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AR – XIV Campeonato Brasileiro da Classe Day Sailer – 02 a 04/11/2018

LOCAL e SEDE

  • Guarapiranga – S. P.
  • YCSA – YACHT CLUBE SANTO AMARO – Sede do Campeonato e estacionamento obrigatório dos veleiros participantes.

ORGANIZAÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL: CBVELA, FEVESP e ABCDS Continuar lendo AR – XIV Campeonato Brasileiro da Classe Day Sailer – 02 a 04/11/2018

Primeira Etapa do Circuíto Marreco 2018 aconteceu no último sábado!

Neste ano, dezoito equipes estão inscritas na Classe Marreco, que realizou sua primeira regata de 2018 no último sábado, dia 17 de março.  Dezesseis equipes se alinharam para a largada na raia 3. Márcio Finamore foi o juiz. Continuar lendo Primeira Etapa do Circuíto Marreco 2018 aconteceu no último sábado!

Talk Sail do Yacht Club Paulista é pré-largada para regatas na Guarapiranga

Xandi Paradeda e a filha Melissa no YCP (APJ Esportes)

palestra de Alexandre Paradeda reuniu dezenas de velejadores no YCP antes das regatas de ranking da Federação de Vela do Estado de São Paulo

São Paulo (SP) – O Sail Talk idealizado pelo Yacht Club Paulista (YCP) é a atração fora da água nas regatas organizadas pelo clube nesta temporada. O palestrante deste domingo (4/3) foi o campeão dos Jogos Pan-Americanos na classe Snipe, Alexandre Paradeda, também ganhador de 12 títulos nacionais e dois sul-americanos na classe. O gaúcho de 45 anos foi medalha de ouro no Pan do Rio em 2007 e prata nos Jogos de Winnipeg, em 1999. Disputou ainda as Olimpíadas de Sydney e Atenas na classe 470.

Xandi e Anna Júlia: campeões paulistas de Snipe na Guarapiranga (Douglas Moreira/Fisheye)

“A Snipe é uma excelente escola antes de se optar por uma classe olímpica. Proporciona ritmo para se evoluir porque você compete com 40, 50 ou 60 barcos. O mesmo ocorre com a Laser. No Brasil, são as duas classes que mantêm o velejador ativo. Não adianta o guri chegar voando da Optimist e depois ‘emburrecer’ nas classes destinadas à vela jovem correndo regatas com meia dúzia de barcos”, afirma Paradeda, campeão brasileiro de Optimist aos 15 anos.

Xandi, como é conhecido na vela, responsabiliza a CBVela pelos eventuais desperdícios de talentos entre os jovens velejadores. “Cerca de 90% do trabalho da entidade é voltado para a vela olímpica. A CBVela virou uma sucursal do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que só visa a medalha. É preciso investir na base, formar o atleta, independentemente dos interesses do COB”, ressalta Paradeda.

O experiente velejador correu de Snipe neste fim de semana em dupla com sua filha Melissa, de nove anos. Xandi ofereceu aos participantes do Sail Talk oportuna aula teórica de regulagens móveis para mastro e velas, útil para todas as classes, com foco principalmente na condição de ventos rondados, típica da Represa Guarapiranga. Atentos às informações, os velejadores lhe fizeram uma série de perguntas antes do embarque para a largada de domingo.

Flotilha de Snipe na represa paulistana (Douglas Moreira/Fisheye)

“Importante sabermos que neste ano precisamos nos preparar muito bem para o Brasileiro de Snipe que será disputado em janeiro de 2019 na Guarapiranga, com cerca de 100 barcos. A preparação não deve ficar restrita à represa, é necessário adquirir bagagem velejando em outras raias, principalmente no mar”, recomenda Xandi. O Campeonato Brasileiro será seletivo para o Mundial de Snipe do próximo ano, previsto para outubro em Ilhabela.

O Sail Talk do YCP é organizado pelo diretor de Vela, Alonso López. A vice-comodoro Paola Prada Lorenz enaltece a criação do evento. “Agradeço muito aos palestrantes que estão nos oferecendo um rico aprendizado com temas sempre relevantes. O YCP cumpre a missão de congregar os velejadores antes e depois das regatas”. Xandi foi o terceiro convidado. Antes dele, apresentaram-se os velejadores Raymond O’Keefe e José Hackerott. Os próximos serão: Paulo Pêra (10/3) e Marcelo Bellotti (17/3).

 

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com
MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044

 

Clínica de vela da Classe Day Sailer no ASBAC

Aula prática de trimagem de velas – Foto: Marcelo

Aconteceu neste fim de semana, 17 e 18 fevereiro de 2018, a Clínica de vela da Classe Day Sailer no clube ASBAC (represa do Guarapiranga) com a participação de 26 velejadores, alguns, inclusive, de outras classes de veleiro.

A Clínica teve início com uma palestra do Juiz Gustavo Leibovici que, durante 2 horas, explanou sobre as novas regras respondendo a várias dúvidas dos participantes e orientando a respeito de como serão as largadas das regatas da FEVESP em 2018.

Na parte da tarde, o Coordenador da Classe Arno Buchli demostrou como planejar o Layout de um veleiro dando dicas de trimagem de velas e de regulagens do Day Sailer.

No Domingo, devido à falta de vento, foram realizadas aulas práticas para esclarecer dúvidas de alguns dos participantes.

O evento teve apoio da ABVC-Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro e do Jornal Almanautica.

Veja algumas fotos do evento:

Pessoal participando da aula teórica – Foto: Marcelo
Foto: Marcelo
Tirando dúvidas enquanto chovia lá fora – Foto: Marcelo
Juiz Gustavo Leibovici – Foto: Marcelo
Flotilha de veleiros Day Sailer durante a Clínica – Foto: Marcelo
Foto: Marcelo

Para maiores informações entre em contato com o Marcelo – New Way através do e-mail: marcelo.newway@uol.com.br

 

Abs,

Marcelo

 

Acampamento Náutico de Férias do YCP incentiva novos velejadores

Tripulação mirim (Divulgação/YCP)

Encerrado nesta semana, o tradicional evento do Yacht Club Paulista levou as crianças duas vezes por dia para velejar em várias classes na Guarapiranga

São Paulo (SP) – Nas férias de verão, a água é o meio de diversão indispensável para a maioria das crianças. Aquelas que participaram do tradicional Acampamento Náutico do Yacht Club Paulista (YCP) aproveitaram ao máximo a Represa Guarapiranga para velejar, assim como a piscina do clube, para o aprendizado inicial sobre o manuseio do barco.

Durante seis dias, crianças de 8 a 14 anos participaram de forma intensa das ações de esporte e lazer, sendo que as atividades náuticas ficaram sob responsabilidade da Escola de Vela do YCP. “Foi um acampamento sensacional. Os jovens velejaram duas vezes por dia nas classes Optimist, Snipe e Microtoner, primeiro em equipes e depois sozinhas”, relata a vice-comodoro do YCP, Paola Prada Lorenzi, organizadora do evento, realizado desde 1975.

Aprendizado na Optimist (Divulgação/YCP)

“Velejar é um esporte técnico e desafiador, o que permitiu aos acampados, interagir com a água e o vento, aprendendo a respeitar a natureza e a tirar o melhor proveito de ambos”, afirma Paola. “Iniciamos as atividades náuticas com o ‘vira-vira’, capotando e desvirando o barco na piscina do clube, uma forma segura e divertida de as crianças adquirirem a confiança necessária. Neste ano tivemos como novidade, o stand up paddle, para aprimorar o equilíbrio sobre a água”.

Recreação na água e na terra (Divulgação/YCP)

Além de associados do YCP e seus amigos, o Acampamento Náutico recebeu grupos de crianças do parceiro Esporte Clube Pinheiros e também do Paulistano. No último dia do evento foi organizada uma apresentação náutica com brunch para os pais. Todos os participantes receberam certificado de curso de vela, medalhas e convite para retornarem ao clube e se manterem em desenvolvimento na vela.

Preparação na piscina
(Divulgação/YCP)

Alegria de filhos e pais – A satisfação dos filhos costuma ser extensiva aos pais, sempre atentos e carinhosos em oferecer às crianças merecida diversão nas férias. Fã da vela, Frederico Pasquini, associado do Pinheiros, foi voluntário nos Jogos Rio 2016 e ajudou a erguer o barco 49er FX de Martine e Kahena na Marina da Glória para comemorar a medalha de ouro brasileira. Frederico inscreveu o filho Tomás no acampamento. “O YCP ofereceu ao meu filho o que de melhor poderia proporcionar. Sou muito grato”.

Sentimento semelhante foi expressado pela mãe de Bruno, do Paulistano. “Ele amou o acampamento e disse que gostaria que houvesse outro no inverno para retornar nas férias de julho. Fala o tempo todo sobre os barcos em que velejou e o que aprendeu no YCP. Percebi que o trabalho com as crianças foi feito com muito carinho”, elogiou Priscila Varella.

O pai de Alfredo, associado do próprio YCP, apesar de acostumado às atividades náuticas, enalteceu a participação de seu filho. “Tivemos retorno muito positivo do Alfredo sobre o aprendizado na vela, a harmonia na turma e a eficiência dos monitores. Somos gratos à dedicação do YCP às nossas crianças”, resumiu Waldir Menezes.

 

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com
MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044

 

 

 

Copa Paulista de Vela encerra o ano com 250 barcos nas raias

Classe Snipe, a mais ativa (Douglas Moreira / Fisheye Images)

Criada há três anos pelo Yacht Club Paulista, competição resgata a vela na Guarapiranga e registra em 2017 crescimento de 40% sobre edição anterior

São Paulo (SP) – O ano de 2017 foi promissor para a vela no Estado de São Paulo devido à evolução da Copa Paulista, criada em 2015 pelo Yacht Club Paulista e organizada exclusivamente pelo clube com regatas apenas na Represa Guarapiranga nas duas primeiras edições como Copa YCP. Nesta temporada, somadas as 12 etapas, 251 barcos diferentes competiram, contra 180 de 2016, aumento de 40% nas inscrições.

Diversão nas duplas mistas (Douglas Moreira / Fisheye Images)

A temporada movimentou 407 velejadores de 20 classes em 35 regatas, números que deixaram os organizadores gratificados. “Chegamos ao final do ano com entusiasmo diante da participação massiva de clubes e velejadores, não apenas da Guarapiranga. Estamos no caminho certo”, comemorou a vice-comodoro do YCP, Paola Prada Lorenzi, também velejadora e idealizadora do grupo feminino Divas da Snipe.

Optimist: primeiro degrau (Douglas Moreira / Fisheye Images)

Atendendo à proposta da Copa Paulista, de disseminar a vela no estado, neste ano foram incluídas etapas em Santos e Ilhabela, e outros três clubes passaram a dividir com o YCP a responsabilidade de organizar e receber o campeonato: Yacht Club Santo Amaro (YCSA), Clube de Campo São Paulo (CCSP) e Iate Clube de Santos (ICS).

Associado do YCP desde a infância, o veterano velejador Luis Borba disputou a Copa Paulista ao lado do jovem Leonardo Lorenzi, de Snipe, com o barco Pasta. “A copa proporcionou a retomada da vela na represa para todas as classes. A Snipe, especificamente, foi a que mais aderiu ao movimento e se tornou a classe mais ativa”, observou Borba.

Paola e Georgia Bruder: Divas da Snipe (Douglas Moreira / Fisheye Images)

Afastado das raias durante 15 anos, Borba encontrou na copa a motivação para voltar a praticar o esporte que mais admira. “Retornei às regatas no Classic Sailing Festival, organizado pelo Yacht Club Paulista em 2016 e vi na copa a oportunidade de permanecer velejando. Além de atrair novos velejadores, a competição teve o mérito de resgatar muitos dinossauros, como eu”, diverte-se Borba.

Copa em família – Quem também se divertiu nas raias da Guarapiranga e de Ilhabela, foi Marcelo Sestini, principalmente por ter optado pela classe HPE 25, para quatro tripulantes, o que lhe permite competir ao lado dos filhos Thiago e Bruno, de 15 e 12 anos. “Além de manter a família unida, a classe é muito competitiva. O primeiro objetivo, motivá-los para a vela, foi atingido. A tendência agora é que passem a velejar de Snipe e assim vamos formando novos velejadores”, prega o comandante do Ubuntu.

A HPE 25 registrou relevante evolução nesta temporada ao longo da Copa Paulista, fechando o ano com uma flotilha de 17 barcos na represa e perspectiva de novos adeptos. O YCP terá em 2018 um barco da classe exclusivo para aprendizagem. “Teremos um HPE 25 para a formação de jovens e adultos durante pelo menos um ano. Os alunos irão sentir com mais intensidade a emoção de velejar”, revela Richard Andersen, responsável pela escola de vela Dick Sail, instalada no YCP.

Paola e Georgia Bruder: Divas da Snipe (Douglas Moreira / Fisheye Images)

O sucesso da Copa Paulista passa pelas mãos de Alberto Hackerott, ex-diretor de vela do YCP e um dos criadores da competição em 2015. “A copa neste ano fez com que os velejadores da represa fossem para o mar e que os do mar conhecessem a represa, o que proporcionou aprendizado a todos. Precisamos motivar a base amadora da vela, para que os mais novos se espelhem nos mais experientes”, sugere Beto, vice-campeão de Snipe em 2017, em dupla com a esposa Eloah.

Troféu Joerg Bruder (coordenador da classe mais ativa em 2017)

Alonso Lopez – YCP – Snipe

Campeões das classes mais numerosas na Copa Paulista 2017

Snipe – Enrico e Frederico Francavilla – YCSA

Day Sailer – Arno Buchli Jr. e Silvio Faleiros – ASBAC

Optimist – Olívia Franco – YCSA

Star – Alessandro Pascolato e Henry Boening – YCP

Finn – Ricardo Santos – YCSA

Dingue – Guilherme Menezes e Yasmin Cardoso – ICS

Laser 4.7 – Felipe Fonseca – YCSA

Laser Standard – André Scwarz – YCSA

Laser Radial – Christine Reimer – YCSA

HPE 25 – Espetáculo – Luis Fernando Staub – YCSA

 

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