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Robert Scheidt conquista a medalha de prata na Star Sailors League Finals 2018, nas Bahamas

Bicampeão olímpico e o proeiro Henry Boening, o Maguila, terminaram a regata final, neste sábado (8), na segunda colocação. O título ficou com outra brasileira na decisão, Jorge Zarif e Pedro Touche Continuar lendo Robert Scheidt conquista a medalha de prata na Star Sailors League Finals 2018, nas Bahamas

Scheidt vence mais três regatas e garante classificação antecipada para a decisão da SSL Finals

Bicampeão olímpico e o proeiro Henry Boening, o Maguila, dominaram a sexta-feira (7), em Nassau, nas Bahamas, e agora esperam a definição dos adversários que sairão das quartas-de-final e semifinal. Campeão será conhecido neste sábado (8) Continuar lendo Scheidt vence mais três regatas e garante classificação antecipada para a decisão da SSL Finals

Com 14 medalhas olímpicas, Brasil estreia na SSL Finals em Nassau

Robert e Maguila: treino em Nassau (Marc Roullier / SSL)

Robert Scheidt, Torben Grael, Bruno Prada e Lars Grael estão entre os oito brasileiros que competem nas Bahamas a partir desta terça (5/12)

São Paulo (SP) – A vela brasileira estreia na Star Sailors League Finals nesta terça-feira, 5 de dezembro com força máxima em Nassau, nas Bahamas.  Entre os oito velejadores do Brasil, o peso de 14 medalhas olímpicas ratifica o respeito adquirido pelos atletas do País no cenário mundial. Robert Scheidt, Torben Grael, Bruno Prada e Lars Grael são os responsáveis pelos pódios brasileiros. Ao todo, são 25 medalhistas olímpicos entre 50 velejadores.

Torben com Guilherme (Martinez Studio / SSL)

Os bicampeões olímpicos Scheidt e Torben possuem cinco medalhas olímpicas cada, em suas coleções. Prada e Lars chegaram duas vezes ao pódio. Henry Boening (Maguila), Samuel Gonçalves, Arthur Lopes e Guilherme de Almeida completam o time dos brasileiros ampliando a lista de campeões mundiais, continentais e nacionais entre as 25 duplas da quinta edição da SSL Finals. A premiação geral é de 200 mil dólares.

Desde a edição inaugural em 2013, com o título da dupla Scheidt e Prada, o Brasil só ficou fora do pódio no Nassau Yacht Club em 2014, quando Jorge Zarif e Maguila terminaram em quarto lugar. Em 2015 Prada foi vice-campeão ao lado do neozelandês Hamish Pepper, enquanto Scheidt e Maguila ficaram com as medalhas de bronze em 2016.

Lars e Samuca: participação inédita (Divulgação / SSL)

“A SSL Finals é sempre um evento fortíssimo. Além dos melhores do mundo, vários medalhistas olímpicos são convidados. Tivemos um bom resultado em 2016 e queremos repetir neste ano, mantendo a regularidade na fase de classificação para ficarmos entre os dez”, projeta Scheidt, há uma semana treinando na Baía de Montagu, raia das regatas, ao lado do proeiro Maguila. “Espero ventos de médios a fortes”.

Pela preparação da dupla, o parceiro de Scheidt também acredita em boa campanha novamente neste ano, apesar da força dos adversários. “Vencemos há alguns dias a Taça Royal Thames no Rio de Janeiro e desenvolvemos um programa de treinos com Lars e Samuca (Samuel Gonçalves), o que nos ajudou muito. Acho que estamos bem preparados, mas a maioria das duplas pode vencer. Esta é a mais forte das cinco edições, principalmente depois do reconhecimento da World Sailing”, acredita Maguila.

Formato exclusivo – Estão previstas 11 regatas classificatórias de 5 a 8 de dezembro com os 25 barcos na raia. Os dez primeiros seguem para o último dia de competição, sábado (9) para as disputas eliminatórias de quartas de final, semifinal e final, com oito, seis e quatro barcos respectivamente. O vencedor da primeira fase passa diretamente à final, enquanto o segundo colocado entra apenas na semifinal.

Robert e Maguila: bronze em 2016 (Martinez Studio / SSL)

A emoção da SSL Finals será transmitida ao vivo pelo site: starsailors.com, incluindo-se as participações de comentaristas especializados e convidados especiais no estúdio. Na água, câmeras de alta tecnologia e o sofisticado sistema “Virtual Eye 3D Graphics”, alternarão imagens reais da Baia de Montagu com a telemetria das regatas, apontando distância, velocidade e classificação dos barcos em tempo real.

Os brasileiros na SSL Finals

Robert Scheidt / Henry Boening

Torben Grael / Guilherme de Almeida

Lars Grael / Samuel Gonçalves

Freddy Loof (SWE) – Bruno Prada

Hubert Merkelbach (GER) – Arthur Lopes

 

Rachele Vitello – rachele.vitello@starsailors.com

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com

MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044

 

Scheidt conquista medalha de bronze na sua volta à classe Star

Medalha de bronze na SSL Finals (Troels Lykke/SSL)
Medalha de bronze na SSL Finals (Troels Lykke/SSL)
São Paulo (SP) – Robert Scheidt é medalha de bronze na Star Sailors League (SSL), em Nassau, nas Bahamas. Em seu retorno à classe Star após dois anos dedicados ao ciclo olímpico da Rio 2016 na Laser, velejou ao lado Henry Boenning, o Maguila, e subiu ao pódio logo na primeira competição. “Foi um ótimo resultado. Eu não velejava de Star há muito tempo e logo no meu primeiro campeonato com o Maguila chegamos ao pódio”, disse o bicampeão e maior medalhista brasileiro em Olimpíadas.

A decisão da SSL foi no sábado, 3 de dezembro, e não faltou emoção com as disputas em sistema de eliminatórias. Scheidt e Maguila ganharam as quartas de final e chegaram em segundo na semi para, na sequência, conquistar o bronze. A dupla brasileira chegou a liderar a primeira das quatro pernas da regata final, mas foi ultrapassada pelos norte-americanos Mendelblat e Fatih e pelos franceses Rohart e Ponsot, campeões e vice, respectivamente. “Tivemos a chance de vencer, mas em uma regata decisiva é preciso escolher um dos lados da raia, não adianta ficar no meio. Tomamos a decisão que achamos correta. Mas o importante é chegar ao pódio”, analisou o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

As regatas deste sábado (3) foram disputadas com vento nordeste entre 12 e 14 nós na Baía de Montagu e a eliminação de três tripulações a cada regata garantiu uma dosa extra de dramaticidade às quartas de final e semifinal, que reuniram oito e seis barcos, respectivamente. A final contou com quatro duplas. Os vencedores da primeira fase, Negri e Lambertenghi, da Itália, juntaram-se aos três primeiros da semifinal, os timoneiros Scheidt, Rohart e Mendelblat. Os italianos dominaram a fase de classificação e mais uma vez acabaram em quarto lugar, a exemplo de 2013 em Nassau e do SSL City Grand Slam de Hamburgo (ALE) deste ano.

Robert e Maguila comemoram em Nassau (Troels Lykke/SSL)
Robert e Maguila comemoram em Nassau (Troels Lykke/SSL)

A SSL Finals 2016 distribuiu premiação geral de US$ 200 mil, sendo US$ 40 mil para os campeões, US$ 30 mil para os segundos colocados e US$ 25 mil para os terceiros. Neste ano, a competição reuniu 25 duplas, incluindo 16 medalhistas olímpicos, campeões mundiais, além de vencedores de America’s Cup e Regata Volta ao Mundo. Os campeões somaram quatro mil pontos no ranking da SSL.

Classificação da SSL Finals 2016

  1. Mendelblat/Fatih (USA)
  2. Rohart/Ponsot (FRA)
  3. Scheidt/Maguila (BRA)
  4. Negri/Lambertenghi (ITA)
  5. Polgar/Koy (ALE)
  6. Szabo (EUA)/Natucci (ITA)
  7. Kuznierewicz/Zycki (POL)
  8. Christensen/Milrie (DEN)
  9. Stipanovic/Sitic (CRO)
  10. Fantela/Arapovic (CRO)

 

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser

Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

Mais informações em www.robertscheidt.com.br

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Brasil é bronze na Star Sailors League Finals nas Bahamas

Scheidt e Maguila com o bronze (Troels Lykke/SSL )
Scheidt e Maguila com o bronze (Troels Lykke/SSL )

Campeão na primeira edição em 2013 com Bruno Prada, neste ano Robert Scheidt retorna ao pódio em Nassau ao lado de Henry Boening , o Maguila

Nassau (BAH) – Scheidt e Maguila venceram a regata das quartas de final, chegaram em segundo na semi e conquistaram o bronze na prova decisiva, garantindo assim, o pódio na Star Sailors League Finals (SSL) nas Bahamas. Mendelblat e Fatih (EUA) sagraram-se bicampeões (2014 e 2016), enquanto os franceses Rohart e Ponsot ficaram com a medalha de prata. As regatas deste sábado (3) foram disputadas com vento nordeste entre 12 e 14 nós na Baía de Montagu.

Contravento na regata final (Troels Lykke/SSL )
Contravento na regata final (Troels Lykke/SSL )

A eliminação de três tripulações a cada regata garantiu a emoção nas quartas de final e semifinal disputadas respectivamente por oito e seis barcos. A final reuniu quatro duplas: os vencedores da primeira fase, Negri e Lambertenghi (ITA), juntaram-se aos três primeiros da semifinal, os timoneiros Scheidt, Rohart e Mendelblat. Os italianos dominaram a fase de classificação e mais uma vez acabaram em quarto lugar, a exemplo de 2013 em Nassau e do SSL City Grand Slam de Hamburgo (ALE) deste ano.

Scheidt e Maguila chegaram a liderar a primeira das quatro pernas da regata final, mas acabaram ultrapassados por Mendelblat e Rohart. “Tivemos a chance de vencer, mas em uma regata decisiva é preciso escolher um dos lados da raia, não adianta ficar no meio. Tomamos a decisão que achamos correta. Foi um ótimo resultado. Eu não velejava de Star há muito tempo e logo no meu primeiro campeonato com o Maguila chegamos ao pódio”, analisou Scheidt, maior medalhista olímpico do País.

O bicampeão em Nassau, Mark Mendelblatt, comemorou o título de 2016 e não poupou elogios ao parceiro. “A batalha foi muito dura, a exemplo de nossa vitória há dois anos. Eu disse ao Brian: ‘vamos manter os pés no chão e continuar tentando, pensando em uma regata por vez’. Ele (Brian Fatih) fez um ótimo trabalho na proa do barco, principalmente na semifinal e final”.

Brasileiros antes da regata decisiva (Troels Lykke/SSL )
Brasileiros antes da regata decisiva (Troels Lykke/SSL )

A SSL Finals 2016 distribuiu premiação geral de 200 mil dólares, sendo 40 mil para os campeões, 30 mil para os segundos colocados, 25 mil para os terceiros e assim sucessivamente. Neste ano, a competição reuniu 25 duplas, incluindo 16 medalhistas olímpicos, campeões mundiais, além de vencedores de America’s Cup e Regata Volta ao Mundo. Os campeões somaram quatro mil pontos no ranking da SSL.

Mais informações: finals.starsailors.com

Classificação da SSL Finals 2016

  1. Mendelblat/Fatih (USA)
  2. Rohart/Ponsot (FRA)
  3. Scheidt/Maguila (BRA)
  4. Negri/Lambertenghi (ITA)
  5. Polgar/Koy (ALE)
  6. Szabo (EUA)/Natucci (ITA)
  7. Kuznierewicz/Zycki (POL)
  8. Christensen/Milrie (DEN)
  9. Stipanovic/Sitic (CRO)
  10. Fantela/Arapovic (CRO)

 

Rachele Vitello – rachele.vitello@gmail.com

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com

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Brasil reforça a proa na Star Sailors League Finals

Prada e Zarif na SSL (Studio Borlenghi/SSL)
Prada e Zarif na SSL (Studio Borlenghi/SSL)

Entre os principais proeiros do mundo, Bruno Prada, Henry Boening (Maguila) e Guilherme de Almeida (Madá) estão confirmados no maior evento da classe Star no ano

São Paulo (SP) – A tradição e a força da vela brasileira têm elevado ainda mais o nível das competições organizadas pela já consolidade Star Sailors League (SSL), idealizada há pouco mais de três anos pelos próprios velejadores de Star. No final deste ano os brasileiros levarão seu talento às Bahamas para a quarta edição da SSL Finals, de 27 de novembro a 3 de dezembro. Os proeiros contribuirão de forma efetiva para impulsionar os barcos do País entre a flotilha de 25 tripulações.

Com premiação total de U$ 200.000, o evento contará com Henry Boening, o Maguila, na proa de Robert Scheidt, com Guilherme de Almeida, o Madá, ao lado de Torben Grael, além do tetracampeão mundial e líder no ranking da SSL, Bruno Prada. O Brasil ainda poderá ter mais dois proeiros consagrados em Nassau. O atual campeão sul-americano Samuel Gonçalves, o Samuca, e o campeão brasileiro de Star, Arthur Lopes, o Tutu.

Madá e Torben na Suíça (Studio Borlenghi/SSL)
Madá e Torben na Suíça (Studio Borlenghi/SSL)

Como líder do ranking dos proeiros, Bruno tem o privilégio de decidir com qual timoneiro quer velejar. O medalhista olímpico justifica a escolha por Jorge Zarif, parceiro do Yacht Club Paulista (YCP). “O talento do Jorginho é indiscutível e ainda teremos um mês pela frente para uma boa preparação. Neste ano estou muito mais leve, cerca de 100 quilos, e terei a oportunidade de formar tripulação com peso máximo de 200 quilos em um lugar onde os ventos são fortes. Vai contribuir para o desempenho”.

Bruno relata também, a condição privilegiada que a competição deste ano adquiriu após os Jogos Rio 2016. “A SSL Finals vai reunir o maior número de medalhistas olímpicos e campeões mundiais da história da vela. Será uma grande honra velejar em um local incrível com formato de regatas classificatórias e eliminatórias, o que garante a emoção das grandes batalhas do esporte. Teremos todos os ingredientes de um evento épico: ídolos, tradição e entretenimento”.

Motivação especial para Maguila – O proeiro de Niterói (RJ) conquistou recentemente o Hemisfério Oriental de Star, ao lado do norte-americano Augie Diaz, na Croácia e ocupa a 12ª posição no ranking dos proeiros da SSL. “Recebi o convite do Robert (Scheidt) e estou muito honrado. Formar dupla com quem já foi campeão da SSL Finals nos coloca entre os favoritos. Nosso objetivo é chegar às regatas eliminatórias porque a partir das quartas de final todos têm chances”, afirma Maguila, quarto colocado em 2014 com Jorge Zarif.

Maguila em Ilhabela (APJ Esportes)
Maguila em Ilhabela (APJ Esportes)

Maguila tem treinado no Rio de Janeiro e pretende estar preparado para qualquer condição a ser enfrentada no Caribe. “A tendência é de ventos fortes na raia próxima ao Nassau Yacht Club (NYC), o que me agrada muito. Para o público que acompanha a transmissão ao vivo pela internet as regatas tornam-se ainda mais emocionantes. Porém em 2015, predominou o vento fraco e como não podemos escolher, precisamos nos prevenir”, considera o proeiro de Scheidt.

Ao contrário de Maguila, o proeiro de Torben, Guilherme de Almeida, se pudesse escolheria ventos mais fracos. “Se ventar forte será difícil ganhar do Robert e da molecada que correu de Laser nos Jogos Olímpicos do Rio, mas se o vento estiver mais fraco poderemos chegar na frente”, deseja Madá, sétimo colocado com Torben no Lake Grand Slam da SSL em 2015 na Suíça e pela segunda vez na final das Bahamas.

SSL Lake Grand Slam (Studio Borlenghi/SSL)
SSL Lake Grand Slam (Studio Borlenghi/SSL)

Diante das necessidades de Madá em sua clínica dermatológica “Dr. Guilherme de Almeida”, em São Paulo, Torben tem velejado com Arthur Lopes, com quem venceu o Brasileiro de Star há um mês em Cabo Frio (RJ). “Torben e Tutu vão chegar a Nassau com uma semana de antecedência para treinar e ajustar o barco. Vamos correr com um barco italiano novo, modelo Lillia, com as mesmas velas utilizadas quando ficamos em quinto lugar da Bacardi Cup, em Miami. Estou otimista com mais uma disputa pela SSL, uma garantia para o futuro da classe Star”, exalta o médico e velejador.

Para mais informações: http://www.starsailors.com

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