Resultados e fotos da III Copa Pimentel Duarte dos dois últimos dias de regatas, 16 e 17 de junho de 2018 – Ilhabela

Foram realizadas neste final de semana, nos dias 16 e 17 de junho, durante a 2a. Etapa da Copa Suzuki, as duas últimas regatas da 3ª Etapa da PIMENTEL DUARTE 2018 de oceano da classe VELEIROS CLASSICOS, com organização e realização do Yacht Club de Ilhabela e apoios da Prefeitura Municipal de Ilhabela, Revista Ancoradouro, Radio Antena 1, Balaio de Ideias. Quantum Sails, North Sails. 

Este foi o troféu premiado ao vencedor:

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Estes são os resultados acumulados das quatro regatas e posição final desta etapa:

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Estes são os resultados acumulados de todas as 3 etapas (7 regatas) até o momento:

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Logo após a regata de domingo, foi feita a entregada de prêmio e o pessoal assistiu ao jogo do Brasil contra a Suíça, que terminou com o placar de 1 a 1, aproveitando a tradicional canoa de cerveja que continuou durante o jogo.

ATENÇÃO: A próxima regata dos veleiros Clássicos será realizada DURANTE A SEMANA DE VELA DE ILHABELA, de 20 a 28 de julho de 2018 na Ilhabela.

 

CURIOSIDADES DA VELA CLÁSSICA BRASILEIRA: Veleiro Pelikan

Texto por Raymond Grantham

O Pelikan nasceu de um projeto do Arquiteto americano Gary Mull, inicialmente para os irmãos os Gugeon, que há muitos anos fabricam e fornecem nos Estados Unidos adesivos epóxi para construção naval com a marca West Systems. O projeto encomendado chamado de Holtflash era o de um half tonner todo construído pelo método de MLSE – ou seja, Madeira Laminada Saturada em Epóxi.

O casco é todo construído com quatro camadas da leve madeira Cedro em laminas fininhas de quatro milímetros cada, sendo que cada camada tem a fibra da madeira em um sentido, formando ao final uma trama. Todas estas laminas são coladas entre si com colas epóxi impregnante, que penetram na madeira e também serve de material de aderência entre as madeiras. O resultado é um conjunto extremamente forte, leve e, ao contrario que muitos pensam, a madeira é totalmente impermeável devido ao epóxi.

O Pelikan tem uma historia interessante… Quando nasceu e foi construído também em MLSE no ano de 1976, era para ser o plug do Fast 320 e o casco resultante, o veleiro do empresário dono da Fast. Só que seu projeto foi abortado na ocasião com a chegada dos moldes ingleses dos famosos Fast 303 (Half Tonner) e do famosíssimo Fast 345, ambos Ron Roland.

Com a desistência desta construção, mas com o casco já bem construído em MLSE, foi vendido inicialmente para um arquiteto e velejador (que não concluiu o projeto) e posteriormente terminado por Raymond Grantham, atual dono do barco.

Como o convés do projeto original de uma Half Tonner não se prestava para um barco de cruzeiro, este foi todo redesenhado, junto, como seu interior que serviu confortavelmente para viagens familiares de férias para cinco pessoas. Todo o casco, quilha, leme e mastreação seguem fielmente o projeto original do Arquiteto Gary Mull (o mesmo do famoso Ranger 22). O resultado foi um barco dócil de velejar, muito equilibrado e seguro em ventos fortes.

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Primeira fase: Sobre estrutura temporária. Primeira Lâmina – Foto: Raymond
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Segunda fase: Sobre estrutura temporária. Segunda lâmina – Foto: Raymond
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Pelikan – Foto: Raymond

 

FOTOS DO EVENTO:

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Nessa foto, temos a tripulação do Pelikan – 1º colocado e do Bororó – 3º colocado, na Copa Suzuki comemorando juntos. É uma comemoração do tipo: “eu comemoro por mim e comemoro por você também”, tamanha a camaradagem entre os participantes, reforçando o espírito durante as competições da Classe dos Veleiros Clássicos. Eu, Carina Joana do Criloa, sempre fui uma grande “torcedora” do Pelikan e fiquei muito feliz com esse resultado… Sou muito agradecida pois, quando participei da minha primeira regata, só pude estar presente porque o Raymond me emprestou uma vela antiga do Pelikan. É essa generosidade, que “carregamos” nos nosso velejos, que fazemos questão de reforçar nas regatas. – Foto e texto: Carina Joana
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Pelikan – Foto: ?
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Tripulação do veleiro Marisco, segundo colocado, recebendo a premiação. – Foto: Renata Liu

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Da redação SailBrasilNews.

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