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Mundial ‘dos extremos’ deixa Scheidt e Borges em terra

Dupla formada pelo bicampeão olímpico e seu proeiro não puderam velejar nesta sexta-feira (1) porque a comissão de regata foi obrigada a cancelar as regatas devido ao forte vento no litoral da cidade do Porto

São Paulo (SP) – O Campeonato Mundial de 49er segue sua rotina de extremos. A competição que precisou esperar dois dias para começar devido a falta de vento, teve as regatas canceladas pelo motivo oposto nesta sexta-feira (1). Fortes rajadas, que chegaram a 22 nós, e ondas grandes forçaram a organização a adiar a programação do evento disputado na cidade do Porto, em Portugal. Com isso, Robert Scheidt e Gabriel Borges esperam que as condições climáticas melhorem e possam encerrar sua participação neste sábado (2).

“O dia começou com mais vento que ontem (quinta-feira). As meninas foram para a água primeiro e fizeram quatro regatas. Quando seguimos para a raia de largada, por volta das 13h, o vento tinha aumentado bastante, na casa dos 22 nós, com o mar bem grande. Com isso, a comissão cancelou as provas. Estava realmente complicado e, infelizmente, muita gente se machucou. Estamos bem e espero que o tempo permita as quatro regatas programadas para amanhã (sábado, 2)”, disse o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Sem regatas, Scheidt e Borges mantém a 35ª posição, com 58 pontos perdidos. Em seis regatas, velejaram entre os top 20 em cinco, cruzando a linha de chegada em 8º, 24º (resultado descartado), 9º, 14º, 17º e 10º lugares. A liderança é dos britânicos Dylan Fletcher-Scott e Stuart Bithell, com 9 pontos perdidos. Entre os demais brasileiros em Portugal, Carlos Robles/Marco Grael e Dante Bianchi/Thomas Low-Beer aparecem em 19º e 38º lugares, respectivamente. No feminino, Martine Grael com Kahena Kunze, dupla campeã olímpica nos Jogos Rio 2016, mantém a 3ª colocação.

Tóquio 2020 – Bicampeão, maior medalhista olímpico do Brasil e considerado uma lenda viva nas classes Star e Laser, Robert Scheidt disputa sua primeira temporada na 49er aos 44 anos. Em Portugal, estreia em um Mundial na nova classe. Consciente dos desafios, busca experiência ao velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar um novo ciclo olímpico, visando os Jogos de Tóquio, em 2020.

Recentemente, Scheidt e Borges disputaram o Campeonato Europeu. Em 15 regatas, conquistaram duas vitórias e encerraram a participação em 31º lugar, com 103 pontos perdidos, entre 92 barcos. “Aprendemos muito e deixamos o Europeu um pouco melhor do que chegamos. Estreamos um novo barco e sabemos que tudo faz parte do nosso aprendizado na 49er”, completou o atleta sobre a disputa em Kiel, na Alemanha.

Crescimento – A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, obteve o 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. No final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016

Laser

– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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ZDL – Rafael De Marco / Doro Jr. – Mtb 13209

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Scheidt e Borges estão no top 40 após o primeiro dia do Mundial de 49er

Competição na cidade do Porto, em Portugal, começou com ventos fracos e 81 barcos. Dupla formada pelo campeão olímpico e seu proeiro velejou com consistência. Classificação mudou após as regatas em função do julgamento de protestos

São Paulo (SP) – Após dois dias à espera do vento, o Campeonato Mundial de 49er finalmente começou nesta quarta-feira (30), na cidade do Porto, em Portugal. Ao todo, 81 barcos largaram e, após três regatas, o estreante na maior competição da classe, Robert Scheidt, e o proeiro Gabriel Borges cruzaram a linha de chegada 8º, 24º e 9º lugares e aparecem na 38ª posição na classificação geral. O Mundial segue nesta quinta-feira (31), com expectativa de vento forte.

“Finalmente o campeonato começou. Após uma longa espera de dois dias e do período da manhã desta quarta, fomos para a água por volta das 14h. Começou com vento fraco, entre 5 e 6 nós, e terminou, na última regata, por volta dos 10 nós. Largamos bem nas três provas. Na primeira chegamos a estar em terceiro, mas cometemos alguns erros e terminamos em oitavo. Na segunda também tivemos boas chances, contudo não soubemos ler bem o vento e tomamos decisões equivocadas. Na última corrida novamente conseguimos velejar bem. Estamos felizes e vamos com tudo”, disse o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Juntamente com a expectativa da sequência de bons desempenhos, Scheidt e Borges devem subir na classificação geral do Mundial com a entrada dos descartes dos piores resultados. Após o primeiro dia, a dupla tem 41 pontos perdidos. A ordem dos barcos sofreu alterações depois do julgamento de protestos. Os novos líderes são os ingleses James Peters e Fynn Sterrit, com 9 pontos perdidos. Entre os demais brasileiros em Portugal, Carlos Robles/Marco Grael e Dante Bianchi/Thomas Low-Beer aparecem em 34º e 53º lugares, respectivamente. No feminino, Martine Grael com Kahena Kunze, dupla campeã olímpica nos Jogos Rio 2016, ocupa a 6ª colocação.

Tóquio 2020 – Bicampeão, maior medalhista olímpico do Brasil e considerado uma lenda viva nas classes Star e Laser, Robert Scheidt disputa sua primeira temporada na 49er aos 44 anos. Em Portugal, estreia em um Mundial na nova classe. Consciente dos desafios, busca experiência ao velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar um novo ciclo olímpico, visando os Jogos de Tóquio, em 2020.

Recentemente, Scheidt e Borges disputaram o Campeonato Europeu. Em 15 regatas, conquistaram duas vitórias e encerraram a participação em 31º lugar, com 103 pontos perdidos, entre 92 barcos. “Aprendemos muito e deixamos o Europeu um pouco melhor do que chegamos. Estreamos um novo barco e sabemos que tudo faz parte do nosso aprendizado na 49er”, completou o atleta sobre a disputa em Kiel, na Alemanha.

Crescimento – A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, obteve o 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. No final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016

Laser

– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Scheidt terá barco "zero km" no Campeonato Europeu

O novo barco de Scheidt e Borges (Divulgação)

Bicampeão olímpico e o proeiro Gabriel Borges já estão em Kiel, na Alemanha, onde treinam com o novo equipamento em busca de um bom resultado na classe 49er, de 27 de julho a 4 de agosto

São Paulo (SP) – Robert Scheidt e Gabriel Borges têm motivação extra para a reta final da temporada 2017 do iatismo internacional. O bicampeão olímpico e seu proeiro contam com um barco ‘zero km’ desde a semana passada. A estreia do novo equipamento será no Campeonato Europeu da Classe 49er, que será disputado de 27 de julho a 4 de agosto no Kieler Yacht-Club, em Kiel, na Alemanha.

“Usávamos um barco do COB e CBVela e que era de 2014. Por isso, optamos por adquirir um barco 100% nosso. Claro que um equipamento novo sempre é melhor. É mais rígido. Tende a performar mais. Não existe uma diferença gritante, mas existe. Ainda mais porque temos também um mastro e vela novos. E o kit todo tende a dar um resultado melhor em termos de velocidade”, afirma ele, que completa. “É uma motivação a mais. Porém, sabemos que o principal continua dependendo da gente, da maneira como vamos velejar.”

Scheidt sabe que a dupla precisará de tempo para se adaptar ao novo barco. Por isso, seguiu para Kiel neste domingo (23). “Teremos uma ferramenta melhor para competir no Europeu isso é muito bom, mas sabemos que tudo é um processo. Quando pegamos o novo 49er, precisamos de três a quatro dias de trabalho para ajustes, como alinhar o leme com a bolina, por exemplo. Mas já colocamos o barco na água, no Lago di Garda (na Itália) e ele rendeu bem. Agora é velejar mais em Kiel para aprimorar ao máximo até o campeonato”, explica o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Scheidt e Borges treinaram com o novo barco na Itália (Divulgação)

Aos 44 anos e consagrado na Star e Laser, Scheidt disputa sua primeira temporada na 49er. O maior medalhista do Brasil em Olimpíadas, com cinco pódios, encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar um novo ciclo olímpico, visando os Jogos de Tóquio, em 2020. Com isso, sabe que as dificuldades fazem parte do processo de adaptação às características da nova classe.

Crescimento – A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. No final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar. Mais recentemente, disputou a Kieler Woche, tradicional Semana de Vela de Kiel e conseguiu o 17º lugar.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

  • Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
  • Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
  • Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016

Laser

  • Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

  • Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

  • Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

  • Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Robert Scheidt faz balanço positivo da Semana de Vela de Kiel

Robert Scheidt e Gabriel Borges (divulgação)

Ao lado do proeiro Gabriel Borges, bicampeão olímpico veleja bem na última regata da flotilha ouro e encerra participação na tradicional competição alemã confiante de estar no caminho certo na nova classe, a 49er. Próximo desafio será o Campeonato Europeu, em julho.

São Paulo (SP) – Robert Scheidt e Gabriel Borges voltaram a enfrentar vento forte na Kieler Woche. Porém, ao contrário do dia anterior, a dupla velejou melhor neste sábado (24), cruzou a linha de chegada da última regata da flotilha ouro em 9º lugar e encerrou a participação na tradicional Semana de Vela de Kiel, na Alemanha, confiante no futuro. “Falta ainda muita experiência com esse vento mais forte, mas o principal é que estamos evoluindo. Foi importante velejar nessas condições difíceis, situação que ainda não havíamos enfrentado. Estamos no caminho certo”, afirma o bicampeão olímpico, que disputa sua primeira temporada na classe 49er.

Aos 44 anos e consagrado na Star e Laser, Scheidt encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar um novo ciclo olímpico, visando os Jogos de Tóquio, em 2020. Com isso, sabe que as dificuldades fazem parte do processo de adaptação às características da velejada na 49er. “Lógico que o objetivo era a medal race em Kiel, mas, acima de tudo, fizemos dois primeiros dias muito bons – com direito à vitória na regata inicial – e depois o vento forte deixou as coisas mais difíceis para nós. Vamos seguir em frente, sempre evoluindo”, disse o iatista, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Agora, Scheidt e Borges voltam para a Itália para retomar os treinos e esperar um ‘presente’. “Vamos receber um barco novo em duas semanas e já vamos começar a trabalhar nele para retornar aqui para kiel no final de julho, onde vamos correr o Campeonato Europeu”, conta o maior medalhista do Brasil em Olimpíadas, com cinco pódios.

Scheidt e Borges se despediram da Kieler Woche 2017 velejando bem. Mantiveram o 17º lugar na classificação geral, com 159 pontos perdidos após a 9a. posição na última regata da flotilha ouro e ficaram a sete posições da medal race, neste domingo (25). Vale lembrar que 69 barcos disputaram a Semana de Vela de Kiel. A outra dupla brasileira na competição, Carlos Lorente e Marco Grael, terminaram em 15º. A liderança geral está com australianos David Gilmour e Joel Turner, com 43 pontos perdidos.

Crescimento – A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Mais recentemente, no final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016

Laser – Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000,001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Scheidt e Borges entram na flotilha ouro de Kiel no top 6

Scheidt e Borges em Kiel (Divulgação)

Dupla formada pelo bicampeão olímpico segue com regularidade na Alemanha e inicia fase semifinal com moral alta e confiante para lutar pelo pódio

São Paulo (SP) – Robert Scheidt e Gabriel Borges iniciam, nesta sexta-feira (23), a disputa da flotilha ouro da Kieler Woche, a tradicional Semana de Vela de Kiel, na Alemanha. E começam a fase semifinal com moral alta, após garantir a sexta colocação na etapa de classificação da classe 49er, que reuniu 69 barcos. “Estamos animados, velejamos bem, com boa média nas cinco primeiras regatas, e vamos tentar melhorar mais para buscar um lugar na medal race e lutar pelo pódio”, disse o bicampeão olímpico, referindo-se à final programada para domingo (25), reunindo os dez barcos mais bem posicionados.

Após uma estreia em grande estilo – com direito à vitória na regata inicial, seguida por um segundo e um sétimo lugares – Scheidt e Borges tiveram uma jornada mais complicada nesta quinta-feira (21). “Foi um dia longo. Passamos quase seis horas na água. O excesso de vento e chuva fez com que as largadas do período da manhã fossem postergadas. Voltamos à tarde e, na primeira regata, corremos com 15 nós para chegar em 8º. O vento diminuiu bastante na segunda prova, mas não velejamos tão bem. Cometemos alguns erros táticos e eu não consegui entrar em sintonia com as rajadas de vento, com isso, ficamos em 12º”, avaliou o iatista, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Com o descarte do pior resultado em cinco regatas, justamente o 12º lugar da última prova da fase de classificação, Scheidt e Borges ocupam o 6º lugar, com 18 pontos perdidos. A liderança continua com os neozelandeses Josh Porebski e Trent Rippey, com 9 pontos perdidos. A outra dupla brasileira na Alemanha, formada por Carlos Lorente e Marco Grael, está em 17º lugar. Os iatistas do Brasil e Nova Zelândia estão entre os 35 classificados para a flotilha ouro que começa nesta sexta e termina sábado.

Evolução – Em sua primeira temporada na classe 49er, Scheidt busca experiência a fim de iniciar um novo ciclo, visando os Jogos de Tóquio, em 2020, onde pretende lutar pela sexta medalha olímpica. Aos 44 anos e consagrado na Star e Laser, o iatista encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes. “Sabemos que é um processo que leva um certo tempo e muita dedicação. E quanto mais tempo estivermos na água treinando e competindo, mas aprimoraremos nossas manobras. Estamos na luta e os resultados começam a aparecer”, completa Scheidt.

A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Mais recentemente, no final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016

Laser

– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star – Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Scheidt estreia nesta quarta-feira na Semana de Vela de Kiel

Treinos antes da estreia em Kiel (Divulgação)

Ao lado do proeiro Gabriel Borges, bicampeão olímpico compete na tradicional regata alemã como parte da adaptação à nova classe, a 49er, na qual busca experiência para disputar os Jogos de Tóquio, em 2020

São Paulo (SP)–  Robert Scheidt estreia na Kieler Woche, a mais tradicional semana de vela do mundo, em Kiel, na Alemanha, nesta quarta-feira (21). Ao lado do proeiro Gabriel Borges, o bicampeão olímpico encara a competição como mais uma etapa de sua adaptação à nova classe, a 49er, na qual busca experiência a fim de iniciar um novo ciclo, visando os Jogos de Tóquio, em 2020, onde pretende lutar pela sexta medalha na maior competição do planeta.

Scheidt se preparou para a Kieler Woche em ‘seu quintal’. Ele o Gabriel Borges treinaram por dois meses no Lago di Garda, na Itália, onde Robert mora com a família. Aos 44 anos, mantém a motivação em alta. “Vai ser a nossa primeira competição do verão europeu e estamos bem animados. Depois da disputa aqui na Alemanha, teremos o Campeonato Europeu e o Mundial. E kiel será uma regata importante para avaliar o nosso nível. Temos pouco tempo na classe e a cada dia na água aprendemos muita coisa”, explica o iatista, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

A dupla brasileira chegou a Alemanha na quinta-feira (15) para aclimatação e alguns dias de preparação antes da estreia. “Fizemos bons treinos, com vento forte nos dois primeiros dias e vento fraco na sequência. Estamos em um bom momento, em uma crescente, mas é difícil saber o que esperar da competição, que terá 75 barcos na 49er e, consequentemente, um alto nível”, afirma Scheidt, que complementa. “Com muita gente na água, a largada será crucial. Tudo vai depender de largar bem. Há ainda um outro fator, que é a previsão de mudança do clima durante o evento, com tempo fechado e ventos mais fortes. Vamos ver.”

Em Kiel, serão três regatas por dia. Nesta quarta e quinta, os competidores serão divididos em dois grupos. Os melhores correm na flotilha ouro na sexta e no sábado. Os dez barcos mais bem classificados alinham para a medal race no domingo, no encerramento da Semana de Vela de Kiel. A Kieler Woche teve cerimônia de abertura no sábado (17), mas como é dividida em duas etapas, classes como a 49er só começam a partir desta quarta-feira. Robert tem quatro títulos na tradicional semana de vela alemã, sendo três na Laser e um na Star.

Susto – A preparação para a Semana de Vela de Kiel foi considerada muito boa por Scheidt, mas não esteve livre de percalços no Lago di Garda. O bicampeão olímpico sofreu uma lesão muscular no início da preparação e se viu obrigado a ficar 20 dias parado. “Durante uma manobra, o barco virou e eu cai na água. Nesse momento, bati o braço e sofri uma contusão no tríceps. O 49er é mais radical, extremo, e essas coisas acontecem. Conforme a velejada melhora, o risco diminui. Mas voltei bem e tivemos tempo de refinar as manobras, o que é muito importante em um barco como esse, que exige muita habilidade”, explica Robert.

Crescimento – A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Mais recentemente, no final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos  – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016

Laser

– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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ZDL – Rafael De Marco / Doro Jr. – Mtb 13209

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Scheidt será uma das estrelas na Semana de Vela de Kiel

Robert e Gabriel Borges (Divulgação)

Organizadores e adversários ressaltam respeito e admiração pelo bicampeão olímpico brasileiro, que encara o desafio de competir em uma nova classe do iatismo, a 49er, aos 44 anos de idade

São Paulo – Após dois meses de preparação na Itália, Robert Scheidt está pronto para mais um desafio na nova fase da carreira. O bicampeão olímpico segue nesta quinta-feira (15) para Kiel, na Alemanha, onde disputará a Kieler Woche, a mais tradicional semana de vela do mundo. A competição tem cerimônia de abertura neste sábado (17), mas o iatista brasileiro coloca seu barco na água para largar na primeira regata somente na quarta-feira (21), quando começa a disputa da classe 49er, na qual forma dupla com o proeiro Gabriel Borges.

Scheidt e Borges treinaram por dois meses no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. “Estamos bem animados, trabalhamos muito para refinar cada vez mais as manobras, que é o principal na 49er, que é um barco que requer muita habilidade e por isso é muito importante passar o maior tempo possível na água. E foi o que fizemos aqui na Itália”, explica o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Em Kiel, o objetivo da dupla brasileira é dedicar mais três ou quatro dias aos treinos antes da estreia na competição, que termina dia 25 de junho. Aos 44 anos e consagrado na Star e Laser, Scheidt encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes no início do ciclo para os Jogos de Tóquio 2020. “Sabemos que é um processo que leva um certo tempo e exige muita dedicação. Estamos na luta e confiantes que empenho não vai faltar. E o Gabriel tem me ajudado muito”, completa Scheidt.

Robert Scheidt é bicampeão olímpico (Divulgação)

Respeito – Mesmo ciente do estágio inicial na nova classe, Robert, que tem quatro títulos da Kieler Woche (3 na laser e 1 na star), recebe tratamento de estrela junto a organização e adversários na Semana de Vela de Kiel. No site oficial do evento ( www.kieler-woche.de ), o atleta e suas cinco medalhas olímpicas são constantemente citados. Entre os demais velejadores não é diferente. “Scheidt é uma lenda. O fato de que alguém com seu histórico e sua idade se atreve a entrar nesta classe é fantástico. Veremos, como ele vai se sair, porque é muito importante estar em boa forma. Mas ele é um competidor incrivelmente duro e sabemos o quanto ele trabalha. Se alguém pode conseguir, é ele”, afirma Justus Schmidt, vice-campeão europeu de 49er, em 2015.

Entre a novíssima geração do iatismo, a coragem e determinação de Robert também chama a atenção. Que o digam os alemães Tim Fischer e Fabian Graf, vice-campeões mundiais júnior no ano passado. “Nós vimos Scheidt pela primeira vez no 49er em Palma de Mallorca. Ele é uma lenda como Ben Ainslie (tetracampeão olímpico britânico). O seu profissionalismo é, obviamente, notável. Um velejador bem sucedido como ele, com certeza, se adaptará ao 49er depois de um certo tempo. Nosso respeito por ele é enorme, mas, na Espanha, conseguimos estar na frente dele”, diz Fischer, citando o Troféu Princesa Sofia, competição na qual o bicampeão olímpico terminou em 11º lugar, enquanto ele terminou em sétimo.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016

Laser

– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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ZDL – Rafael De Marco / Doro Jr. – Mtb 13209

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Scheidt e Borges encerram Troféu Princesa Sofia em 11º lugar

A dupla foi formada há poucos meses (Jesus Renedo/Energy Sailing/IBEROSTAR)

Na primeira competição na classe 49er na Europa, dupla brasileira apresenta evolução e fica a apenas uma posição de disputar a medal race, neste sábado (1), em Palma de Mallorca, na Espanha

São Paulo (SP) – Robert Scheidt e Gabriel Borges protagonizaram uma campanha heroica na primeira competição em águas europeias na classe 49er. A dupla brasileira tem mostrado clara evolução, apesar do pouco tempo junta, e no Troféu Princesa Sofia ‘bateu na trave’. Após as três últimas regatas da flotilha ouro, disputadas nesta sexta-feira (31), na Baía de Palma de Mallorca, na Espanha, o bicampeão olímpico e seu proeiro voltaram a velejar bem e terminaram a fase semifinal em 11º lugar, a uma posição da medal race, que será disputada neste sábado (1) para definir o campeão.

Scheidt e Borges vem melhorando a cada dia (Jesus Renedo/Energy Sailing/IBEROSTAR)

Scheidt/Borges começou o último dia da flotilha ouro em grande estilo, cruzando a linha de chegada em 3º lugar. Nas duas regatas seguintes, enfrentaram mais dificuldades e terminaram na 13ª e 19ª posições. Com esse desempenho, a dupla brasileira saltou da 14ª para a 11ª colocação na classificação geral, com 159 pontos perdidos, nove a mais que a outra parceria do Brasil, formada por Carlos Robles e Marco Grael, que garantiu a última vaga na medal race. Os britânicos James Peters e Fynn Sterritt se classificaram em primeiro lugar, com 68 pontos perdidos.

Gabriel Borges e Robert Scheidt em Palma de Mallorca (Jesus Renedo/Energy Sailing/IBEROSTAR)

Robert saiu da água satisfeito com o desempenho na Espanha. “Melhoramos ainda mais nesta sexta-feira e faltou pouco para a medal race. Fizemos um 3º e um 13º e estávamos empatados com mais dois velejadores na briga pra entrar entre os dez primeiros. Aí fomos para terra e só voltamos mais tarde para a terceira prova do dia. Infelizmente não fomos bem e cruzamos em 19º. Mas, no geral, ficar em 11º em uma competição de 60 barcos, é um ótimo resultado. Chegar tão perto da medal race, em pouco tempo de parceria na 49er, mostra que estamos em franca evolução. Claro que ainda há muito o que melhorar, especialmente nas manobras e vamos trabalhar duro nesse ponto nos próximos meses. Acertamos uma agenda bem forte de treinos em abril e maio e vamos buscar mais um passo nessa evolução até o próximo compromisso, que será a Semana de Vela de Kiel, em junho, na Alemanha”.”, disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Formada no final do ano passado, a dupla Scheidt/Borges veleja em busca de experiência. Na Espanha, tem mostrado estar no caminho certo. Após 15 regatas, cruzaram a linha de chegada entre os top 10 em cinco oportunidades e entre os top 20 em outras oito. Na classificação geral, ganharam posições desde o primeiro dia, saindo de 22º até chegar a 11ª posição no encerramento da fase semifinal do tradicional Troféu Princesa Sofia.

Dupla ficou a uma posição da medal race (Pedro Martinez/Energy Sailing/ IBEROSTAR)

O bicampeão olímpico tem se mostrado satisfeito com a evolução apresentada nesta nova fase da carreira. Com o proeiro Borges, fez da competição espanhola mais uma etapa no processo de evolução na classe 49er. Aos 43 anos e consagrado na Star e Laser, o iatista encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar o ciclo para os Jogos de Tóquio 2020. “Sabemos que é um processo que leva um certo tempo e muita dedicação. Estamos na lula e os resultados começam a aparecer”, completa Scheidt.

Crescimento – A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016.

Laser

Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Scheidt e Borges garantem vaga no Troféu Princesa Sofia

Scheidt ficou satisfeito por entrar na flotilha ouro (Jesus Renedo/Energy Sailing/IBEROSTAR)

Scheidt e Borges garantem vaga na flotilha ouro do Troféu Princesa Sofia

Ao lado do proeiro Gabriel Borges, bicampeão olímpico inicia, nesta quarta-feira (29), a disputa da semifinal, na qual os 25 melhores barcos seguem na luta pelo título na tradicional competição disputada em Palma de Mallorca, na Espanha

São Paulo (SP) – Robert Scheidt está na fase semifinal da classe 49er do Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha. Ao lado do proeiro Gabriel Borges, o bicampeão olímpico fechou o segundo dia de regatas na 19ª posição na classificação geral e garantiu vaga entre os 25 barcos que disputam, a partir desta quarta-feira (29), as regatas na flotilha ouro. Agora, a dupla brasileira vai lutar pelo top 10 a fim de conseguir largar na medal race, programada para sábado (1), no Club Nàutic S’Arenal e no Club Marítimo San Antonio de la Playa, na Baía de Palma.

Scheidt/Borges ganharam uma posição na tabela em relação ao primeiro dia de regatas na Espanha, saltando da 20ª para a 19ª colocação, com 52 pontos perdidos. Contudo, os resultados na flotilha não foram tão bons quanto no primeiro dia. Nesta terça-feira (28), os brasileiros cruzaram a linha de chegada em 15º, 13º e 14º lugares, contra 6º, 9º e 10º da estreia. Mesmo assim, a velejada consistente garantiu a boa posição na classificação geral e a possibilidade de seguir adiante na disputa que começou com 60 barcos e apresenta alto nível técnico. A liderança da competição é dos espanhóis Diego Botin Le Chever e Iago Lopez Marra, com 12 pontos perdidos.

Scheidt e Borges no Princesa Sofia (Jesus Renedo/Energy Sailing/IBEROSTAR)

Se o desempenho na água não empolgou Scheidt, nesta terça-feira, a classificação para a flotilha ouro, compensou. “Parecia que o vento seria bom, mas o vento foi diminuindo muito na primeira regata e cruzamos em 20. Porém, como cinco barcos largaram escapado e foram punidos, terminamos em 15º. Depois fizemos 13º e 14º. Na verdade, foi um dia um pouco irregular para nós. Erramos um pouco nas largadas. E, ao não largar bem, ficamos em situação difícil desde o início em todas as provas. Ainda conseguimos recuperar um pouco, especialmente na terceira prova. Mas, no geral, poderíamos ter ido um pouco melhor. A boa notícia foi entrar na flotilha ouro e poder velejar com os melhores do mundo por mais três dias”, disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela. A outra dupla brasileira da disputa, Carlos Robles/Marco Grael, subiram para o 15º lugar.

O maior medalhista do Brasil em olimpíadas, com cinco pódios, entrou na disputa do Troféu Princesa Sofia em função de seu alto nível e faz dessa competição mais uma importante etapa no processo de evolução na classe 49er. Consagrado na Star e Laser, o iatista aceitou, e está vencendo, o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes. Aos 43 anos de idade, Robert mostra disposição para iniciar um novo ciclo olímpico, desta vez para Tóquio 2020.

A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores.

A fase de classificação do Troféu Princesa Sofia terá provas até sexta-feira (31). As regatas da medalha estão marcadas para o sábado dia 1º de abril. A equipe brasileira conta com 17 velejadores no campeonato. Além de Scheidt/Borges, o país terá os seguintes atletas: Gabriella Kidd (Laser Radial), João Pedro Souto de Oliveira (Laser), Geison Mendes/Gustavo Thiesen; Ricardo Paranhos/Thiago Ribas; Pedro Correa/Rodolfo Streibel (470 Masculino), Carlos Robles/Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), João Bulhões/Gabriela Nicolino (Nacra 17) e Albert Carvalho; Brenno Francioli (RSX Masculino).

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016.

Laser

Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

Mais informações:

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Facebook: Robert Scheidt

ZDL – Rafael De Marco / Doro Jr. – Mtb 13209

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