde
(Jean-Marie Liot)

”Um momento mais do que especial. Posso sim comparar o dia de hoje com a Olimpíada de 1980, quando fui medalha de ouro. Foi uma regata muito dura e desgastante, mas lutamos até o fim”, disse o campeão olímpico Eduardo Penido, ouro nos Jogos de Moscou 1980 na classe 470.

Itajaí  (Jean-Marie Liot)
Itajaí
(Jean-Marie Liot)

Emocionado, Renato Araújo disse que todo o investimento, dias de treino e o sofrimento da regata valeram a pena. ”Não tem preço que pague esse momento. Pegamos 10 dias de tempo ruim, comemos mal, tive um problema no joelho, velas quebradas e muito mais. A primeira tempestade foi difícil, a segunda mais fraca e a terceira quebrou o enrolador da vela de proa. Sem contar outros problemas que surgiram e fomos solucionando no percurso. Mas em 2017 queremos repetir a dose! A ideia é treinar mais e se aperfeiçoar, pois o barco é arisco e muito difícil de guiar”.

Sofrimento, calmaria e Brasil

A dupla brasileira sofreu nos primeiros dias de regata, que começou em 25 de outubro com a participação de 42 barcos. Os ventos fortes e ondas gigantes no Golfo de Biscaia – parte do Atlântico Norte entre a França e a Espanha, causaram 17 desistências, um recorde para o evento. A estratégia de Eduardo Penido e Renato Araújo foi reduzir a velocidade para evitar as quebras. ”Temos que aprender com o barco e fico contente de chegar inteiro após essa dificuldade. Fico imaginando como os franceses, que venceram a regata, são bons. Eles aceleraram em condições difíceis”, explicou Eduardo Penido. O Zetra chegou quatro dias depois do campeão, o Le Conservateur.

Barco  (Jean-Marie Liot)
Barco
(Jean-Marie Liot)

Consolidado em sexto, o Zetra via os líderes da Classe40 abrir vantagem na liderança quando mais um ponto chave da regata surgiu: a calmaria dos Doldrums. Os brasileiros passaram 48 horas quase sem andar na divisa dos hemisférios Norte e Sul. Já na costa brasileira, a dupla se preocupou em se defender dos ataques dos três veleiros que estavam atrás e em desviar dos barcos de pesca na costa nordestina.

Tempos e chegadas dos vencedores da Transat Jacques Vabre:

Classe: Ultime – até 102 pés Classe: IMOCA 60 pés

Vencedor: Macif Vencedor: PRB

Data: 06/11/2015 Data: 11/11/2015

Tempo: 12 dias, 17 horas e 29 minutos Tempo: 17 dias e 22 minutos

Classe: Multi50 Classe: Class40 – 40 pés

Vencedor: FenêtréA Prysmian Vencedor: Le Conservateur

Data: 11/11/2015 Data: 18/11/2015

Tempo: 16 dias, 22 horas e 29 minutos Tempo: 24 dias, 8 horas e 10 minutos

Comemoração  (Jean-Marie Liot)
Comemoração
(Jean-Marie Liot)

Sobre a TJV2015

A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

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Definidos os campeões da Transat Jacques Vabre

Le Conservateur  (Jean-Marie Liot)
Le Conservateur
(Jean-Marie Liot)

Itajaí (SC) é o ponto final da maior travessia transatlântica do mundo

Os maiores barcos de oceano do mundo desembarcaram em Itajaí (SC) no mês de novembro concluindo a Transat Jacques Vabre. A principal travessia transatlântica do planeta definiu, nesta quarta-feira (18), os seus quatro campeões com a chegada do Le Conservateur, vencedor na Class40. A regata oceânica entre a França e o Brasil tem uma regra simples: o primeiro que chegar é o ganhador na sua categoria. Os outros vencedores foram PRB (IMOCA), FenêtréA Prysmian (Multi50) e Macif (Ultime). ”É, sem sombra de dúvidas, um marco na regata, pois temos o último vencedor da prova. Há ainda outros barcos no mar para chegar. A Transat Jacques Vabre não tem uma classificação geral ou regra de rating e sim quatro classes com seu resultado”, comemorou Manfred Ramspcher, diretor de regata da Transat Jacques Vabre. Entre os barcos ainda aguardados em Santa Catarina é o brasileiro Zetra, com o campeão olímpico Eduardo Penido no comando.

Campeões  (Jean-Marie Liot)
Campeões
(Jean-Marie Liot)

O especialista em vela oceânica explica os motivos das chegadas entre os barcos terem variação de mais de dez dias. O primeiro a cruzar a linha foi o Macif, um trimarã de 100 pés, que concluiu o percurso em 12 dias. O campeão da Class40 fez em 24. ”Há a diferença de tamanho entre as classes, de área vélica e de formato de casco. Tudo isso interfere diretamente no resultado. Enquanto o Ultime pode atingir entre 20 e 25 nós de velocidade, o primeiro Class40 faz 9 nós de média. Quanto mais longo o percurso e maior o barco, maior são as diferenças de desempenho entre as classes”, explicou Manfred Ramspcher.

Dupla do V and B  (Jean-Marie Liot)
Dupla do V and B
(Jean-Marie Liot)

Tempos e chegadas:

Classe: Ultime – até 102 pés                                  Classe: IMOCA 60 pés

Vencedor: Macif                                                     Vencedor: PRB

Data: 06/11/2015                                                    Data: 11/11/2015

Tempo: 12 dias, 17 horas e 29 minutos                 Tempo: 17 dias e 22 minutos Classe: Multi50                                                       Classe: Class40 – 40 pés  Vencedor: FenêtréA Prysmian                               Vencedor: Le Conservateur  Data: 11/11/2015                                                    Data: 18/11/2015

Tempo: 16 dias, 22 horas e 29 minutos                 Tempo: 24 dias, 8 horas e 10 min.

Campeões da Class40:

Os franceses do barco Le Conservateur, Yannick Bestaven e Pierre Brasseur, confirmaram o título da Class40, com uma vitória praticamente de ponta à ponta na quarta-feira. Eles cruzaram a linha de chegada às 18h40 (hora de Brasília), marca que rendeu o tempo de 24 dias, 8 horas, 10 minutos e 09 segundos de prova. A média de velocidade do 40 pés foi de 9,24 nós num total de milhas de 5.963.

“Trabalhamos em complemente um com o outro. Quando estávamos fora de sincronia, a gente voltava logo ao entrosamento. Foi uma regata estressante, principalmente na depressão dos Doldrums. Perdemos muita vantagem e foi difícil digerir. Os adversários nos botaram pressão”, contou Yannick Bestaven, do Le Conservateur.

Sam Manuard (dir)  (Jean-Marie Liot)
Sam Manuard (dir)
(Jean-Marie Liot)

Logo depois cruzou a linha de chegada o V and B, da dupla Maxime Sorel – Sam Manuard terminou a prova às 20h34 desta quarta-feira e foram recebidos no píer da Marina Itajaí. Festa para quem passou 24 dias, 10 horas, 04 minutos e 31 segundos no mar desde Le Havre, na França. Em bom português, Sam Manuard disse que a dupla quer comer uma boa moqueca depois desse desafio internacional.

”No caminho o Maximel me perguntou quais eram os pratos mais gostosos do Brasil, e eu disse que a moqueca era muito gostosa”. O pai de Sam Manuard mora em Belo Horizonte (MG) e o velejador francês o visita regularmente. ”Foi muito bom ser recebido por ele na minha chegada a Itajaí. Foi uma regata bem complicada, principalmente pelos primeiros dias de travessia. Ficamos com medo de quebrar o barco”, disse Sam Manuard, que além de velejador é projetista de veleiros.

Sobre a TJV2015

A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

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Brasileiros atentos aos barcos de pesca na costa nordestina

Zetra - Crédito: Jean-Marie Liot
Zetra – Crédito: Jean-Marie Liot

O barco brasileiro Zetra segue firma na disputa da Transat Jacques Vabre, maior competição transatlântica do mundo. Em sexto lugar da Class40, a dupla Eduardo Penido e Renato Araújo está próxima da costa de Recife (PE), local com registro de muitos barcos de pesca até a chegada. A preocupação da dupla é evitar as rede de pesca e uma possível colisão, já que muitas embarcações pequenas não possuem luz. ”Os instrumentos de navegação funcionam bastante, mas é preciso ficar atento. Precisamos de um trabalho redobrado à noite, principalmente, por causa dos barcos pequenos de pesca e suas redes. Só dá para identificar no visual. Acredito que os adversários da Class40 também estão preparados”, disse Renato Araújo.

Na tarde desta segunda-feira (16), o placar da regata apontava que os brasileiros ainda teriam de percorrer mais 2.400 quilômetros até Itajaí (SC)

”Já nos sentimos em casa, no Brasil. Mas tem muita água pela frente pra chegar em Itajaí”, contou Renato Araújo.

O Zetra deve chegar no próximo domingo (22) à cidade catarinense. O líder da Class40 é o Le Conservateur, que faz uma disputa particular com o V and B pela ponta. Os primeiros devem cruzar a linha até a quarta-feira (18).

 

Flávio Perez

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