Arquivo da categoria: Vela Olímpica

CBVela cria Circuito Brasileiro de Kite e Windsurfe

Modalidades terão calendário próprio de eventos a partir deste ano, de olho nos Jogos Olímpicos de Paris 2024

O inverno mal começou no Brasil, mas vai dar praia para quem curte a vela. Numa parceria entre a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Associação Brasileira de Windsurfe (ABWs) e a Associação Brasileira de Kitesurf (ABK), será criado o Circuito Brasileiro de Kite e Windsurfe, que terá a primeira etapa nos dias 27, 28 de 29 de julho, no paradisíaco pico de Icaraí de Amontada, no litoral do Ceará. O calendário 2018 prevê ainda disputas no Rio de Janeiro, em outubro; e Florianópolis, em novembro. Continuar lendo CBVela cria Circuito Brasileiro de Kite e Windsurfe

Ideal olímpico une Yacht Club Paulista e EC Pinheiros

Regata organizada pelo YCP (Douglas Moreira / Fisheye Image)

Convênio firmado entre os dois tradicionais clubes tem como meta atrair esportistas para a Represa Guarapiranga e fortalecer a vela de formação

São Paulo (SP) – A vocação náutica do Yacht Club Paulista (YCP) e a tradição olímpica do Esporte Clube Pinheiros (ECP) leva os dois clubes a aliarem suas forças em favor da vela. A modalidade que soma 18 medalhas olímpicas, sendo sete de ouro, contará com a parceria do Pinheiros, reforçando a sólida estrutura e da credibilidade adquiridas pelo YCP ao longo dos 85 anos de uma vitoriosa história dentro e fora da água.

Após ter sido oficialmente referendado na reunião do Conselho Deliberativo do Yacht Club Paulista em 7 de agosto, o convênio será apresentado de modo mais efetivo aos associados do YCP em 19 de agosto, sábado, quando o clube receberá em sua sede, na Represa Guarapiranga, campeões e principais velejadores que ajudaram a construir a história do YCP.

Pier do YCP na Guarapiranga (YCP / Divulgação)

Passam pelas conquistas do YCP, esportistas consagrados como, Bruno Prada, tetracampeão mundial de Star e ganhador de duas medalhas olímpicas na mesma classe; Jorge Zarif, o mais jovem campeão mundial de Finn da história, e o lendário Joerg Bruder, tricampeão mundial de Finn. O Pinheiros, ratificando sua força olímpica, levou 62 atletas e 12 técnicos à última edição dos Jogos, no Rio de Janeiro, em 2016.

A aproximação entre ambos os clubes vem se aprimorando desde 2014 com a meta de se contemplar a vela. O comodoro do YCP, José Francisco Agostini Roxo, prevê uma promissora relação esportiva. “O Pinheiros trará o apoio necessário para o fomento da vela, formação de equipes e desenvolvimento da escola infantil. Conciliaremos os interesses dos clubes, preservando-se, porém, a identidade e a soberania do YCP”, afirma Roxo. Os clubes ainda se dispõem a trabalhar juntos em projetos e editais destinados a verbas de incentivo ao esporte.

Classe Optimist: base e formação (Douglas Moreira / Fisheye Image)

A mais completa estrutura náutica entre os clubes da Guarapiranga estará à disposição dos esportistas do Pinheiros. São três hangares com área total de 2.600 m² e capacidade para abrigar centenas de barcos. O YCP inaugurou em dezembro o piso em concreto intertravado, favorecendo os usuários de veleiros, lanchas, barcos a remo, canoas, caiaques, pranchas de sup e até esquis. Oito quadras de tênis, piscina, lanchonete e restaurante também contemplam a parceria entre os clubes, assim como a prática do wakeboard.

Complexo de tênis do YCP (YCP / Divulgação)

Base e alto rendimento – O diretor de Vela, Alberto Hackerott, assíduo praticante da classe Snipe, saúda os novos frequentadores e projeta uma fase de ascensão para a vela. “O convênio renderá muitos frutos para ambos os clubes. O Pinheiros terá acesso a uma nova modalidade olímpica enquanto o YCP terá um fluxo de centenas de crianças de 8 a 14 anos. Com a iniciativa, o YCP terá que se estruturar para uma nova era na vela, tanto na base quanto competitiva”.

A possibilidade de levar seus associados para a Represa Guarapiranga e conhecer de perto um esporte que é sinônimo de medalhas para o País, empolga a diretoria do Pinheiros. “Atualmente desenvolvemos 16 modalidades olímpicas e agora plantaremos mais uma semente para nossos associados. Possuímos três mil crianças com idades entre 4 e 14 anos e potencial para serem beneficiadas pela parceria que certamente irá mobilizar seus pais”, considera Mário Gasparini, diretor Comercial e de Marketing do Pinheiros.

O diretor de Esporte Olímpico e Formação, Arnaldo Queiroz, acredita que o convênio ampliará a vocação esportiva do Pinheiros. “O convênio com o Yacht Club Paulista é um incentivo para a iniciação à vela e oferecerá aos nossos associados mais uma oportunidade nos esportes náuticos, além do remo e canoagem já praticados na raia da USP”, comemora Queiroz.

Vista panorâmica do YCP (YCP / Divulgação)

Recentemente, em outubro de 2016, o YCP estabeleceu parceria com o Iate Clube de Santos (ICS), favorecendo o intercâmbio de velejadores entre Baixada Santista e Capital. As parcerias do YCP se estendem ainda ao gaúcho Veleiros do Sul (VDS), um dos mais tradicionais clubes náuticos do País e exemplo na elaboração de projetos com verba de incentivo ao esporte.

Ary Pereira Jr – ary70jr@hotmail.com

MTb: 23.297 / (11) 9 9275-7044

 

Entenda a Vela nas Paralimpíadas Rio 2016 – 7 a 8 de Setembro

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História

Um dos mais tradicionais esportes olímpicos, a vela foi adaptada para os atletas paralímpicos recentemente. Em Atlanta-1996 apareceu como demonstração nos Jogos, e quatro anos mais tarde, em Sydney-2000, passou a valer medalhas.

A modalidade é disputada em três categorias, todas sem divisão por gênero. Homens e mulheres competem juntos nas classes 2.4mr, Sonar e SKUD-18. A 2.4mr é individual, enquanto a Sonar leva três atletas e a SKUD-18 é composta por duplas, sendo um integrante obrigatoriamente do sexo feminino.

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A vela paralímpica é aberta a atletas com qualquer tipo de deficiência. O sistema de classificação é feito levando em consideração a estabilidade, a mobilidade, a visão e funções motoras das mãos. Em Londres-2012, um total de 80 velejadores participam das regatas.

Classificação

O sistema de pontuação baseado no nível de habilidade permite que atletas com diferentes tipos de deficiência possam competir juntos. Após a avaliação do comitê classificador, são concedidos pontos baseados nas habilidades funcionais, que vão de 1 a 7, indo do mais baixo ao mais alto nível de funcionalidade, respectivamente. Atletas com deficiência visual são situados em uma das três classes de competição, baseadas em sua acuidade visual e campo de visão. Para assegurar a participação de atletas com todas as contagens de pontos e todas as classes de deficiências, a pontuação agregada não pode ser maior do que 14, o que permite aos velejadores com mais deficiência participar das competições.

Na classe de barcos SKUD-18, os velejadores são classificados como TPA ou TPB.

Os velejadores são classificados como TPA quando são adjudicados em 1 ponto pela classificação funcional, ou, quando completando mais de 1 ponto, têm a pontuação funcional do membro superior em 80 pontos ou menos na combinação de ambos os braços, juntamente com uma perda de 30 pontos no melhor braço. Os velejadores são classificados como TPB quando têm ao menos uma deficiência mínima que os torna elegíveis para velejar. Pelo menos um dos velejadores precisa ser mulher.

Para a classe de barcos 2.4mR, os velejadores apenas precisam possuir uma deficiência mínima.

Mais informações no site oficial do Jogos Rio 2016: https://www.rio2016.com/noticias/a-vela-nos-jogos-paralimpicos-o-vento-sopra-a-favor-dos-herois-dos-mares

http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/paraolimpiadas/modalidades/vela

Site Oficial dos Jogos Paralímpicos Rio 2016: https://www.rio2016.com/paralimpiadas

Acesse também

Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA)
E-mail:
Telefone: (21) 2421-8626

Bons ventos a todos os velejadores paralímpicos!

Equipe SailBrasil

 

Classificação e medalhas da vela nos jogos Olímpicos Rio 2016

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Queremos prestar homenagem aos velejadores olímpicos, independente das medalhas conquistadas.

Como sempre acontece, promove-se quem ganhou medalha e se esquece quem não subiu ao pódio.

Para nós, independente do resultado, são todos campeões!

Por este motivo, não só destacamos abaixo os medalhistas, mas também apresentamos todos os participantes e suas classificações nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

470 Feminino

Ouro – GBR – Great Britain: MILLS Hannah e CLARK Saskia
Prata – NZL – New Zealand: ALEH Jo e POWRIE Polly
Bronze – FRA – France: LECOINTRE Camille e DEFRANCE Helene

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470 Masculino

Ouro – CRO – Croatia: FANTELA Sime e MARENIC Igor
Prata – AUS – Austrália: BELCHER Mathew e RYAN Will
Bronze – GRE – Greece: MANTIS Panagiotis e KAGIALIS Pavlos

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49er FX Feminino

Ouro – BRA – Brazil: GRAEL Martine e KUNZE Kahena
Prata – NZL – New Zealand: MALONEY Alex e MEECH Molly
Bronze – DEN – Denmark: HANSEN Jena e SALSKOV-IVERSEN Katja Steen

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49er FX Masculino

Ouro – NZL – New Zealand: BURLING Peter e TUKE Blair
Prata – AUS – Austrália: OUTTERIDGE Nathan e JENSEN Iain
Bronze – GER – Germany: HEIL Erik e PLOESSEL Thomas

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Finn Masculino

Ouro – GBR – Great Britain: SCOTT Giles
Prata – SLO – Slovenia: ZBOGAR Vasilij
Bronze – USA – United States of América: PAINE Caleb

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Laser Masculino

Ouro – AUS – Australia: BURTON Tom
Prata – CRO – Croatia: STIPANOVIC Tonci
Bronze – NZL – New Zealand: MEECH Sam

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Laser Radial Feminino

Ouro – NED – Netherlands: BOUWMEESTER Marit
Prata – IRL – Ireland: MURPHY Annalise
Bronze – DEN – Denmark: RINDOM Anne-Marie

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Nacra 17 Misto

Ouro – ARG – Argentina: LANGE Santiago Male e CARRANZA SAROLI Cecilia Female
Prata – AUS – Austrália: WATERHOUSE Jason Male e DARMANIN Lisa Female
Bronze – AUT – Áustria: ZAJAC Thomas Male e FRANK Tanja Female

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RS:X Feminino

Ouro – FRA – France: PICON Charline
Prata – CHN – People’s Republic of China: CHEN Peina
Bronze – RUS – Russian Federation: ELFUTINA Stefaniya

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RS:X Masculino

Ouro –  NED – Netherlands: van RIJSSELBERGHE Dorian
Prata – GBR – Great Britain: DEMPSEY Nick
Bronze – FRA – France: le COQ Pierre

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Resumo das posições dos velejadores Brasileiros nos Jogos Olímpicos Rio 2016:
  • Martine Grael e Kahena Kunze – 49er feminino – Ouro
  • Gabriel Borges e Marco Grael – 49er masculino – 11a. posição
  • Jorge Zarif – Finn masculino – 4a. posição
  • Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barcachan – 470 feminino – 8a. posição
  • Henrique Haddad e Bruno Bethlem – 470 masculino – 23a. posição
  • Fernanda Decnop – Laser feminino – 24a. posição
  • Robert Scheidt – Laser masculino – 4a. posição
  • Patrícia Freitas – RS:X feminino – 8a. posição
  • Ricardo Winicki – RS:X masculino – 7a. posição
  • Samuel Albrecht e Isabel Swan – Nacra 17 – 10a. posição

Parabéns a todos os participantes!

Para ver os resultados dos velejadores brasileiros em outras Olimpíadas clique aqui.

Bons ventos!

Equipe SailBrasil

Maiores informações sobre Vela: https://www.rio2016.com/vela

Visite o site oficial da Olimpíada Rio 2016: https://www.rio2016.com/

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Martine e Kahena são OURO na 49er FX!

Martine Grael e Kahena Kunze vencem e ficam com a medalha de OURO. Foto: COB
Martine Grael e Kahena Kunze vencem e ficam com a medalha de OURO. Foto: COB

Martine Grael e Kahena Kunze venceram a disputa contra as rivais neozelandesas Alex Maloney e Molly Meech na regata da medalha e ficaram com o ouro na classe 49er FX.

A medalha de prata ficou para as neozelandesas Alex Maloney e Molly Meech e, as dinamarquesas Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen, com a medalha de bronze.

Resultado da medal race, hoje, 18/08/2016:

Equipe                                                                                                                     Pontos

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Parabéns Martine e Kahena!

Bons ventos sempre!

Equipe SailBrasil

Scheidt vence medal race e termina Rio 2016 em quarto lugar

Scheidt venceu a medal race (©Sailing Energy / World Sailing)
Scheidt venceu a medal race (©Sailing Energy / World Sailing)

Bicampeão olímpico mostra porque é um mito na classe Laser, mas, apesar do resultado, fica a quatro pontos do bronze

Rio de Janeiro (RJ) – Robert Scheidt venceu a medal race da classe Laser nesta terça-feira (16) e terminou na quarta colocação na Rio 2016. Apesar de fazer a sua parte em uma grande apresentação, a combinação de resultados necessária para a conquista da sexta medalha olímpica não ocorreu. Isso porque o neozelandês Sam Meech, com quem disputava um lugar no pódio, terminou em quarto lugar. Para conquistar a medalha de bronze, o bicampeão olímpico precisaria que ele ficasse em sexto na prova, além de chegar à frente do francês Jean Bernaz e do britânico Nick Thompson. O ouro ficou com o australiano Tom Burton e a prata com o croata Tonci Stipanovic.

“Foi um dia de sensações bem diversas. Vamos começar pelo lado positivo, ganhei a medal race em um dia maravilhoso, com a energia dessa torcida toda. Foi minha última regata olímpica na Laser e terminar com vitória é muito especial. Por outro lado, não cheguei ao meu objetivo final, que era a medalha olímpica. Sabia que eu ainda tinha uma chance pequena, lutei com todas as armas, quase deu, mas o neozelandês teve muito sangue frio para segurar a posição. Fiz o que deu para fazer e a verdade é que tive uma semana de altos e baixos e eles foram um pouco mais consistentes. Não foi uma semana ruim. Mas vendo pelo lado positivo, o reconhecimento da torcida foi demais. Estou um pouco triste e nas próximas semanas vou melhorar, analisar tudo com calma e pensar no futuro”, disse Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Scheidt assumiu à liderança logo no início da medal race, mas o neozelandês também fez uma boa prova. Perdeu a terceira posição nos momentos finais da regata, mas foi o suficiente para garantir o bronze. O bicampeão olímpico confessou que, apesar da vitória de ponta a ponta, ficou o tempo todo olhando para trás. “Minha preocupação era o que fazer para conquistar a medalha e vencer apenas não bastava. Até pensei em frear um pouco o barco para tentar criar uma situação que gerasse alguma punição para o neozelandês, mas o francês me passaria e não adiantaria nada. A verdade é que muita gente duvidava que eu poderia ser competitivo aos 43 anos e eu provei o contrário”, acrescentou.

Regata da Laser em cenário de cartão postal (©Sailing Energy / World Sailing)
Regata da Laser em cenário de cartão postal (©Sailing Energy / World Sailing)

Robert revelou ter se superado para a medal race. “Superei a tristeza do sábado, quando entrei na água a três pontos do ouro e tive um dia ruim, terminando a dez do bronze. Mas entrei de alma lavada na regata da medalha, preparado para velejar bem em minha última regata olímpica na Laser”, completou o maior medalhista olímpico da história do Brasil. Sobre o futuro, ele ainda quer dar tempo ao tempo. “Vou analisar tudo com calma. Está na hora de surgir uma nova geração para dar continuidade ao legado do Brasil na Laser. Sobre competir em outra classe, ainda não sei”.

Gintare Scheidt terminou em sétimo na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)
Gintare Scheidt terminou em sétimo na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)

Gintare termina em sétimo – A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, completou a medal race em 4º lugar nesta terça-feira e encerrou sua participação na Rio 2016 com a 7º posição na classificação geral.

Classificação final

  1. Tom Burton(AUS) – 73pp
  2. Tonci Stipanovic (CRO) – 75pp
  3. Sam Meech (NZL) – 85pp
  4. Robert Scheidt (BRA) – 89pp
  5. Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 90pp
  6. Nick Thompson (GBR) – 103pp
  7. Pavlos Kontides (CYP) – 104pp
  8. Juan Ignacio Maegli (GUA) – 117pp
  9. Rutger Van Schaardenburg (HOL) – 118pp

Julio Alsogaray (ARG) – 129pp

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

 

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Scheidt vai lutar pela medalha de bronze na Rio 2016

Duas regatas irregulares deixaram brasileiro mais distante do pódio (©Sailing Energy / World Sailing)
Duas regatas irregulares deixaram brasileiro mais distante do pódio (©Sailing Energy / World Sailing)

Bicampeão olímpico tem dia difícil na Marina da Glória, cai para a 5a. posição na classificação geral, mas segue vivo na busca de sua sexta medalha em Olimpíadas

Rio de Janeiro (RJ) – Maior medalhista olímpico da história do Brasil, Robert Scheidt vai lutar pelo pódio na medal race, a última regata da Rio 2016, na próxima segunda-feira (15). Neste sábado (13), os ventos não foram favoráveis ao brasileiro, que fez um 26º e um 11º e caiu da vice-liderança para o 5º lugar na classificação geral da classe Laser, com 87 pontos perdidos. Com isso, as chances agora são de medalha de bronze. Isso porque está a dez pontos do terceiro colocado, o neozelandês Sam Meech (77 pontos perdidos). Matematicamente, não pode mais alcançar os líderes Tonci Stipanovic, da Croácia, e Tom Burton, da Austrália, que têm 57 e 67 pontos perdidos, respectivamente.

A disputa promete ser acirrada para Scheidt. Além de bater Meech, ele precisará superar também o francês Jean Baptiste Bernaz, que ocupa a quarta posição na classificação geral, com 86 pontos perdidos, apenas 1 ponto a menos que o brasileiro. A flotilha da medal race terá apenas 10 barcos, com pontuação dobrada. Para conquistar sua sexta medalha olímpica, Robert precisa ficar pelo menos 6 posições à frente de Meech e à frente de Bernaz e do britânico Nick Thompson (sexto colocado, com os mesmos 87 pontos perdidos que Scheidt).

“Hoje não fui bem. Estava um dia lindo, com vento, velejei abaixo do que eu sei, principalmente na primeira prova. Não larguei tão bem e o princípio da regata me custou muito. Insisti muito pelo lado esquerdo e não deu certo. Com isso a pontuação embaralhou muito e agora preciso de uma combinação de resultados na medal race. Não é impossível, mas é uma situação bem mais difícil. Mas vamos lutar para recuperar esses pontos, vou entrar na regata da medalha para tentar ganhar, sendo mais agressivo”, afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Gintare Scheidt subiu para o sexto lugar na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)
Gintare Scheidt subiu para o sexto lugar na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)

Gintare sobe para sexto – A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 4º e um 11º lugares nas regatas deste sábado. Com isso, subiu da 8º para a 6º colocação na classificação geral, com 82 pontos perdidos.

Classificação geral – após 10 regatas

  1. Tonci Stipanovic (CRO) – 57pp
  2. Tom Burton(AUS) – 67pp
  3. Sam Meech (NZL) – 77pp
  4. Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 86pp
  5. Robert Scheidt (BRA) – 87pp
  6. Nick Thompson (GBR) – 87pp
  7. Pavlos Kontides (CYP) – 92pp
  8. Juan Ignacio Maegli (GUA) – 103pp
  9. Julio Alsogaray (ARG) – 107pp
  10. Rutger Van Schaardenburg (HOL) – 108pp

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

  • Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
  • Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
  • Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

 

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Scheidt entra de vez na briga por medalha na Rio 2016

 

Regular, Scheidt está mais próximo do pódio (©Sailing Energy / World Sailing)
Regular, Scheidt está mais próximo do pódio (©Sailing Energy / World Sailing)

Bicampeão olímpico apresentou a tradicional regularidade e, com 11º e 2º lugares nas regatas desta quarta-feira (10), subiu da 8a. para 4a. posição na classe Laser

Rio de Janeiro (RJ) – Após dois dias de uma verdadeira montanha russa sobre as ondas, oscilando entre resultados medianos e posições de liderança nas quatro provas iniciais, Roberto Scheidt conseguiu apresentar sua famosa regularidade na Rio 2016. Favorecido por ventos de até 20 nós, obteve 11º e 2º lugares nas regatas desta quarta-feira (10), disputadas fora da Baía, na raia Copacabana. Os resultados colocam o bicampeão olímpico na briga direta por medalhas na classe Laser. Scheidt soma 41 pontos perdidos e está em quarto lugar, a 4 pontos do terceiro, o holandês Rutge van Schaardenburg e a 6 do britânico Nick Thompson, segundo colocado. O líder é o croata Tonci Stipanovic, com 26.

“Como eu já esperava, a disputa está sendo muito dura aqui no Rio de Janeiro. Felizmente hoje (quarta-feira, 10) consegui melhorar. Na primeira regata fiz uma boa recuperação e na segunda velejei bem. Subir para o quarto lugar aumenta minha confiança para chegar forte na medal race e lutar com todas as minhas forças pela sexta medalha olímpica”, afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. A regata da medalha será na próxima segunda-feira (15).

O terceiro dia de disputas do iatismo da Rio 2016 marcou a primeira vez que Robert terminou entre os melhores em duas regatas seguidas na competição. Na estreia, segunda-feira (8), ele finalizou a primeira disputa na 23º posição. Na segunda prova da classe Laser, esteve na frente de ponta a ponta e cruzou a linha de chegada em primeiro. Na terça, teve problemas e terminou em 27º na primeira flotilha. Na sequência, voltou para a água disposto a se recuperar novamente e conseguiu um quarto lugar. O bicampeão olímpico brasileiro folga nesta quinta-feira (11) e volta a competir na sexta (12).

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Gintare Scheidt continua em sexto na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)
Gintare Scheidt continua em sexto na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)

Gintare segue em sexto – A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 12º e um 5º lugares nas regatas desta quarta-feira. Com isso, segue na 6º colocação na classificação geral, com 34 pontos perdidos.

Classificação geral – após 6 regatas

  1. Tonci Stipanovic (CRO) – 26pp
  2. Nick Thompson (GBR) – 35pp
  3. Rutger Van Schaardenburg (NED) – 37pp
  4. Robert Scheidt (BRA) – 41pp
  5. Tom Burton(AUS) – 43pp
  6. Julio Alsogaray (ARG) – 45pp
  7. Sam Meech (NZL) – 45pp
  8. Sergei Komissarov (RUS) – 47pp
  9. Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 47pp
  10. Pavlos Kontides (CYP) – 53pp

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

 

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

Mais informações em http://www.robertscheidt.com.br/

Twitter: @robert_scheidt

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Scheidt se mantém entre os 10 melhores na Rio 2016

Scheidt fez quarto lugar na segunda regata do dia (©Sailing Energy / World Sailing)
Scheidt fez quarto lugar na segunda regata do dia (©Sailing Energy / World Sailing)

Após enfrentar dificuldades na primeira prova desta terça-feira (9), bicampeão olímpico consegue o quarto lugar na segunda prova do dia e ocupa a oitava posição na classificação geral

Rio de Janeiro (RJ) – O segundo dia do iatismo na Rio 2016 trouxe uma sensação de déjà vu para Roberto Scheidt. Assim como na estreia da classe Laser na Marina da Glória, o bicampeão olímpico encarou regatas de recuperação. Na primeira prova desta terça-feira (9) – a terceira da competição – o brasileiro teve problemas e terminou em 27º. Na sequência, voltou para às águas cariocas com mais força e garra e obteve um quarto lugar. Com esses resultados, se mantém entre os dez primeiros colocados, agora na 8º colocação, com 28 pontos perdidos. A liderança passou para o argentino Julio Alsogaray, com 7 pontos perdidos.

Na estreia, segunda-feira, Schedt finalizou a primeira regata na 23º posição, para, na segunda prova da classe Laser, cruzar a linha de chegada em primeiro lugar e garantir o 7º posto na classificação geral. Depois de dois dias de superação, o brasileiro descartou seu pior resultado, o 27º desta terça, para se garantir entre os oito melhores velejadores até o momento na Rio 2016. O bicampeão olímpico brasileiro volta a competir nesta quarta-feira (10), para mais duas regatas. A organização informa o início da programação da vela para as 13h05 (de Brasília).

“Gostaria de ter sido mais regular em todas as regatas disputadas até agora. Mas, meu bons resultados em duas delas, me deixam em condições de brigar pelas primeiras posições. Como já disse, o fundamental é me manter entre os ponteiros até a decisão. Amanhã (quarta) a raia será fora da Baía e vamos aguardar”, afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Gintare Scheidt está em sexto na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)
Gintare Scheidt está em sexto na Laser Radial (©Sailing Energy / World Sailing)

Gintare está em sexto – A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 8º e um 9º lugares nas regatas desta terça-feira. Com isso, conseguiu uma grande recuperação na classificação geral na categoria. Passou do 21º do primeiro dia, para a 6º colocação, com 18 pontos perdidos. Na estreia ela havia feito um primeiro e um 38º lugares. Como descartou o pior resultado, conseguiu um belo salto na tabela.

Classificação geral – após 4 regatas

  1. Julio Alsogaray (ARG) – 7pp
  2. Tonci Stipanovic (CRO) – 13pp
  3. Sam Meech (NZL) – 14pp
  4. Tom Burton(AUS) – 20pp
  5. Pavlos Kontides (CYP) – 22pp
  6. Juan Ignacio Maegli (GUA) – 24pp
  7. Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 25pp
  8. Robert Scheidt (BRA) – 28pp
  9. Cy Thompson (VIR) – 28pp
  10. Sergei Komissarov (RUS) – 30pp

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

 

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Robert Scheidt mostra poder de reação e vence 2a. regata.

Scheidt venceu a segunda regata do dia de ponta a ponta (©Sailing Energy / World Sailing)
Scheidt venceu a segunda regata do dia de ponta a ponta (©Sailing Energy / World Sailing)

Em busca do inédito tricampeonato olímpico, velejador brasileiro enfrenta dificuldades na primeira regata desta segunda-feira, mas se recupera, vence a segunda prova e se mantém entre os melhores

Rio de Janeiro (RJ) – A estreia de Robert Scheidt em sua sexta Olimpíada começou estranha, mas terminou muito bem. Nesta segunda-feira (8), na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, o brasileiro finalizou a primeira regata apenas na 23 posição, porém, na sequência, se recuperou e venceu a segunda prova da classe Laser. Com isso, terminou o primeiro dia de disputas da Rio 2016 entre os top 10, ocupando a sétima posição, com 24 pontos perdidos. A liderança é do croata Tonci Stiponovic, com 6 pontos. O bicampeão olímpico brasileiro volta para a água nesta terça-feira (9), para mais duas regatas. A organização informa o início da programação da vela para as 13h05 (de Brasília).

Robert está muito bem acompanhado na luta pelo inédito tricampeonato olímpico e a sexta medalha em Jogos (além das duas douradas, tem duas pratas e um bronze). Sua mulher, Gintare Scheidt, veleja sob a bandeira da Lituânia e também está entre as favoritas para o lugar mais alto do pódio. Curiosamente, o casal teve um dia de resultados semelhantes e demonstrou grande poder de recuperação. Assim como o marido, Gintare teve dificuldades na primeira regata desta segunda-feira e terminou em 38. lugar. E assim como o marido, se recuperou na disputa seguinte para cruzar em primeiro. Na somatória, está em 21. lugar, com 39 pontos perdidos. A líder é a chinesa Lijia Xu, com 7.

O velejador de 43 anos mostrou ter força física e mental para enfrentar as adversidades de um torneio olímpico. Após os problemas na regata de estreia, voltou focado para a água e liderou a segunda bateria de ponta a ponta. “Foi importante terminar bem o dia. Agora é manter o foco na regularidade para chegar bem colocado à medal race e brigar pelo pódio. Estou no Rio em busca de uma medalha, não importa a cor. Mas, claro, se for dourada, melhor”, disse Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Gintare, esposa de Scheidt, também venceu uma regata (©Sailing Energy / World Sailing)
Gintare, esposa de Scheidt, também venceu uma regata (©Sailing Energy / World Sailing)

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Classificação geral – após 2 regatas

  1. Tonci Stipanovic (CRO) – 6pp
  2. Julio Alsogaray (ARG) – 6pp
  3. Sergei Komissarov (RUS) – 11pp
  4. Cy Thompson (VIR) – 17pp
  5. Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 21pp
  6. Sam Meech (NZL) – 22pp
  7. Robert Scheidt (BRA) – 24pp
  8. Rutger Van Schaardenburg (HOL) – 24pp
  9. Colin Cheng (SIN) – 25pp
  10. Tom Burton (AUS) – 25pp

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:

Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)

Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)

Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos – 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

Laser Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

 

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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